“Os Experimentos em Animais ATRASAM o progresso da ciência”.
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maio 06, 2011

Regras para uso de animais na ciência vão ser mais rígidas em Portugal

Existem 11 biotérios licenciados no paísPortugal está a ultimar a alteração a uma directiva europeia para impor maior rigidez a nível nacional no uso de animais para fins experimentais, revelou hoje o Ministério da Agricultura, em véspera do Dia Mundial do Animal de Laboratório.


"Está em fase de conclusão um projecto de alteração da legislação comunitária relativa à protecção dos animais utilizados para fins científicos", refere o Ministério da Agricultura em comunicado.

A tutela adianta que a nova legislação, por transposição de uma proposta aprovada no Parlamento Europeu, vem "limitar a utilização de certos animais como os primatas não humanos, criar um centro de referência europeu para a definição de métodos alternativos, fomentar a criação de comités de ética locais e nacionais e reforçar os controlos nesta área".

Investigadores do Instituto de Biologia Molecular e Celular e opositores ao uso de animais em experiências alertaram para a incipiente fiscalização aos locais de criação de animais para fins experimentais e às práticas dos cientistas em Portugal.

Em resposta, o ministério esclarece que "existe um controlo efectivo sobre a utilização de animais no país" por parte da Direcção Geral de Veterinária (DGV).

A nota explica que a DGV faz a avaliação das condições de alojamento e de maneio dos animais nos centros de criação de animais para experiências científicas, verificando se o modelo experimental proposto respeita o princípio legal dos "3R's (Reduction, Refinement e Replacement - redução do uso de animais em experiência, melhoramento das práticas e substituição dos animais por outras alternativas) para reduzir o "eventual sofrimento dos animais".

Constança Carvalho, da plataforma de oposição ao futuro Biotério da Azambuja, defendeu que a falta de fiscalização leva a que, por vezes, experiências em que existem alternativas ao uso de animais continuem a ser feitas com recurso a animais, sobretudo em experiências básicas que não se destinam a comprovar hipóteses colocadas pelos cientistas.

O Ministério da Agricultura revela que, em 2008, foram usados mais de 50 mil animais em experiências, cuja utilização foi autorizada pela DGV.

No país, existem 11 biotérios licenciados, estando a DGV a acompanhar processos de licenciamento de outros "a quem têm sido recomendadas alterações ou melhoramentos" para cumprirem a lei.

O Dia Mundial do Animal de Laboratório assinala-se no sábado para recordar os milhões de animais que todos os anos são utilizados e mortos em experiências científicas.

Em Lisboa, o dia será assinalado com uma marcha contra a construção do Biotério da Azambuja, um projecto das Fundações Gulbenkian e Champalimaud e da Universidade de Lisboa que prevê a instalação de dezenas de milhares de jaulas para animais destinados à investigação científica.

fevereiro 02, 2011

Contra os testes de cosméticos realizados em animais.

A Unilever respondeu!

Resposta da Unilever a uma amiga:

 At last I can feel a small breeze of change :)

Hello from Unilever,Thank you for your email. We take your views seriously. We are committed to eliminating animal testing. That is why we have been leading our industry and investing €3 million a year for the past 7 years on developing alternative non-animal testing methods. We are actively trying to accelerate the approval of these testing protocols by authorities. In addition, Unilever is committing to no animal testing for our tea and tea-based beverages, with immediate effect (http://unilever.com/sustainability/news/news/default.aspx). This is in line with the positioning of our tea category as a leader in environmental sustainability and the ethical sourcing of tea. However, there are still several countries where we are still legally required to test the safety of our products as a condition for us being allowed on the market, and in these cases the testing will be provided by third parties. The issue is a complex one and more information is available at:http://unilever.com/sustainability/consumer/testing/?WT.LHNAV=Developing_alternative_approaches_to_animal_testingThank you for taking the time to contact us and for giving us the opportunity to respond; we hope that the enclosed information is helpful. Let me assure you that your comments are extremely valuable to us and will be shared with those persons responsible for our product development. Yours sincerely, External Affairs DepartmentUnilever PLCRegistered in London number 41424www.unilever.com

Não posso dizer que sejam más noticias. Acho muito bem que invistam na eliminação dos testes em animais. Se não houvesse alternativa... mas já há!

Enquanto continuarem a praticar este tipo de testes não lhes compro nada e talvez até seja por isso que me responderam uma vez que fiz questão de vincar essa minha decisão.

Aqui estão alguns dos produtos da Unilever (!tudo o que seja da Unilever é testado em animais!)

Mas  não só a Unilever

Eis mais algumas marcas cruéis:

Johnson & Johnson
Garnier
L'Oréal
Vichy

Fonte: Carla (Facebook)

janeiro 29, 2011

"Todas as empresas nacionais testam cosméticos em animais"

por PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO ANIMAL, HELDER ROBALO
26 Janeiro 2011

A Coligação Europeia para o Fim das Experiências em Animais (ECEAE) quer evitar que seja adiada a entrada em vigor da directiva que proíbe a venda de todos os novos cosméticos e produtos de higiene pessoal que tenham sido testados em animais, mesmo fora do espaço UE.


