“Os Experimentos em Animais ATRASAM o progresso da ciência”.
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setembro 19, 2010

Sacos de papel VS Sacos de plástico

A verdade é que a questão não é tão simples como parece...
Sacos de papel VS Sacos de plástico

Os sacos de plástico mais antigos criaram um problema grave: fizeram bastante lixo, uma vez que ou não desaparecem ou se biodegradaram muito devagar. Os sacos de plástico mais recentes podem ser biodegradáveis.
Por outro lado, os sacos de plástico podem produzir outros sacos de plástico indefinidamente, enquanto os sacos de papel têm uma "vida reciclável" limitada. As fibras deterioram-se demais se continuarmos a reciclá-los eternamente.
Para além disto, para reciclar sacos de papel é necessária uma grande quantidade de água, água essa que fica contaminada. Também a energia dispendida para produzir os sacos de papel é muito mais elevada do que a necessária para produzir um saco de plástico.
Os sacos de papel são mais pesados e ocupam mais espaço, o que encarece o seu transporte e aumenta as emissões de dióxido de carbono. São também menos resistentes à humidade e rasgam-se facilmente. Já os sacos de plástico nem sempre são biodegradáveis.
Actualmente, tanto o papel como o plástico são fáceis de reciclar. Reciclar papel é mais dispendioso e requer mais energia. Já os sacos de plástico são triturados, misturados e em minutos são transformados em sacos novos.
Então em que é que ficamos?
Proteger o ambiente é, essencialmente, fazer escolhas. Na altura de decidir se vai usar sacos de plástico ou de papel, é preciso reflectir qual será a nossa atitude depois de os termos usado. Reciclar é essencial, seja plástico ou papel, porque assim evitamos que se busquem novos materiais para criar o mesmo produto.
O nosso conselho?
A melhor opção é escolher sacos com maior longevidade! Falamos dos 
sacos de pano, dos cestos de verga, enfim, materiais que sejam de maior durabilidade - e muitas vezes mais fortes do que os de papel ou plástico. Não custa nada!
por: Desafio Verde 

maio 13, 2010

Estou de SACO CHEIO!!!

Tá sem saco? Use ecobag!

A campanha “Saco é um saco”, lançada pelo Ministério do Meio Ambiente e pela Secretaria do Ambiente do Rio de Janeiro, tem como principal objetivo a não utilização de sacolas plásticas e a troca dessas pelas sacolas retornáveis. De acordo com notícia divulgada n’O Globo, “pelo menos 600 milhões de sacolas plásticas deixaram de ser utilizadas no Rio, desde o lançamento, em julho do ano passado”.
A grande geração das sacolas são feitas por supermercados e lojas, que tem de se conscientizar e aconselhar seus consumidores a trocarem a plástica pela ecológica. A lei diz que as empresas de pequeno porte tem de 2 a 3 anos para adotar essa medida, enquanto as de grande porte tem um ano, que expira em 15 de julho. Provavelmente quando esse tempo expirar é que conseguiremos realmente notar uma grande evolução. Afinal, em média, cada brasileiro utiliza-se de 800 dessas sacolas por ano.
Muitas empresas que se preocupam com o meio ambiente passaram a produzir as ecobags, sacolas ecológicas produzidas  através de tecido reciclado. Pode-se pensar que tais sacolas seriam mal feitas e talvez não muito atraentes, mas com a evolução desse conceito, asecobags têm ficado cada vez mais modernas e estilizadas.
Fujiro tem inovado cada vez mais na produção de ecobags. São variados modelos pra diversas utilizações. Tem aquelas para fazer compras, outras que usa-se para carregar DVDs, há também bolsas estilizadas de passeio. A empresa de ecotextil possui uma linha chamadaAquarela, que também é produzida com algodão 100% reciclado e colorido. A linha Aquarelapode ser usada para criação de diversos produtos, deixando a critério do cliente fazer essa escolha.
As ecobags estão aí e vieram pra ficar, como uma ótima solução para o grande problema de poluição. Cabe a cada um de nós aceitar essa nova proposta e passar a se adequar a ela. Aliás, além de ecológicamente corretas, as ecobags dão uma renovada no visual das antigas e “erradas” sacolas plásticas tão desgastadas.
Que tal dar esse novo “look” a sua empresa?






