“Os Experimentos em Animais ATRASAM o progresso da ciência”.
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janeiro 19, 2011

Diga NÃO aos Cosméticos Cruéis na Europa

Gabinete de Imprensa da ANIMAL
gabinete.imprensa@animal.org.pt
A ECEAE (Coligação Europeia para o Fim das Experiências em Animais), uma coligação líder de grupos de proteção dos animais na Europa, e cuja organização-membro portuguesa é a ANIMAL, lança hoje uma nova campanha que visa acabar com a venda, na Europa, de cosméticos e produtos de higiene pessoal que tenham sido testados em animais. Em Portugal, esta campanha será levada a cabo pela ANIMAL.
A partir de 2013, a UE terá que proibir a venda de todos os novos cosméticos e produtos de higiene pessoal que tenham sido testados em animais, mesmo fora do espaço UE. Contudo, as autoridades responsáveis estão agora tentando estender este prazo, e, isto acontece, mesmo havendo uma forte oposição pública quanto aos testes desses produtos em animais, e mesmo já existindo uma proibição na EU. Se a proibição das vendas for adiada, isso pode significar que, durante mais dez anos, milhares de coelhos, ratos, porquinhos-da-índia, entre outros, serão injetados, gaseados, e mortos com fins cosméticos.
Michelle Thew, Directora Executiva da ECEAE diz: “Nenhum animal deve sofrer para que sejam vendidos novos cosméticos na Europa. Juntos podemos mostrar a oposição pública aos testes em animais e pedirmos ao Parlamento Europeu que vote contra a prorrogação do prazo máximo para a proibição. Por favor assinem a petição da ECEAE e digam não aos cosméticos cruéis na Europa.”
Segundo Rita Silva, Presidente da ANIMAL e representante da ECEAE em Portugal, “depois dos esforços e do trabalho de lobbying que, enquanto coligação, fizemos ao longo dos últimos anos para que a Diretiva de Cosméticos pudesse ser o mais justa possível para com os animais que defendemos, e, depois de, por fim, termos alcançado tão pouco, é ultrajante que esse pouco alcançado esteja agora a ser posto em risco, com esta tentativa da Comissão de prolongar o prazo para a proibição das vendas de cosméticos testados em animais, dentro do espaço da EU”.
Notas
Em fevereiro de 2003, depois de anos de campanhas lideradas pela ECEAE, a UE concordou em proibir os testes em animais para cosméticos, o que resultou na 7ª. Emenda na Directiva de Cosméticos, cujos efeitos se podem divider em duas fases:
A primeira fase foi implementada em 11 de março de 2009, quando a 7.ª Emenda proibiu:
- Testar ingredientes para cosméticos em animais em toda a UE, independentemente de haver uma alternativa validade ou não;
- Vender ou importar quaisquer ingredientes para cosméticos (ou os próprios cosméticos) que tivessem sido testados em animais depois daquela data.
Contudo, há três tipos de testes em animais que são excepcionados desta proibição:
Toxicidade por Dose Repetida – coelhos ou ratos são forçados a comer, inalar, ou serem esfregados com o ingrediente em questão, todos os dias durante 28 ou 90 dias, e depois são mortos;
Toxicidade Reprodutiva – coelhas ou ratazanas grávidas são forçadas a comer o ingrediente, e depois são mortas, juntamente com os fetos;
Toxicocinética – coelhos ou ratos são forçados a comer o ingrediente , são mortos, e depois os seus órgãos são examinados para ver como o ingrediente se distribuiu;
Apesar da forte objeção da ECEAE, a Comissão Europeia defende que o teste “Toxicidade por dose Repetida” também deve incluir os seguintes testes:
· Sensitização Cutânea – o ingrediente cosmético é esfregado na pele previamente rapada de porquinhos-da-Índia, e o mesmo acontece nas orelhas dos ratos, para testar se há reacção alérgica. Os animais são mortos depois;
· Carcinogenicidade – os ratos são alimentados com o ingrediente durante dois anos para ver se desenvolvem cancro, e depois são mortos.
Fonte: ANIMAL

julho 17, 2010

Campanhas: Contra o uso de animais em testes pela indústria de cosméticos

Campanhas da ENPA (Ente Nazionale Protezione Animali)
Contra o uso de animais em testes pela indústria de cosméticos. O que é um verdadeiro absurdo e uma crueldade sem precedentes !
[ENPA_Spray.jpg]
O texto no canto superior direito diz:
"Ajude-nos a lutar contra os efeitos dos testes em animais
Envie um SMS para o xxxx para doar 1 € 
para nos ajudar a tratar os animais sobreviventes."


Ajude-nos a curar as vítimas dos testes de cosméticos. Envie um SMS para o xxxx para doar 1 € e contribuir para a criação de um centro de reabilitação”, diz o anúncio.


Sem dúvida uma ótima campanha!

Agency: Lowe Pirella Fronzoni, Milan, Italy

junho 19, 2010

Governo federal e cientistas lançarão campanha em favor da exploração de animais pela ciência

Violência e tortura nos laboratórios

Por Robson Fernando (da Redação)

Numa demonstração histórica de que as grandes associações científicas brasileiras (SBPC, CNPq e Academia Brasileira de Ciências) não estão nada interessadas em mudar sua visão ética dos animais e a metodologia das pesquisas biomédicas e de que o Governo Federal está do lado de quem tortura animais em nome da ciência, está para ser lançada uma campanha nacional para “conscientizar” a população sobre os “benefícios” da vivissecção.