Ainda há muitas empresas a fazer experimentação animal?
Neste momento ainda é mais fácil dizer quais são as empresas que recorrem à experimentação animal do que aquelas que já deixaram de praticar esta crueldade para com os animais. Contudo, se qualquer pessoa escrever para uma L'Oréal a perguntar se eles fazem experimentação animal, eles não vão dizer que sim e ponto. Vão dizer que estão a fazer todos os esforços para não o fazer e que só recorrem em casos extremos. Apesar disso, a ECEAE tem publicada na sua página uma lista de empresas, que foram verificadas por serviços independentes, e que são cruelty free, isto é, livres de experimentação animal.


Isto acontece também em Portugal?
Em Portugal todas as empresa testam os seus produtos em animais.


O que é que está a acontecer neste momento com esta directiva?
O que está a acontecer é que desde 2003 que a União Europeia aceitou que fossem instituídas diversas proibições, como a de testar ingredientes para cosméticos em animais em toda a UE, independentemente de haver alternativa validada ou não, e a venda ou importação de quaisquer ingredientes para cosméticos, ou os próprios, que tivessem sido testados em animais depois daquela data. Medidas que seriam agora reforçadas.


Quais são as principais preocupações das associações de defesa dos direitos dos animais?
O que está a acontecer é que, apesar destas proibições, há países fora da UE que não têm qualquer legislação neste sentido. E, por isso, há empresas que estão já a instalar os seus laboratórios em países como a China. Uma das nossas lutas agora é que não possa ser importado qualquer ingrediente de países onde não há quaisquer regras.


É assim tão rentável para as empresas manter a experimentação animal?
Não é uma questão de ser rentável. Há aqui toda uma rede interessada nesta actividade. Desde o tipo que constrói as jaulas até às empresas que produzem cosméticos e produtos farmacêuticos. A experimentação animal é um dos mundos mais fechados. Estas classes são muito protectoras.
Mas as empresas não dispõem já de técnicas alternativas em que não é necessário recorrer aos testes em animais?
Elas podiam usar técnicas alternativas, que já estão validadas. Mas dá muito jeito testar em animais, até porque recebem bolsas milionárias para investigação. E falo desde o cientista individual até às próprias universidades e empresas.


Qual a situação em Portugal actualmente?
É muito pobre. Há um conhecimento muito reduzido desta realidade. Ainda há uns meses participei numa conferência em que uma investigadora dizia que esta directiva dos cosméticos já tinha entrado em vigor.

Fonte: DN Ciência

janeiro 19, 2011

Diga NÃO aos Cosméticos Cruéis na Europa

Gabinete de Imprensa da ANIMAL
gabinete.imprensa@animal.org.pt
A ECEAE (Coligação Europeia para o Fim das Experiências em Animais), uma coligação líder de grupos de proteção dos animais na Europa, e cuja organização-membro portuguesa é a ANIMAL, lança hoje uma nova campanha que visa acabar com a venda, na Europa, de cosméticos e produtos de higiene pessoal que tenham sido testados em animais. Em Portugal, esta campanha será levada a cabo pela ANIMAL.
A partir de 2013, a UE terá que proibir a venda de todos os novos cosméticos e produtos de higiene pessoal que tenham sido testados em animais, mesmo fora do espaço UE. Contudo, as autoridades responsáveis estão agora tentando estender este prazo, e, isto acontece, mesmo havendo uma forte oposição pública quanto aos testes desses produtos em animais, e mesmo já existindo uma proibição na EU. Se a proibição das vendas for adiada, isso pode significar que, durante mais dez anos, milhares de coelhos, ratos, porquinhos-da-índia, entre outros, serão injetados, gaseados, e mortos com fins cosméticos.
Michelle Thew, Directora Executiva da ECEAE diz: “Nenhum animal deve sofrer para que sejam vendidos novos cosméticos na Europa. Juntos podemos mostrar a oposição pública aos testes em animais e pedirmos ao Parlamento Europeu que vote contra a prorrogação do prazo máximo para a proibição. Por favor assinem a petição da ECEAE e digam não aos cosméticos cruéis na Europa.”
Segundo Rita Silva, Presidente da ANIMAL e representante da ECEAE em Portugal, “depois dos esforços e do trabalho de lobbying que, enquanto coligação, fizemos ao longo dos últimos anos para que a Diretiva de Cosméticos pudesse ser o mais justa possível para com os animais que defendemos, e, depois de, por fim, termos alcançado tão pouco, é ultrajante que esse pouco alcançado esteja agora a ser posto em risco, com esta tentativa da Comissão de prolongar o prazo para a proibição das vendas de cosméticos testados em animais, dentro do espaço da EU”.
Notas
Em fevereiro de 2003, depois de anos de campanhas lideradas pela ECEAE, a UE concordou em proibir os testes em animais para cosméticos, o que resultou na 7ª. Emenda na Directiva de Cosméticos, cujos efeitos se podem divider em duas fases:
A primeira fase foi implementada em 11 de março de 2009, quando a 7.ª Emenda proibiu:
- Testar ingredientes para cosméticos em animais em toda a UE, independentemente de haver uma alternativa validade ou não;
- Vender ou importar quaisquer ingredientes para cosméticos (ou os próprios cosméticos) que tivessem sido testados em animais depois daquela data.
Contudo, há três tipos de testes em animais que são excepcionados desta proibição:
Toxicidade por Dose Repetida – coelhos ou ratos são forçados a comer, inalar, ou serem esfregados com o ingrediente em questão, todos os dias durante 28 ou 90 dias, e depois são mortos;
Toxicidade Reprodutiva – coelhas ou ratazanas grávidas são forçadas a comer o ingrediente, e depois são mortas, juntamente com os fetos;
Toxicocinética – coelhos ou ratos são forçados a comer o ingrediente , são mortos, e depois os seus órgãos são examinados para ver como o ingrediente se distribuiu;
Apesar da forte objeção da ECEAE, a Comissão Europeia defende que o teste “Toxicidade por dose Repetida” também deve incluir os seguintes testes:
· Sensitização Cutânea – o ingrediente cosmético é esfregado na pele previamente rapada de porquinhos-da-Índia, e o mesmo acontece nas orelhas dos ratos, para testar se há reacção alérgica. Os animais são mortos depois;
· Carcinogenicidade – os ratos são alimentados com o ingrediente durante dois anos para ver se desenvolvem cancro, e depois são mortos.
Fonte: ANIMAL