A produção descontrolada de lixo

Na semana passada, o Jornal Nacional apresentou uma série de reportagens sobre a ameaça ambiental que não depende de acidentes para provocar estragos: a produção descontrolada de lixo.
Uma questão importantíssima e muito bem retratada pelo noticiário, o aumento do volume de lixo é consequência natural do crescimento populacional e do poder aquisitivo desta população.
 No Brasil, novos consumidores ávidos por produtos que antes não estavam ao seu alcance financeiro, surgem à medida que mais pessoas saem da linha de pobreza e atingem a classe média. Um maior consumo é sinônimo de mais lixo: mais embalagens, troca mais rápida de bens, etc.


O JN mostrou a questão do consumo excessivo de sacolas plásticas e soluções encontradas por supermercadistas e outros varejistas para ajudar o consumidor a diminuir a quantidade de sacolas que leva para casa. Sacolas retornáveiscaixas de papelão, deixar as embalagens desnecessárias para encaminhar à reciclagem – são inúmeras as alternativas para reduzir o uso de sacolas plásticas. Até mesmo os fabricantes de produtos em geral estão preocupados com a situação, diminuindo suas embalagens ou incluindo alças de transporte dos produtos (caso do papel higiênico Neve, da empresa parceira da campanha Saco é um Saco, Kimberly-Clark).
Assista à reportagem e conheça essas e outras iniciativas importantes para mudarmos nossos hábitos e a herança que deixaremos para o planeta!
Saco é um saco!! Pra cidade, pro planeta, pro futuro e pra você!


maio 07, 2010

Cadeiras de praia reformadas com sacolas plásticas

Vera Neujahr é uma senhora que encontrou uma forma de transformar cadeiras através da reciclagem de sacolas plásticas.

O interesse de Vera em utilizar o material plástico para fazer artesanato se deu em 2006, quando ela começou a estudar diferentes técnicas de reaproveitamento das sacolinhas. Depois disso, ela não parou mais.



A princípio a ideia era desenvolver o fio ideal para a fabricação de tapetes de crochê que fosse resistente. O fio foi desenvolvido e outros objetos também. Vera descobriu uma forma de utilizar as sacolas plásticas para revestir as cadeiras de praia que estavam quebradas em sua casa.

As cadeiras feitas pela moradora de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, têm feito sucesso. O mais legal é que a cada cadeira revestida, 350 sacolas deixam de ser descartadas no meio ambiente.



Vera passa a técnica adiante através de oficinas ministradas por ela, onde as pessoas também aprendem a fazer tapetes e almofadas.

Para encomendar cadeiras e outros produtos, basta contatá-la através do telefone: (55) 8414 – 4165 / 3211 – 3908 e os produtos serão enviados via Sedex.

Fonte: http://ciclovivo.wordpress.com

Ecobags de plástico: leves, seguras, elegantes e ecológicas. Não esqueça: Reduza, reutilize e recicle as sacolinhas plásticas!

As sacolas ecológicas – também conhecidas como ecobags – estão na moda. Desde que se iniciaram campanhas para a conscientização sobre o uso responsável das sacolas plásticas, as ecobags ganharam espaço como alternativa ambientalmente adequada às necessidades cotidianas no transporte das compras. E, quando confeccionadas com plásticos, constituem-se numa opção que combina leveza, segurança, versatilidade, estilo, durabilidade e sustentabilidade.

Ecobag de PET Reciclado

Essas ecobags já se encontram nos supermercados. Elas são ecologicamente corretas por serem retornáveis e 100% recicláveis. A ráfia, o Nãotecido (o chamado TNT), o polipropileno, até mesmo o PET reciclado são variedades de plásticos que têm sido muito usadas na confecção dessas sacolas. Isso porque os plásticos levam vantagem sobre outros tipos de material: são higiênicos, fáceis de limpar - utiliza-se o mínimo de água, evitam contaminações de resíduos das compras e são impermeáveis, além de oferecerem diversas possibilidades de design e impressão.