Vendo o movimento de defesa dos direitos animais como adversários de uma briga em vez de pessoas que lutam por um bem, governo e cientistas inserirão a campanha publicitária na TV, no rádio, em jornais e em revistas a partir da próxima quarta-feira.
O CNPq e o Ministério da Ciência e Tecnologia já estão financiando a campanha, tendo, segundo seus organizadores, recebido já R$1 milhão e estando para receber mais.
Os anúncios têm dois motes: um, que demonstra o conservadorismo especista da comunidade científica, é que “quase todos os medicamentos e vacinas são resultado de pesquisas com animais de laboratório, salvando muitas vidas” (mas ceifando um número bem maior de outras vidas); o outro, visivelmente hipócrita, é que, depois da Lei Arouca, aprovada em 2008 para regular o uso de cobaias, nenhum animal deixa de ser tratado “com ética e dignidade”.
A ideia dos organizadores é convencer a população, que hoje “não tem noção” da importância das cobaias. “Acham que o cientista está lá para matar ratinho”, afirma Marcelo Morales, biólogo da UFRJ e um do organizadores da lamentável campanha.
Diz o vivisseccionista que “muitos não sabem que, sem os animais, medicamentos contra diabetes e o coquetel anti-Aids, por exemplo, não seriam possíveis”, demonstrando que a comunidade científica brasileira não sabe nem quer mudar a metodologia de suas pesquisas e sua concepção ética dos direitos dos animais à vida, à liberdade e à integridade.
Fica evidente que, para os cientistas, que querem continuar vivendo do ato de torturar, envenenar e matar animais por interesses estritamente humanos, os direitos animais são nada mais que um incômodo estorvo e que o governo federal está do lado dos opressores.
Com informações da Folha.com 
(*)Nota da Redação:Esta
mos perto do lançamento de uma vergonhosa e hipócrita campanha de alienação e desinformação feita por governo e cientistas. Lançam-se os argumentos enganosos de que a vivissecção, com todas as suas agruras, é “necessária” e que os animais torturados nos laboratórios são tratados com “ética e dignidade”. Ora, se o tratamento dos animais “de laboratório” é tão “ético e digno”, por que não usam cobaias humanas então? — gostaríamos muito que os cientistas respondessem a esse questionamento. É hora das entidades brasileiras de defesa dos direitos animais se unirem e lançarem uma larga campanha nacional de conscientização para não deixar que essa campanha inescrupulosa de governo e cientistas fomente a ignorância na população brasileira, ainda tão carente de noção de como os animais são maltratados pela ciência no Brasil e no mundo.
via ANDA(*)

abril 13, 2010

Atriz se arrende de usar pele e posa nua para 'PETA'


Bethenny Frankel é mais uma famosa a se despir pela campanha.

Bethenny Frankel, conhecida por participar do seriado "Real Housewifes", é mais uma ficar nua pelo "PETA", organização protetora dos animais.

A atriz, que costumava usar roupas de pele, resolveu se redimir e tirar a roupa pela causa.

março 18, 2010

Advogados pelos animais processam universidade americana por realizar testes com macacos

Um grupo pelos direitos dos animais alega que a Universidade da Dakota do Sul (USD) está violando leis estaduais por praticar maus-tratos durante os cruéis experimentos com os animais.
A PETA preencheu um processo de lei na semana passada na cidade de Clay, buscando informações como relatórios veterinários, vídeos dos experimentos e protocolos que explicam o que é feito com os macacos.
“Noventa por cento dos primatas que vivem em jaulas isoladas exibem comportamento neurótico e autodestrutivo, como se mover para frente e para trás, morder a si mesmo e arrancar o próprio pelo”, diz Justin Goodman, um supervisor de investigações de pesquisas em laboratório, que trabalha para a PETA.
O porta-voz da USD, Phil Carter, disse que a universidade não irá comentar o processo.
“Muito disso é privado”, diz uma representante da universidade. “Se o estudo não está terminado, não publicamos informações até serem liberadas por cientistas”.
Goodman disse que os pesquisadores da USD estão abrindo buracos nos crânios dos macacos e fazendo-os sofrer derrames, mexendo com veias em seus cérebros. Animais machucados são observados enquanto tentam se alimentar, ele diz.
A USD alega estar “estudando” a recuperação de funções motoras depois de um derrame ou outros problemas cerebrais.
Com informações de Argus Leader
Nota da Redação: Todos os procedimentos científicos que incluam a utilização de animais em laboratório são condenáveis. Devemos defender a abolição do uso de animais em laboratórios e nãoque sejam bem tratados dentro de jaulas e universidades. Animal nenhum deve servir aos interesses humanos – os laboratórios são lugares onde eles não devem estar – mesmo com tratamento exemplar, como defenderiam alguns grupos que dizem se preocupar com os direitos animais. Lugar de animal é no seu habitat.
Fonte: ANDA