setembro 13, 2010

Animais com testes restringidos na Europa

Primatas só podem ser usados em casos excepcionais, se estiverem em causa doenças como a sida e malária
2010-09-13
EDUARDA FERREIRA


Os primos directos do Homem vão ser excluídos de ensaios laboratoriais na UE. Só em pesquisas sobre doenças muito ameaçadoras para a espécie humana será admitido o recurso a gorilas, chimpanzés, bonobos ou orangotangos. A directiva vale a partir de 2013.

Depois de um moroso processo, foi aprovada pelo Parlamento Europeu a Directiva que enquadra o uso de animais vertebrados em experiências científicas.

O documento estabelece normas rígidas relativas ao bem-estar dos animais (desde o tamanho das jaulas ou gaiolas ao acesso à água), bem como linhas de procedimento ético com o propósito de evitar sofrimento aos animais. Os Estados têm agora de se preparar para o cumprimento da Directiva a partir de Janeiro de 2013.

Ao longo do processo e elaboração legislativa, a Comissão Europeia desencadeou iniciativas e apoiou projectos para a introdução de métodos alternativos ao uso de animais em laboratório. Esse é um desígnio que continua a ser desenvolvido pelo Centro Europeu de Validação de Métodos Alternativos. ?Substituir, reduzir e refinar os testes em animais? são os lemas dessa tarefa.

Os animais usados nos ensaios foram-no sobretudo para a investigação de produtos ou dispositivos destinados à saúde humana (57,5%) e animal. Eles são cobaias em estudos sobre vírus, imunologia, genética, tratamentos oncológicos e outros da área farmacêutica.

Uma parte menos significativa destina-se a avaliar se produtos ou substâncias para uso humano ou de alimentação animal são tóxicos. Produtos químicos industriais e pesticidas são também assim testados.

A nova Directiva restringe a utilização dos grandes símios (como os chimpanzés, bonobos, gorilas e orangotangos) a situações em que a sobrevivência destas espécies esteja em causa ou na eventualidade de um surto de doença debilitante ou que ponha em causa a vida de seres humanos.

Esta excepção é justificada pelo facto de “a Comissão Europeia não vislumbrar a dispensa de primatas não-humanos num futuro previsível.” Ou seja, a proibição vai admitir excepções (autorizadas), na medida em que decorrem “programas vitais de investigação em doenças infecciosas como a sida, malária e hepatite.

JN

agosto 12, 2010

Perguntas Freqüentes sobre Testes em Animais

Por que a PEA não desenvolve um Selo de produtos não testados em animais?
Um dos projetos da PEA incorpora a idéia de exigir que as empresas de cosméticos e produtos de limpeza exibam no rótulo dos seus produtos a informação de como foram realizados os testes, bem como exibir a informação se na composição dos seus produtos há substâncias de origem animal. A PEA disponibiliza para empresas interessadas, um selo de recomendação de Produtos Não Testados em Animais.

Por que um produto que contem ingredientes de origem animal está na lista de empresas que não testa em animais?
Em relação às listas de empresas, esclarecemos que todas elas se baseiam exclusivamente em informar em relação aos testes em animais. São listadas empresas que Testam e Não testam em animais. Não são listas baseadas nas composições dos produtos.