Ecobag de Ráfia

A moda das ecobags se intensificou quando o uso excessivo das sacolinhas plásticas distribuídas pelo varejo começou a ser questionado. Ainda assim, as sacolas, quando utilizadas de forma consciente, tornaram-se indispensáveis à vida moderna.

Saber usar as sacolinhas plásticas de forma consciente, o que significa descartá-las corretamente (facilitando sua coleta seletiva) ou reutilizando-as, é a melhor solução. E esse uso responsável está intimamente ligado à qualidade do produto. Se forem resistentes, não precisam ser colocadas uma dentro da outra para carregar compras mais pesadas. Atenta a isso, a indústria tem trabalhado intensamente para que as sacolas sejam produzidas dentro de normas e adotadas pelos supermercados.

Em maio de 2007, foi lançado o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, uma iniciativa conjunta da Plastivida, do Instituto Nacional do Plástico e da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis, com as entidades de supermercados do país.
O Programa, que visa a conscientização da população sobre uso e descarte adequados de sacolas plásticas, chegou em São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Brasília e Goiânia, conta com o compromisso dos supermercados na distribuição de sacolas fabricadas dentro das normas de qualidade. Utilizadas adequadamente, as sacolinhas de supermercado otimizam suas várias funções, as quais já incorporadas ao cotidiano das pessoas. O Programa chegará ainda este ano também,em Fortaleza (CE), Florianópolis (SC), Rio de Janeiro (RJ), Campo Grande (MT) e Belo Horizonte (MG).
Ecobag de Polipropileno


Para definir quando é melhor utilizar uma sacolinha ou uma ecobag de plástico, faça como a Plastivida: guie-se pela aplicação do conceito dos 3Rs – Reduzir, Reutilizar e Reciclar. As opções de sacolas são variadas para cada aplicação. O importante é que sejam usadas com responsabilidade e que, na hora de seu descarte, esse seja feito adequadamente.

O Programa de Qualidade também confeccionou uma ecobag de plástico, não para comercializá-la, mas para demonstrar aos formadores de opinião, aos legisladores e ao público em geral as vantagens e a beleza do produto confeccionado com esse material.

Ecobag de Polietileno
Se cada um deve colaborar para a preservação do planeta, por que não fazê-lo com racionalidade, durabilidade e elegância? Ecobag de plástico. Compre esta ideia.

Ecobag de PET reciclado

ECOBag feita de sacolas plásticas! Siga o exemplo abaixo e faça já a sua!

ecobagdeplastico
Veja as imagens abaixo e comece a fazer agora sua ECOBag!
sacola
1 – Separe os sacos plásticos e dobre-os em formato de tiras
1
2 – Corte as pontas do saco, as sobras em destaque não serão usadas
2
3 – Corte o saco dobrado em pequenas tiras
3
4 – Desenrole as tiras, uma a uma
4
5 – Dê um nó, unindo uma tira à outra
5
6 – Para isso, passe uma por dentro da outra e puxe
puxe
7 – Enrole as tiras de plástico como se fosse um novelo de lã
7
8 – Você já pode começar o crochê utilizando o novelo de plástico
8
9 – Agora é só abusar da criatividade e produzir bolsas lindas, reutilizando as sacolas plásticas!
9
Mais informações acesse o site: Plastic Bag Bag

Fonte: EcoD 

maio 06, 2010

O plástico oxibiodegradável é uma boa opção?


No Brasil e no mundo, especialistas discutem se o plástico oxibiodegradável – aquele que, supostamente, se degrada em cerca de 18 meses com a ação de micro-organismos e agentes naturais – é uma boa alternativa para resolver o problema do consumo absurdo de sacolas plásticas. No meio da discussão, ficam os consumidores: afinal, trocar os sacos plásticos convencionais pelos oxibiodegradáveis é uma boa opção?


