“Os Experimentos em Animais ATRASAM o progresso da ciência”.
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agosto 07, 2010

Dê um novo rumo ao seu lixo

rrrPara reduzir os problemas causados pelo excesso de lixo devemos seguir a regra dos 3R´s/Foto: Thiago Martins
O processo de produção de tudo aquilo que consumimos passa pelo mesmo sistema: extração de matéria prima, produção, distribuição, consumo e descarte. Esse sistema linear, descrito no documentário A história das coisas, de Annie Leonard, está gerando diversos danos ao meio ambiente e, conseqüentemente, às pessoas que vivem nele: nós.
Percebendo esses efeitos, pessoas do mundo todo já estão se mobilizando e buscando saídas para frear essa destruição. Uma dessas idéias traz um conceito que visa Reduzir, Reutilizar e Reciclar os produtos como forma de fazer da sustentabilidade algo real.

Esse conceito, conhecido em todo o planeta como 3 R´s, estimula as pessoas a pensarem de forma consciente em tudo aquilo que elas consomem (de amaciante de roupa à energia elétrica) e no que acontecerá com aquele produto depois que ele for descartado.
Reduzir o consumo, reutilizar o que ainda for possível e reciclar o que não pode mais ser utilizado é uma forma encontrada e que já está sendo posta em prática por muitas pessoas. Grandes organizações também já compraram a causa e elaboraram a Agenda 21, durante a Conferência Rio-92, que representa o acordo entre as nações para melhorar a qualidade de vida no planeta.
Ela fala em seu capítulo sobre Manejo Ambientalmente Saudável dos Resíduos Sólidos que "a adoção de regulamentações nacionais e internacionais que objetivam implementar tecnologias limpas de produção, resgatar os resíduos na sua origem e eliminar as embalagens que não sejam biodegradáveis, reutilizáveis ou recicláveis, é um passo essencial para a criação de novas atitudes sociais e para prevenir os impactos negativos do consumismo ilimitado".

Entenda mais cada um dos R´s:

Reduzir: Como o nome já diz, reduzir é diminuir a quantidade de tudo que pode virar resíduo. Seja adquirindo produtos que possam ser reutilizados, como guardanapos de pano ou produtos com refil, ou comprando somente o necessário. O importante é saber que a diminuição da quantidade de coisas que você joga fora irá aliviar a pressão dos depósitos de lixo e os impactos que isso gera ao meio ambiente.
São danos como a emissão de diversos gases tóxicos na atmosfera, como a dioxina, resultante da incineração do lixo, os gases metano e sulfuroso, resultantes da decomposição do lixo, além da contaminação do solo, de rios, córregos e lençóis freáticos pelo chorume. Os depósitos a céu aberto podem ainda favorecer a aparição de doenças como leptospirose, febre tifóide, doenças de pele, dengue, malária, febre amarela, entre outras.
Tida por muitos como o R mais importante, a redução do lixo é a base de todo o processo, as próximas etapas acontecerão com os resíduos que conseguirem passar por ela e o objetivo maior é que passe a menor quantidade possível. Para a jornalista Liliana Peixinho, que também é ativista e promove ações na área ambiental, “a redução de resíduos começa antes de fazer as compras, observando detalhes do valor ambiental agregado a cada produto”.

Reutilizar: Sabe aquela roupa que já não cabe mais em você? Ao invés de jogar fora, doe-a para outra pessoa e mantenha esse produto em circulação. Annie Leonard afirma em seu documentário que apenas 1% de tudo que é produzido nos Estados Unidos se mantém em circulação por mais de seis meses.
Reutilizar é, portanto, a segunda alternativa para diminuir a quantidade de lixo que chega aos depósitos todos os dias. Segundo dados do IBGE, o Brasil produz cerca de 230 mil toneladas de lixo por dia. O Instituto Akatu lançou um desafio perguntando “quanto tempo seria preciso para encher de lixo 16.400 caminhões enfileirados de São Paulo ao Rio de Janeiro”. A resposta? 72 horas. Portanto, encontrar outra serventia para aquilo que aparentemente não serve mais é, além de um estímulo à criatividade, uma excelente forma de ajudar o mundo.