Produtos Alimentícios são Testados em Animais?
Com exceção das rações, alimentos não são testados em animais. Entretanto existem empresas alimentícias que possuem uma divisão que fabrica outros produtos, como cosméticos por exemplo, e estes sim podem ser testados em animais. Este é justamente o caso do Ades, que de fato não é testado em animais, mas os cosméticos da Unilever (sua fabricante) são, segundo investigação da PETA. Portanto, alguns produtos estão não lista por fazerem parte de empresas que testam em animais.

Calçados são Testados em Animais?
Calçados não são testados em animais.

Como vocês sabem que a empresa teste ou não testa em animais?
A PEA está investigando empresas nacionais, no intuito de montarmos uma lista de produtos nacionais ecologicamente corretos. Conscientizando assim os consumidores que respeitam a vida em geral.

As empresas nacionais, que estão em nossas listas de empresas que não testam em animais, informaram-nos, via documento devidamente assinado por representante legal, como são realizados os testes. Empresas (e suas marcas comerciais) que porventura não constem nas listagens significa que não foi possível nenhum tipo de contato e/ou confirmação efetiva sobre o uso ou não de animais em testes, portanto, não constam na lista para evitar equívocos. Somente são incluídas nas listagens empresas que assumem publicamente a utilização de animais em testes, ou empresas que se comprometem pelo não uso de animais em testes, sempre mediante assinatura de seu representante legal.

As empresas multinacionais, que constam nas listas do site da PEA, foram investigadas pela PETA (www.peta.org), entidade internacional com sede nos EUA que faz investigações regulares sobre o assunto. Nossa lista de empresas multinacionais, baseia-se exclusivamente nos dados desta entidade. Vale lembrar que, embora algumas filiais de empresas norte-americanas afirmem não realizarem testes em animais no Brasil, a empresa matriz os realiza no país de origem, estando assim, na lista de empresas que testam em animais.

Como eu posso saber se a empresa que não consta na lista da PEA testa em animais?
É importante que você escreva para as empresas que não estão nas listas, pedindo informação sobre os testes. Não aceite respostas por telefone. Peça que escrevam um e-mail ou carta, assim você terá um documento comprovando suas respostas.

Mas cuidado, nem sempre as empresas que testam em animais afirmam isso claramente, dando a falsa impressão de que os testes não são feitos em animais. Muitas omitem tal informação. Infelizmente estamos sujeitos a declarações falsas.

Não podemos esquecer que muitas empresas enviam seus produtos para laboratórios terceirizados que realizam seus testes em animais. Neste caso, a empresa testa, porém muitas poderão afirmar que não. Como consumidores, devemos exigir que nossas dúvidas sejam devidamente sanadas, uma vez que toda e qualquer empresa tem o direito e o dever de nos informar sobre o produto que estamos consumindo, desde o processo de fabricação até o teste do produto.

Vale ressaltar que os testes de cosméticos e produtos de limpeza, em animais, é absolutamente inútil. Já existem no mercado alternativas eficientes e eficazes que substituem esses métodos antiquados e cruéis. Porém, muitas empresas, por puro interesse econômico, insistem em não adotá-los.

Como posso ajudar a parar com os testes em animais? 
É importante boicotar os produtos testados em animais e substituí-los por outros que não são testados em animais. Mas, mais importante ainda é deixar as indústrias saberem sobre o nosso descontentamento com seus métodos de pesquisa. Não adianta deixarmos de usar um produto e não comunicar à empresa as razões pelas quais não os utilizaremos mais.

Por enquanto, o que todos nós podemos e devemos fazer é:
- pressionar as empresas a pararem de testar em animais.
- consumir produtos que não foram testados em animais: Clique Aqui
- divulgar as listas de empresas que testam em animais: Clique Aqui
- divulgar as listas de empresas que não testam em animais: Clique Aqui
- divulgar todas as informações referentes a testes em animais: Clique Aqui

Certamente, em breve, os testes em animais irão ser suspensos, mas isso só depende de nós consumidores!

Fonte: PEA

julho 23, 2010

Unilever e os testes em animais


Ao ser indagada sobre sua postura sobre testes em animais, a Univeler Brasil responde sempre com um e-mail padrão “cheio de rodeios”. A Unilever é uma das maiores empresas do mundo e é detentora de muitas – mas muitas mesmo! – marcas conhecidas de alimentos, produtos de higiene etc. Veja aqui todos os produtos da Unilever. O e-mail reproduzido abaixo é padrão de resposta deles há anos. O que aocntece é: A Univeler Brasil não faz testes em animais mas a Unilever como “company”, internacional, faz. Ou seja, a empresa faz testes em animaisEm resumo: os produtos da Unilever torturam animais de outros países e não brasileiros. Isso é o que eles querem dizer no e-mail “cheio de rodeios”.

julho 17, 2010

Testes em animais(?)