De acordo com a Abras – Associação Brasileira de Supermercados, os brasileiros consomem cerca de 33 milhões de sacolas plásticas por dia. Em uma conta rápida, isso significa que utilizamos, aproximadamente, 1 bilhão de sacos plásticos por mês e 12 bilhões, por ano. Desse total, mais de 10 bilhões são descartados de forma incorreta no meio ambiente, provocando uma série de problemas, como o entupimento de bueiros e o sufocamento de animais, sobretudo marinhos.

O uso absurdo e o descarte incorreto de sacolas plásticas não é um problema exclusivo do Brasil. O mesmo acontece em todos os outros países e, por conta disso, é cada vez mais frequente o aparecimento de materiais alternativos, que possam substituir as sacolas feitas com plástico convencional e, assim, diminuir o impacto ambiental. Um deles é o plástico oxibiodegradável – ou OBP, como é conhecido entre os especialistas.

Trata-se de um plástico com tecnologia desenvolvida na Inglaterra, pela empresa Symphony Plastics, que, teoricamente, funciona da seguinte maneira: para que ele degrade antes do plástico convencional, adiciona-se, na composição desse tipo de plástico, aditivos anti-oxidantes e pró-oxidantes, que garantem a oxidação do plástico. Isto significa que a sua decomposição no ambiente é acelerada: ao invés de 400 anos, o processo de degradação dura, aproximadamente, 18 meses.

Mas o grande trunfo do plástico oxibiodegradável diz respeito à sua capacidade de biodegradabilidade, isto é, de ser consumido por micro-organismos presentes no solo e, assim, se transformar, basicamente, em carbono e água – tudo isso em cerca de um ano e meio.

POLÊMICA CONFUNDE
No entanto, esse processo químico provoca divergências de opinião entre especialistas, principalmente os que estão envolvidos com a questão econômica.

Por razões óbvias, membros do OPI – Oxo-biodegradable Plastics Institute – associação internacional responsável pela implantação dessa tecnologia na indústria mundial – e da RES Brasil, principal empresa que comercializa a técnica no país, defendem o plástico oxibiodegradável. Por outro lado, também por motivos evidentes, instituições ligadas aos fabricantes de sacolas plásticas convencionais – como, por exemplo, a Plastivida –, alegam que as oxibiodegradáveis, na verdade, não se biodegradam.

No meio dessa briga, carregada de interesses, os consumidores não sabem como agir. Trocar as sacolas plásticas convencionais por oxibiodegradáveis é uma boa opção? Especialistas acadêmicos dizem que não. “Na natureza, nada se perde, tudo se transforma. Não existe mágica. O aditivo presente nas sacolas oxibiodegradáveis apenas quebra as moléculas desse material plástico em milhares de pedacinhos invisíveis a olho nu. Na verdade, o plástico ainda está lá, mas em uma estrutura diferente”, salienta Eloísa Garcia, gerente do Grupo de Embalagens Plásticas e Meio Ambiente do Cetea – Centro de Tecnologia de Embalagem de São Paulo.

Segundo a pesquisadora, esses micro-pedacinhos de plástico são compostos, também, de outras substâncias – como, por exemplo, resíduos de tinta e pigmentos de impressão, usados para dar cor às sacolinhas –, que poluem ainda mais o meio ambiente. “Todas essas partículas vão se espalhando e causando danos irreversíveis, dos quais só teremos conhecimento no futuro. Tais resíduos contaminam os lençóis freáticos e as plantas. Os animais, por sua vez, se alimentam dessas plantas e nós nos alimentamos deles. Assim, estaremos todos contaminados”, completa Eloísa.

Para o professor de Engenharia Ambiental da Escola Politécnica da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Haroldo Mattos de Lemos, a conclusão é óbvia: “Substituímos uma poluição visível – ou seja, as sacolinhas plásticas convencionais – por uma outra, que também é danosa ao meio ambiente, só que invisível e, portanto, mais difícil de combater: o ‘farelo plástico’. Ou seja, além de não resolver o problema, pioramos a situação”, afirma.