Reciclar: O mais conhecido dos R´s, a reciclagem é o processo que ocorre quando já não é possível utilizar grande parte do produto. Dessa forma, a opção é aproveitar a sua matéria-prima e fabricar outro. Ele pode ser idêntico ao anterior ou apenas possuir algumas propriedades suas somadas a outras matérias primas.
Por conta disso, a reciclagem é apenas a última opção, já que além da necessidade de extração de novas matérias primas, a fabricação desse novo produto acarreta energia, distribuição aos pontos de venda e um novo descarte.

junho 29, 2010

POR QUE RECICLAR PILHAS E BATERIAS?

Papel, plástico, vidro, alumínio já são expressivamente reciclados no Brasil. Contudo, reciclar pilhas e baterias esgotadas ainda não está no cotidiano do brasileiro. 

Além disso, descartá-las de forma incorreta é extremamente perigoso. Os metais pesados existentes em seu interior não se degradam e são extremamente nocivos à saúde e ao meio ambiente. Justamente por serem biocumulativas é que surgiu a necessidade do descarte correto de pilhas e baterias usadas. 

Uma pilha comum contém, geralmente, três metais pesados: zinco, chumbo e manganês, além de substâncias perigosas como o cádmio, o cloreto de amônia e o negro de acetileno. A pilha alcalina contém também o mercúrio, uma das substâncias mais tóxicas que se conhece.

Por isso, pilhas e baterias representam hoje um sério problema ambiental. São produzidas a cada ano no país cerca de 800 milhões de pilhas secas (zinco-carbono) e alcalinas (dados da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica - Abinee). 


Tal situação é agravada aqui, no Brasil, pela venda irregular de pilhas e baterias provenientes da China, realizadas pelos camelôs, cerca de 40% das pilhas vendidas no País. 

Essas pilhas piratas não seguem as normas técnicas e os padrões brasileiros, possuindo teores de metais pesados até sete vezes superiores ao permitido pela nossa legislação, não lhes permitindo descartes em lixo comum. Nesse tipo de comércio informal, não há conscientização e nem preocupação com a coleta. 

RISCOS AO MEIO AMBIENTE E À SAÚDE 
Na natureza, uma pilha pode levar séculos para se decompor. Porém, os metais pesados nunca se degradam. Em contato com a umidade, água, calor ou outras substâncias químicas, os componentes tóxicos vazam e contaminam tudo por onde passam: solo, água, plantas e animais. 

Com as chuvas, penetram no solo e chegam às águas subterrâneas, atingindo córregos e riachos. A água contaminada acaba atingindo a cadeia alimentar humana por meio da irrigação agrícola ou do consumo direto. 

Os metais pesados possuem alto poder de disseminação e uma capacidade surpreendente de acumular-se no corpo humano e em todos os organismos vivos, os quais são incapazes de metabolizá-los ou eliminá-los, o que traz sérios danos à saúde. 

Dentre os males provocados pela contaminação com metais pesados está; a anemia, debilidade, paralisia parcial, câncer e mutações genéticas. Eles também prejudicam o sistema nervoso central, o fígado, os rins e os pulmões. 

A MELHOR OPÇÃO 

A opção ideal é, sem dúvida, o uso de Pilhas Recarregáveis. No Brasil, elas ocupam ainda um nicho pequeno, não mais do que 5% do mercado. São mais caras que as pilhas comuns e as alcalinas, entretanto sua vida útil é muito superior, podendo ser reutilizadas centenas de vezes, e são mais ecológicas. 

MAS COMO DESCUBRO SE A PILHA QUE COMPREI PODE SER DESCARTADA NO LIXO DOMÉSTICO? 

A legislação brasileira exige que a fábrica ou a importadora de pilhas e baterias apresente a simbologia para descarte do seu produto, com isso podemos saber facilmente como devemos fazer a destinação correta das nossas pilhas, basta você conferir na embalagem e fazer a destinação correta. 