A Anda (Agência de Notícias de Direitos Animais) publicou um artigo sobre testes em animais. Lendo o artigo, voltei a refletir sobre o tema...

Penso que a maneira como reagimos ao que se apresenta à nós diz muito sobre nossa evolução.
A empatia. No caso, empatia pelo animal. Me colocar no lugar dele e sentir a dor que ele estaria sentindo se tivesse sido atropelado. Me colocar no lugar dele e sentir o descaso e o desrespeito. E lamento.

Há pessoas que são otimistas e há as que não são. Há pessoas que preferem amar e há as que preferem odiar. Há quem consiga se colocar no lugar do outro, há quem não tenha sentimento nenhum com relação ao outro. As pessoas são diferentes - inclusive, há pesquisas que sugerem que a empatia tem bases fisiológicas. Assim, há pesquisadores e farmacêuticos que se importam mais com a ciência do que com o bem-estar de um animal, seja ele um rato ou um gato. Da mesma forma que não compartilho da falta de sentimento desses cientistas, eles também não compartilham do meu sentimento. Talvez excesso de sentimento, na opinião deles. No entanto, não me cabe bater na porta de seus laboratórios com um cacetete na mão, gritando que eles são assassinos. Não posso colocar sentimentos dentro de outra pessoa, assim como não quero que tirem sentimentos de dentro de mim. O que me cabe é divulgar que há outros meios para se fazer experiências e testes. O que me cabe é boicotar os produtos que são produzidos às custas de crueldade.

Há uma lista das empresas que fazem testes em animais e das que não fazem. Mas não adianta ler os nomes e esquecer quais são na hora da compra. Se nos importamos de verdade, não é difícil boicotar essas empresas e os produtos, não é difícil ir atrás de mais informações sobre isso. Se empresas visam lucros ao optar por testes em animais (alternativas são mais caras), com certeza a queda no consumo será sentida. É uma forma de dizer: Não concordo com o que você está fazendo.

julho 03, 2010

União defende uso de animais em pesquisa

O Ministério da Ciência e Tecnologia deve começar hoje uma campanha sobre a importância do uso de animais em experimentos científicos. A proposta do governo federal é que a população saiba que eles são imprescindíveis para pesquisas de medicamentos e vacinas. Entidades de proteção animal, porém, afirmam que esses animais são submetidos a torturas e sofrimentos.

Angela Caruso, integrante do Fórum de Proteção Animal, ressaltou que a campanha faz um agradecimento aos animais por eles proporcionarem a possibilidade de cura.

– É preciso que a sociedade se solidarize com eles (os animais) para que sejam tratados com ética e respeito, o que não acontece – diz ela.

Fonte


Governo faz campanha a favor do uso de cobaias


O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) lançou ontem(30 de junho) campanha publicitária para defender o uso de animais como cobaias em pesquisas científicas.

Com anúncios em mídia impressa, rádio e televisão, o MCT quer explicar a importância da prática, considerada antiética por grupos defensores dos direitos animais, para o desenvolvimento de medicamentos e vacinas. Cerca de 95% dos animais usados em experimentos no Brasil são roedores, como ratos e camundongos.

As peças publicitárias vão argumentar que os bichos utilizados como cobaia são tratados com ética e respeito.

Ainda assim, segundo o portal Estadao.com.br, grupos de proteção aos animais já se mobilizam contra a campanha, que terá duração de um ano e custou R$ 80 mil.

junho 21, 2010

Pele artificial dispensa teste com animais

Episkin, desenvolvida por fabricante de cosméticos, pode ser cultivada em laboratório.
Técnica permite simular idade avançada e diferentes raças de usuários.

A gigante dos cosméticos L'Oréal acaba de desenvolver a Episkin, uma versão de laboratório da pele humana que deve dispensar a necessidade de usar animais em testes de segurança de produtos de beleza ou limpeza, informa a revista de divulgação científica britânica "New Scientist".

A L’Oréal trabalha no projeto desde os anos 1980, mas uma série de novas leis da União Européia acabaram levando o projeto a maturar mais rápido. A UE aumentou o número de produtos químicos de cosméticos que precisam passar por testes de irritação de pele, ao mesmo tempo em que quer proibir totalmente os testes com animais até 2009. Muitos desses ensaios hoje são feitos em coelhos, causando sérios problemas às cobaias.

Os pesquisadores da empresa usam como fonte da Episkin os chamados queratinócitos, células da pele que sobram de cirurgias nos seios. Elas são cultivadas em camadas, em cima de colágeno, a proteína que garante elasticidade para os tecidos. Nos testes, pedaços de Episkin são colocados dentro do produto químico em questão. Usando um corante especial que fica azul na presença de células vivas, é possível checar que proporção da pele é morta pela substância testada. Em alguns casos, a reação da pele artificial se mostrou mais precisa do que a de animais na hora de predizer a reação humana a certos cosméticos.