QUESTÃO DE EDUCAÇÃO Para os especialistas, independente do OBP ser ou não oxibiodegradável, a principal questão a ser levantada, diante do consumo absurdo de sacolas plásticas, é se a biodegradabilidade do material é a melhor solução para o meio ambiente. Eles garantem que não.

“Essa é uma solução que vai contra o tratamento correto de resíduos e o consumo responsável. Se digo às pessoas que as sacolinhas irão se biodegradar, na verdade, incentivo o uso das mesmas. O que temos que fazer é educar a sociedade ambientalmente, estimulando a redução do consumo e, também, a reciclagem”, disse Eloísa Garcia.

Para isso, na opinião do professor Mattos de Lemos, a mudança de atitude dos consumidores é fundamental, mas não é a única medida a ser tomada. “Falta, também, incentivo do governo. Na sociedade, tudo que está a favor da economia – como, por exemplo, a reciclagem de alumínio – não precisa de intervenção. Mas, no caso do plástico, a reciclagem ainda não é interessante do ponto de vista econômico. O governo precisa investir nesse processo para, finalmente, encontrarmos catadores recolhendo sacos plásticos com o mesmo entusiasmo que latinhas de alumínio”, disse.

E você? Está fazendo a sua parte? Procure recusar sacolas plásticas no seu dia-a-dia sempre que possível e aproveite para registrar em nosso contador e participar da campanha “Eu Recusei”, pela redução do consumo de sacolas descartáveis.

Planeta Sustentável

abril 24, 2010

Menos e melhor plástico




O plástico português que aduba a terra

Uma boa notícia vinda de Portugal, que saiu no semanário Expresso do passado fim de semana. Uma empresa portuguesa de Porto de Mós, a Cabopol, prepara-se para lançar uma revolução no mercado dos sacos de plástico, com um novo produto denominado Biomind, um plástico realmente biodegradável desenvolvido exclusivamente em Portugal.
A administradora, Rita Meneses, engenheira química de 29 anos, obteve a patente deste produto (fórmula e processo de fabrico) e afirma que este plástico derivado de amido transforma-se em húmus em poucos meses, servindo para fertilizar a terra. (Fontes: Expresso - Caderno de Economia e AICEP. Foto digitalizada do Expresso)

O consumo excessivo de plástico

Eu espero que o Biomind venha a susbstitui o plástico não biodegradável naquilo que for possível, e deixo aqui os votos de sucesso à empresa. Mas não tenhamos ilusões, o plástico não biodegradável ainda cá está para durar. O problema do consumo excessivo de plástico, embora de difícil resolução, é de fácil atenuação. Basta um pouco de boa vontade de muita gente.

As embalagens de plástico não são biodegradáveis, e grande parte delas acabam onde não devem. Uma parte vai para os oceanos, dando à costa nas praias, ou acumula-se nas "sopas" do Pacífico ou do Atlântico. Outra parte vai para as nossa florestas (viu-se, no dia de Limpar Portugal!). Pelo caminho, quantas não são as espécies gravemente afectadas por esta peste!
Não custa nada reutilizar os sacos. Não custa nada deixar de usar água engarrafada quando tem água da torneira de boa qualidade. Não custa nada comprar embalagens maiores de produtos de higiene e limpeza em vez de embalagens pequenas (bom, talvez custe um bocado se tiver de as carregar a pé, mas compensa). Não custa nada acabar com o uso de pratos, copos e talheres de plástico. ... E ao plástico usado, não custa mesmo nada de nada encaminhar para reciclar.
Sustentabilidade é Acção

abril 23, 2010

TIRA COLO - UM NOVO CONCEITO EM ESTILO SUSTENTÁVEL

Meninas estamos em tempos de ecologia e preservar o nosso lindo planeta. Para isso o mais novo estilo de preservação é trocar nossas sacolinhas de plástico por ecobags, mas com estilo né lindinhas? Pensando nisso eu apresento a TiraColo.