ENTÃO, O QUE FAZER: 

  • PAPA-PILHAS
O Programa Real de Reciclagem de Pilhas e Baterias recolhe todo tipo de pilhas e baterias portáteis usadas (de lanternas, rádios, controles remotos, relógios, celulares, telefones sem fio, laptops, câmeras digitais e outros aparelhos portáteis) e se encarrega de sua reciclagem. 
Este programa visa conscientizar as pessoas sobre a necessidade de dar uma destinação correta a esses materiais, reduzindo a quantidade de pilhas e baterias lançadas no meio ambiente.
A reciclagem é feita por uma empresa especializada e licenciada para realizar esse trabalho. O Banco Real é responsável pelos custos de coleta, transporte e reciclagem dos materiais.
Os coletores do Papa-Pilhas estão presentes nas agências do Banco Real espalhadas em todo território nacional. Em algumas localidades, o Papa-Pilhas está presente também em universidades, hospitais, órgãos públicos e outros parceiros do Banco (como lojas da rede Pão de Açúcar e alguns Shoppings Centers).
Entre em contato com a agência do Banco Real mais próxima de você para confirmar se ela já possui o coletor Papa-Pilhas e leve até lá as pilhas e baterias usadas em sua casa ou escritório.



  • Como determinado pela legislação ambiental, pilhas e baterias com peso superior a 500 gramas ou dimensões maiores que 5 cm x 8 cm devem ser devolvidas ao local da compra ou encaminhadas diretamente ao fabricante. O mesmo deve ser feito com baterias de chumbo ácido de qualquer tamanho, usadas em motocicletas, alarmes, celulares rurais e automóveis.


    • Os aparelhos de celular em desuso devem ser entregues, juntamente com a bateria nas lojas das operadoras. Elas darão um destino seguro a ambos. 

    COMO É FEITA A RECICLAGEM

    As pilhas e baterias são desencapadas e seus metais queimados em fornos industriais de alta temperatura, dotados de filtros que impedem a emissão de gases poluentes. 

    Nesse processo são obtidos sais e óxidos metálicos, que são utilizados na indústria de refratários, vidros, tintas, cerâmicas e química em geral, sem riscos às pessoas e ao ambiente. 

    SOLUÇÕES

    Atualmente existe uma mobilização mundial com o intuito de minimizar a produção de pilhas e baterias com estas substâncias. A questão é que a substituição requer investimentos e pesquisas, o que significa despesas para as empresas. Enquanto as empresas apresentam soluções apenas para dar alternativas ao destino ambientalmente adequado destes resíduos, pouco se investe em novas opções. 

    A população deve, não apenas exigir das empresas e órgãos responsáveis que tomem atitudes conservacionistas e que alertem a população sobre o perigo desse tipo de lixo, mas deve também rever e mudar a própria maneira de compreender e se relacionar com o meio ambiente. 

    DICAS SOBRE O USO CORRETO DE PILHAS E BATERIAS
    • Colocar pilhas na geladeira não aumenta a carga, ao contrário, quando expostas ao frio ou calor o desempenho pode piorar.
    • Na hora de trocá-las em um equipamento, substitua todas ao mesmo tempo.
    • Retire-as se o aparelho for ficar um longo tempo sem uso, pois podem vazar.
    • Não misture pilhas diferentes (alcalinas e comuns; novas e usadas). Isso prejudica o desempenho e a durabilidade.
    • Prefira as pilhas e baterias recarregáveis ou alcalinas. Apesar de custarem um pouco mais, têm maior durabilidade.
    • Guarde as pilhas em local seco e em temperatura ambiente.
    • Nunca guarde pilhas e baterias junto com brinquedos, alimentos ou remédios.
    • Não exponha pilhas e baterias ao calor excessivo ou à umidade. Elas podem vazar ou explodir.
    • Pelas mesmas razões, não as incinere e, em hipótese alguma, tente abri-las.
    • Nunca descarte pilhas e baterias no meio ambiente e não deixe que elas se transformem em brinquedo de crianças.
    • Evite comprar aparelhos portáteis com baterias embutidas não removíveis.
    • Compre sempre produtos originais. Não use pilhas e baterias piratas.