Segundo os pesquisadores, a Episkin é bastante versátil. Pode-se simular o envelhecimento da pele expondo o tecido à luz ultravioleta, e o bronzeamento com a ajuda de células especiais chamadas melanócitos. A variação racial também pode ser simulada usando como fonte de células a pele de mulheres de raças diferentes -- coisa muito útil ao medir a eficácia de protetores solares.
Espera-se que a pele também seja útil em testes médicos propriamente ditos.

Manequins podem substituir cães, gatos e ratos no ensino

- O Estadao de S.Paulo

Métodos alternativos ao uso de animais vêm ganhando força, especialmente nas aulas. Alunos podem aprender com manequins de silicone de cães, gatos e ratos. Também são úteis programas de computador e DVDs.

Renato Cordeiro, da Fiocruz, exemplifica. Em uma aula tradicional de fisiologia cardiovascular seria preciso um cão, mas hoje é possível usar um CD-ROM. "Ele pode ser utilizado diversas vezes, em muitas aulas, por muitos anos." Mas ele ressalta que, "quando se passa para a etapa de residência ou estágios, o contato com os animais vivos é pertinente e essencial."

Ana Maria Guaraldo, presidente do Conselho de Ética no Uso de Animais da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), conta que várias disciplinas deixaram de usar animais porque já há vídeos de aulas práticas. Há quase uma década, o Instituto de Biologia abriu mão de cães em em aulas práticas ou pesquisas.

Pesquisa. Segundo Júlia Matera, da USP, laboratórios têm sofrido imensa pressão da sociedade e, para não correr o risco de no futuro deixar de vender produtos experimentados em animais, investem em métodos alternativos. Em 2009, ela participou de um congresso sobre o assunto na Itália. Ela conta que a Universidade Johns Hopkins, em Baltimore (EUA), já possui um Centro de Alternativas para Testes em Animais. / A.B.

REXONA SPFW

Ao visitar o espaço REXONA, no maior evento de moda do Brasil, o SPFW, abordei a assessoria de imprensa presente que não sabia informar se os produtos da Unilever são testados em animais. Além deste absurdo, o brinde era caneta BIC, que é testada em animais.

Fonte: PROTEA

junho 19, 2010

O teatro dos comitês de éticas no uso de animais no Brasil

Vegano: desobedecendo - Ellen Augusta Valer de Freitas


A Lei Arouca em si já é um retrocesso, pois legitima o uso de animais em detrimento da Constituição Federal. A Nova Lei Arouca está provocando a criação de comitês que acabam se formando com as pessoas que justamente usam os animais. Não tem nada mais obscuro que fornecer ao abusador a chance de avaliar seu próprio trabalho. A “nobreza” de garantir que os animais não sofrerão maiores problemas, que o uso dos animais poderia trazer.
A começar pelos formulários de avaliação de projetos de pesquisa: não há opções abolicionistas, não há alternativas ou mesmo o questionamento dos métodos tradicionais - alternativas existem há anos no meio científico, só não são usadas. Os integrantes estão desinformados sobre as alternativas para pesquisa existentes no Brasil; e muitos ainda não sabem que aqui mesmo há lugares em que não se usam mais animais em pesquisa e ensino.
O comitê é composto de pessoas que trabalham com os animais, com vivissecção, de pessoas que têm projetos para serem submetidos ao próprio comitê e por 1 (um) integrante de uma ONG de proteção aos animais. Esta ONG pode ser qualquer ONG, mesmo a que protege apenas cães e gatos. Nada contra, mas pessoas que protegem cães e gatos nem sempre estão a par do que ocorre nos projetos que usam ratos, coelhos, porcos e outros. E nem sempre terão subsídios para analisar um projeto e contra-argumentar a favor dos animais.
A leitura dos projetos é difícil e deveria ser feita por pessoas interessadas em livrar os animais do abuso de serem usados em pesquisas nem sempre relevantes.
Há trabalhos que remetem à época das pesquisas bizarras que se faziam para tratar a loucura. Quem já leu tais pesquisas e hoje se depara com alguns projetos envolvendo choques de temperatura, por exemplo, tem a nítida impressão de ter retrocedido pelo menos um século.
Pesquisas irrelevantes como esta já foram encontradas em comitês de ética para o uso de animais. Mas quem pode reprová-las?
Elas acabam voltando para o autor, até que fique nos moldes (com a apresentação, estrutura e objetivos mais claros), mas pouco se questiona a validade da pesquisa em si.
Aquele 1 integrante que supostamente defende os animais (pois ele pode ser a favor das pesquisas juntamente com os demais integrantes) fica sozinho, com seus argumentos sendo sufocados por observações de caráter estrutural, metodológico e prático dos outros integrantes. Sendo sempre voto vencido em qualquer discussão a favor dos animais.
Num Seminário de Bioética promovido pela PUCRS, enquanto a organizadora do evento se desmanchava em elogios aos comitês de ética, dizendo que eram avanços à pesquisa no país, uma protetora de animais levantou o dedo para falar: ela disse que era integrante de um comitê e que a realidade dos comitês era totalmente diferente do que era falado ali com altos elogios. Ela mencionou que nunca era ouvida e que os projetos eram aprovados mesmo com problemas relacionados ao uso dos animais e com total falta de cogitação a alternativas.
Que opiniões conflitantes! O interessado em usar animais com certeza vai elogiar um sistema que concede a ele a chave da prisão! Ele não precisa pesquisar alternativas, basta mandar suas pesquisas aos que podem aprová-las, tudo dentro da lei.
Não se estimula a pesquisa de mais alternativas, a aplicação de alternativas, a leitura de textos (muitos livros abolicionistas e de alternativas ao uso de animais sequer têm tradução para o português).
E assim vamos vivendo na miséria de um país que transforma suas leis em armadilhas e empobrece a pesquisa com projetos repetitivos e caros para o bolso de todos.
Somos a favor de leis e incentivos que estimulem a pesquisa e a aplicação de alternativas, já que alguns cientistas não se sentem estimulados a fazê-la por vontade própria e muitos já se acostumaram com seu método tradicional. A Lei Arouca apenas serve para legitimar o uso de animais e os comitês de ética somente “confortam” os desavisados que não sabem do que ocorre lá dentro. Como diz Carlos Naconecy, é melhor para o animal que está sendo cobaia que os comitês existam, do que se não existisse opção alguma. Mas um comitê formado por interessados na pesquisa com animais apenas é tão questionável do que nada. Se o comitê fosse organizado a fim de abolir a pesquisa com animais, com pessoas isentas de interesses, muito já se teria feito para adiantar o processo de abolição do uso de animais e criação de alternativas.
Uma boa saída seria considerar a Lei federal nº 9.605/98 dos crimes ambientais, que proíbe as práticas cruéis com animais. Tentar colocar em prática tal lei, que é mais antiga e soberana, e quem sabe proibir de fato o uso de animais. Alternativas existem. Nós e muitos cientistas que já trabalham com alternativas ao uso de animais acreditamos e lutamos por isso.