Modernas, práticas e compactas, as ecobags TiraColo são para você, que tem uma conduta consciente para com o meio ambiente, porém não abre mão de praticidade e estilo, sempre!
Uma sacola reutilizável capaz de fazê-la sentir-se bem com seu modo de vida.
É a moda conspirando pela beleza natural da mulher, o bem-estar, o conforto e um mundo sustentável.
TiraColo traz em sua essência, grande diversidade de cores e detalhes, que traduzem a identidade da marca e refletem toda elegância da mulher brasileira. Está presente em todo o Brasil e tem na alma brasileira, alegre e colorida, sua fonte de inspiração.

abril 14, 2010

Moda Ética e Consciente


Consumo consciente é o melhor estilo


Nunca compre produtos de couro. Procure pelos sintéticos.  Justifique que você não usa peles de animais. Couro sintético é a melhor opção para o estilo social. No casual ou fashion tudo fica mais divertido! Abuse de materiais orgânicos, super em alta, como os das ecobags, (algodão cru), bem natural. As bolsas super coloridas e transadas em patchwork, com várias estampas de tecidos de algodão também são opções maravilhosas! Em relação ao plástico, tome cuidado, procure saber se a empresa usa materiral biodegradável e se recicla os produtos de coleções passadas.
Agora me diga, com tanto material tecnológico e tanta criatividade, para quê usar restos de animais?!
Definitivamente, a mulher moderna, descolada, antenada, ativa e urbana, que esbanjam autoconfiança, são adeptas da moda ética e consciente!
Nylon, verniz, lona, algodão cru, microfibra, poliéster, PVC, etc... Escolha qualquer um desses materiais, nunca a dor, exploração e morte. Você têm opção.


Onde encontrar:


Sapatos:
- Picadilly http://www.varejopiccadilly.com.br
A empresa não trabalha com couro, as matérias-primas possuem rápida decomposição (em até 5 anos) e não deixam resíduos químicos.
O farelo obtido nesse processo pode ser utilizado como adubo.
Ainda há a linha de bolsas ECO feitas a partir de lona de outdoor.
Para os não adeptos à busca por sapatos em lojas, ou para aqueles que já conhecem os produtos, mas não encontraram a cor ou tamanho que procuravam, a dica é comprar direto na loja virtual:
picadilly
Picadilly
- Melissa http://www.lojamelissa.com.br
- Havana (social masculinos)
havana1
Havana
- Azaléia http://www.hotsiteazaleia.com.br
- Alfa Calçados
Empresa Vegana. Está localizada em Portugal. Mas pode ser comprado aqui no Brasil pelo site www.guiavegano.com.br
alfacalcados
- Beira Rio www.beirario.com.br
A Beira Rio não é mais uma empresa de “sapatos para o lazer” como indica o nome da marca. No site, podem-se encontrar botas, scarpins, sapatilhas, etc.
beira_rio_2
- Grendha www.grendha.com.br
Marca da empresa Grendene, a mesma empresa-mãe da Melissa.
- Goóc www.gooc.com.br
Calçados, bolsas e acessórios e lona e borracha. Masculinos e femininos.


Bolsas e acessórios
- Chenson www.chenson.com.br (Encontre também na NetBolsas  www.netbolsas.com.br)-
“A Bolsa Chenson que você usa, além da qualidade e do estilo que você  conhece, carrega também uma história de sucesso ao redor do mundo. Chenson é a marca de bolsa de mão mais vendida no Brasil e no mundo. Sensibilidade, design, tecnologia na criação e também em todo o processo de produção para garantir qualidade superior em seus produtos, que são recicláveis, em respeito ao meio ambiente. E mais, a Chenson também faz projetos de desenvolvimento sustentável junto às comunidades, com resultados admiráveis, o que proporciona uma satisfação a mais na hora de usar sua Chenson.” Site da marca.