    Fonte 

    junho 17, 2010

    Estilista ensina a fazer um bracelete com zíper reciclado


    ziper-capa.jpgziper-06.jpg
    Atenção fashionistas de plantão! A estilista nova-iorquina Tara St James preparou um passo a passo ensinando como transformar um zíper quebrado em um bracelete estiloso. De forma simples e criativa, ela mostra como reaproveitar um material velho e dar vida nova ao que iria para o lixo.
    Para fazer o bracelete você só vai precisar de:
    ziper-01.jpg 
    • Dois zíperes de aproximadamente 40 cm (quanto mais comprido o objeto, maior ficará a pulseira);
    • Linha (da mesma cor do zíper);
    • Agulha;
    • Fita métrica;
    • Tesoura;
    • Alfinete.

    Primeiro passo:
     ziper-02.jpg
    Defina o tamanho do seu bracelete. Para isso, passe a fita métrica ao redor da parte mais larga da sua mão com o polegar levemente dobrado.
    Segundo passo:
     ziper-03.jpg
    Marque essa medida na fita métrica usando o alfinete.
    Terceiro passo:
     ziper-04.jpg
    Enrole o zíper utilizando a medida marcada no alfinete como referência de diâmetro. Alinhe os dentes para que se sobreponham e criem o efeito da imagem acima.
    Quarto passo:
     ziper-05.jpg
    Comece a costura no final do zíper com pontos longos. Isso reforçará a estrutura do bracelete.
    Quinto passo:
     ziper-06.jpg
    Continue costurando todo o zíper até o final. Seja cuidadoso com os pontos, já que eles ficarão visíveis. Alinhave diversas vezes no final para que fique bem seguro.
    Repita todos os passos com o outro zíper.
    Sexto passo:
     ziper-07.jpg
    Junte as peças. Nessa etapa, fique atento para que a ponta de um zíper fique alinhada com a do outro.
    Sétimo passo:
     ziper-08.jpg
    Costure os dois zíperes juntos. Reforce os pontos no início e no final para garantir a segurança da costura.
    Voila!
     ziper-09.jpg
    Agora você tem um acessório exclusivo e novinho em folha e o aterro de sua cidade tem um pouco menos de lixo para dar conta.
    Fonte

    junho 07, 2010

    PARE! E SENTE: Transit Chair: cadeiras feitas com placas de trânsito

    Nos EUA, o designer Boris Bally reutiliza placas de trânsito que foram descartadas para criar cadeiras, conhecidas no país como Transit Chairs


    Na primeira vez que esteve em um ferro-velho, o designer americano Boris Bally deparou com um amontoado de placas de trânsito que tinham sido retiradas das ruas e estradas por desuso. Resolveu comprá-las para tentar utilizar em algum objeto. Foi aí que teve a ideia de criar a Transit Chair, uma cadeira feita com as placas descartadas e rolhas reutilizadas que servem de pé.

    "Daí para que outros objetos viessem foi um pulo", conta ele, que passou a criar também copos, pratos e até talheres feitos com as chapas que antes serviam para indicar caminhos e sinalizar conversões proibidas. As peças são vendidas nos EUA, Japão, Austrália e Canadá. 

    junho 02, 2010

    Lindos e ecológicos!

    Transforme suas velhas camisetas(t-shirt) em aventais


    Uma das 10 dicas para deixar o seu armário “verde” sugere: “Seja criativo, inspire-se no mundo a sua volta e aproveite o que já existe para reinventar. ”
    Pois então, que tal por a mão na massa criando lindos aventais com aquelas camisetas velhas que só ocupam espaço no seu armário?
    É simples e divertido veja as instruções:
    1. Corte um retângulo da parte frontal da camiseta como indica a figura.