Links:
Lei Federal 
50 consequências fatais de experimentos em animais

Governo federal e cientistas lançarão campanha em favor da exploração de animais pela ciência

Violência e tortura nos laboratórios

Por Robson Fernando (da Redação)

Numa demonstração histórica de que as grandes associações científicas brasileiras (SBPC, CNPq e Academia Brasileira de Ciências) não estão nada interessadas em mudar sua visão ética dos animais e a metodologia das pesquisas biomédicas e de que o Governo Federal está do lado de quem tortura animais em nome da ciência, está para ser lançada uma campanha nacional para “conscientizar” a população sobre os “benefícios” da vivissecção.

Vendo o movimento de defesa dos direitos animais como adversários de uma briga em vez de pessoas que lutam por um bem, governo e cientistas inserirão a campanha publicitária na TV, no rádio, em jornais e em revistas a partir da próxima quarta-feira.
O CNPq e o Ministério da Ciência e Tecnologia já estão financiando a campanha, tendo, segundo seus organizadores, recebido já R$1 milhão e estando para receber mais.
Os anúncios têm dois motes: um, que demonstra o conservadorismo especista da comunidade científica, é que “quase todos os medicamentos e vacinas são resultado de pesquisas com animais de laboratório, salvando muitas vidas” (mas ceifando um número bem maior de outras vidas); o outro, visivelmente hipócrita, é que, depois da Lei Arouca, aprovada em 2008 para regular o uso de cobaias, nenhum animal deixa de ser tratado “com ética e dignidade”.
A ideia dos organizadores é convencer a população, que hoje “não tem noção” da importância das cobaias. “Acham que o cientista está lá para matar ratinho”, afirma Marcelo Morales, biólogo da UFRJ e um do organizadores da lamentável campanha.
Diz o vivisseccionista que “muitos não sabem que, sem os animais, medicamentos contra diabetes e o coquetel anti-Aids, por exemplo, não seriam possíveis”, demonstrando que a comunidade científica brasileira não sabe nem quer mudar a metodologia de suas pesquisas e sua concepção ética dos direitos dos animais à vida, à liberdade e à integridade.
Fica evidente que, para os cientistas, que querem continuar vivendo do ato de torturar, envenenar e matar animais por interesses estritamente humanos, os direitos animais são nada mais que um incômodo estorvo e que o governo federal está do lado dos opressores.
Com informações da Folha.com 
(*)Nota da Redação:Esta
mos perto do lançamento de uma vergonhosa e hipócrita campanha de alienação e desinformação feita por governo e cientistas. Lançam-se os argumentos enganosos de que a vivissecção, com todas as suas agruras, é “necessária” e que os animais torturados nos laboratórios são tratados com “ética e dignidade”. Ora, se o tratamento dos animais “de laboratório” é tão “ético e digno”, por que não usam cobaias humanas então? — gostaríamos muito que os cientistas respondessem a esse questionamento. É hora das entidades brasileiras de defesa dos direitos animais se unirem e lançarem uma larga campanha nacional de conscientização para não deixar que essa campanha inescrupulosa de governo e cientistas fomente a ignorância na população brasileira, ainda tão carente de noção de como os animais são maltratados pela ciência no Brasil e no mundo.
via ANDA(*)

junho 02, 2010

Crueldade em nome da ciência: Pai e filha unidos para torturar animais em laboratório