- Kipling www.kipling.com.br
- Vani (Encontre também na NetBolsas  www.netbolsas.com.br)
- Mítrol (Encontre também na NetBolsas  www.netbolsas.com.br)
- Sêneca (Encontre também na NetBolsas  www.netbolsas.com.br)
- Lighthouse (pasta executiva masculina) (Encontre também na NetBolsas  www.netbolsas.com.br)
- TNG www.tng.com.br (Encontre também na Bagaggio  www.bagaggio.com.br)
TNG

- Bagaggio www.bagaggio.com.br
Mas cuidado! Na loja ou no site, você encontra bolsas de diversas marcas e materiais. O bom é que o site possui um sistema de busca em que você pode clicar no material que deseja e refinar sua busca aos produtos apenas naquele material. Nas opções têm “couro” , “couro sintético”, “nylon”, “poliéster” e “tecido”. As opções renunciando o couro são bem maiores.
Pucca
Betty Boop
Snoopy
- Hello Kitty
Penélope Charmosa
Everlast
Timberland
- Alexandre Herthovitch (Encontre também na Bagaggio  www.bagaggio.com.br)
- Goóc www.gooc.com.br
Calçados, bolsas e acessórios e lona e borracha. Masculinos e femininos.
- Matiz (Encontre também na Le Postiche  www.lepostiche.com.br)
Cuidado! Possui produtos em couro, tanto a Matiz quanto a Le Postiche!
- Mario Prata www.marioprata.com.br
Venice
Moo_shoes
Moo Shoes

Site e lojas de roupas Veganas no Brasil
- King 55
 www.king55.com.br
Camisetas e jeans. Sustentabilidade e luta contra a exploração animal.
Rua Harmonia, 452 – Vilas Madalena – São Paulo – SP
(11) 3032 1838
- XBloodlineX ClothingProdutos livres de crueldade Animal. Vendas pela internet e entregas em todo o país.
www.myspace.com/xbloodlinex www.xbloodlinex.com.br
- Tree Tap www.treetap.com.br
Couro Vegetal da Amazônia!
Av. Rui Frazão Soares, 80 Sala 218- Alpha Barra, barra da Tijuca – Rio de Janeiro - RJ


- Vegan Pride www.veganpride.com
Acessórios livre de crueldade
Sites de sapatos veganos no exterior:
Se você busca variedade, irá se surpreender com os sites de calçados, roupas e acessórios
veganos existentes no exterior. Apesar do custo de envio, a boa notícia,é que sim, eles entregam no Brasil!!
http://www.vegetarian-shoes.co.uk
http://www.mooshoes.com
http://www.alternativeoutfitters.com (Vegan Boutique)
www.herbivoreclothing.com


Outras Opções:
Lojas populares e de departamentoLojas populares de calçados, como aquelas existentes no centro das grandes cidades, são uma ótima opção, pois muitas trabalham com modelos sintéticos, para bolsas também.
Em lojas de departamento como Renner, C&A, Riachuelo, Marisa, Leader, etc. você deverá encontrar modelos sintéticos com freqüência. Em algumas redes eles até facilitam a busca e colocam uma etiqueta enorme escrito “COURO LEGÍTIMO” nos modelos não vegans, deixando bem claro o que devemos evitar.
Fontes:www.provegan.com.br
www.netbolsas.com.br (Cuidado! Há produtos de origem animal.)
www.bagaggio.com.br (Cuidado! Há produtos de origem animal.)
www.revistavegetarianos.com.br Ano 2, número 16, p.48-51
Veja também:
- Blusas e EcoBags em patchwork e recicladas:
http://gatacanjica.blogspot.com
- Natalie Portman lança grife de sapatos veganos:
http://www.guiavegano.com.br/vegan/veganismo-e-libertacao-animal/natalie-portman-lanca-sapatos-veganos-em-nova-york-2
- Saiba mais sobre a indústria do couro:
http://www.uniaolibertariaanimal.com/faces-da-exploracao/vestuario

Fonte