Por Robson Fernando   (da Redação)
Uma família unida para torturar animais em nome da ciência. Assim pode-se denominar o triste feito do cientista Maiken Nedergaard, do Centro Médico da Universidade de Rochester, no estado estadunidense de Nova York, e sua filha Nanna Goldman, de apenas 16 anos.
Foi publicada recentemente no periódico científico Nature Neuroscience uma pesquisa que estudou os efeitos da acupuntura no sentimento de dor de camundongos. Goldman participou da pesquisa como projeto de verão atribuído pelo pai.
Como descreve friamente o colunista da Folha de S. Paulo Marcelo Leite, “pai e filha se uniram para aprontar (sic) com camundongos, os bodes expiatórios de sempre em laboratórios biomédicos”.
Na experiência frankensteiniana, camundongos foram anestesiados e tiveram inseridas agulhas em uma de suas pernas, extraindo líquidos corporais que se conferiu estarem com níveis altos de adenosina. Em seguida os cientistas da equipe de Nedergaard e Goldman usaram drogas para estimular inflamações nos animais. 
Forneceram então adenosina para metade deles e compararam as reações do grupo estudado e do grupo controle a estímulos dolorosos – a velha tortura que não pode faltar em experiências de vivissecção. Entre as agressões, estava esquentar o local inflamado com raios laser. Fica evidente que os animais do grupo controle sofreram integralmente as dores infligidas pelos cientistas.
No terceiro passo da experiência, testaram a associação de agulhas de acupuntura com a adenosina e, em mais tortura, verificaram que a adenosina pode “turbinar” o efeito da acupuntura, uma vez que os animais demoravam mais para reagir à violência infligida pelos cientistas. Animais com carência de receptores químicos para a adenosina sofreram integralmente com a dor imposta por esse último passo da experiência.
O próximo passo da pesquisa é testar a associação entre acupuntura e adenosina em humanos.
Com informações da Folha Online 
Nota da redação: Além de animais torturados com drogas inflamatórias, vemos a ascensão de um jovem “talento” que, sem coração, sem compaixão pelos animais “de laboratório”, estará no futuro disposta a matar e torturar muito mais animais, quando tiver seus próprios biotérios à disposição. Eis uma menina que, desde jovem, aprende a não ter compaixão nenhuma por animais de laboratório, aprende a fazer distinção moral entre aqueles animais que devem ser respeitados e não torturados  — cães e gatos — e aqueles que podem ser maltratados e violentados livremente — os chamados “animais de laboratório”. Uma jovem que absorve desde cedo a crença de que animais “de laboratório” são autômatos escravizáveis a serviço do ser humano, meros robozinhos orgânicos cuja dor e sofrimento nada mais são que uma reações  “eletrônicas” que nada têm a ver com sentimentos e senciência. É triste saber que vivisseccionistas estão abduzindo seus filhos para se tornarem uma nova geração de torturadores.
Fonte: ANDA

Ativistas requisitam investigação federal acerca de animais usados para experimentação em centro médico

Por Giovanna Chinellato  (da Redação)
Um grupo pelos direitos dos animais está pedindo uma investigação federal a respeito dos primatas explorados para pesquisas pelo centro médico da Universidade do Kansas, nos EUA.
Ativistas saem às ruas mascarados de animais para protestar contra a tortura e o uso de animais em laboratórios (Foto: Reprodução/SAEN)
Ativistas saem às ruas mascarados de animais para protestar contra a tortura e o uso de animais em laboratórios (Foto: Reprodução/SAEN)
O grupo Stop Animal Exploitation Now (“Parem a exploração de animais agora”) preencheu, recentemente, uma queixa formal contra a USDA, alegando que os primatas usados para pesquisa morreram ou sofreram dores severas.
imagem de animais explorados e torturados em pesquisas
Imagem: Reprodução/SAEN

Representantes do centro médico não estavam disponíveis para comentar.
Em 2009, o centro médico da USDA teve 160 acusações de violar leis federais de proteção animal durante suas pesquisas.
 
Nota da Redação: O uso de animais em laboratórios é uma violência, um ato criminoso, uma violação descarada e indiscutível dos direitos dos animais. Animal nenhum deve ser usado para pesquisa sob pretexto de experimentação científica.Evoluímos o suficiente para compreender que a inteligência humana já criou alternativas para estudar curas e questões relativas à ciência de forma ética, sobretudo respeitando os animais como sujeitos de direito e seres sencientes. O lugar dos animais é na natureza, bem longe da intenção utilitarista e exploratória dos seres humanos.
Fonte: ANDA