    2. Dobre a parte inferior da camiseta, respeitando o design da estampa e dobre a barra para fazer o acabamento.
    Costure os pontos pontilhados como indicado na figura divindo o espaço em 4 compartimentos, no último faça mais uma costura dividindo-o ao meio. Este será o espaço reservado para as colheres =)




    3. Utilizando as costas da camiseta, corte 6 tiras de 7cm de largura por 60cm de altura.




    4. Junte duas tiras costurando pelo lado avesso. Ao final você terá 3 tiras, como na figura.




    5. Una as tiras costurando pelas pontas para formar uma única tira longa.




    6. Pince com alfinetes a tira longa na parte superior do avental e costure.




    Pronto, ai esta o seu avental!!
    Faça o seu !
    via Coletivo Verde

    maio 07, 2010

    Cadeiras de praia reformadas com sacolas plásticas

    Vera Neujahr é uma senhora que encontrou uma forma de transformar cadeiras através da reciclagem de sacolas plásticas.

    O interesse de Vera em utilizar o material plástico para fazer artesanato se deu em 2006, quando ela começou a estudar diferentes técnicas de reaproveitamento das sacolinhas. Depois disso, ela não parou mais.



    A princípio a ideia era desenvolver o fio ideal para a fabricação de tapetes de crochê que fosse resistente. O fio foi desenvolvido e outros objetos também. Vera descobriu uma forma de utilizar as sacolas plásticas para revestir as cadeiras de praia que estavam quebradas em sua casa.

    As cadeiras feitas pela moradora de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, têm feito sucesso. O mais legal é que a cada cadeira revestida, 350 sacolas deixam de ser descartadas no meio ambiente.



    Vera passa a técnica adiante através de oficinas ministradas por ela, onde as pessoas também aprendem a fazer tapetes e almofadas.

    Para encomendar cadeiras e outros produtos, basta contatá-la através do telefone: (55) 8414 – 4165 / 3211 – 3908 e os produtos serão enviados via Sedex.

    Fonte: http://ciclovivo.wordpress.com

    Ecobags de plástico: leves, seguras, elegantes e ecológicas. Não esqueça: Reduza, reutilize e recicle as sacolinhas plásticas!

    As sacolas ecológicas – também conhecidas como ecobags – estão na moda. Desde que se iniciaram campanhas para a conscientização sobre o uso responsável das sacolas plásticas, as ecobags ganharam espaço como alternativa ambientalmente adequada às necessidades cotidianas no transporte das compras. E, quando confeccionadas com plásticos, constituem-se numa opção que combina leveza, segurança, versatilidade, estilo, durabilidade e sustentabilidade.

    Ecobag de PET Reciclado

    Essas ecobags já se encontram nos supermercados. Elas são ecologicamente corretas por serem retornáveis e 100% recicláveis. A ráfia, o Nãotecido (o chamado TNT), o polipropileno, até mesmo o PET reciclado são variedades de plásticos que têm sido muito usadas na confecção dessas sacolas. Isso porque os plásticos levam vantagem sobre outros tipos de material: são higiênicos, fáceis de limpar - utiliza-se o mínimo de água, evitam contaminações de resíduos das compras e são impermeáveis, além de oferecerem diversas possibilidades de design e impressão.

    Ecobag de Ráfia

    A moda das ecobags se intensificou quando o uso excessivo das sacolinhas plásticas distribuídas pelo varejo começou a ser questionado. Ainda assim, as sacolas, quando utilizadas de forma consciente, tornaram-se indispensáveis à vida moderna.

    Saber usar as sacolinhas plásticas de forma consciente, o que significa descartá-las corretamente (facilitando sua coleta seletiva) ou reutilizando-as, é a melhor solução. E esse uso responsável está intimamente ligado à qualidade do produto. Se forem resistentes, não precisam ser colocadas uma dentro da outra para carregar compras mais pesadas. Atenta a isso, a indústria tem trabalhado intensamente para que as sacolas sejam produzidas dentro de normas e adotadas pelos supermercados.

    Em maio de 2007, foi lançado o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, uma iniciativa conjunta da Plastivida, do Instituto Nacional do Plástico e da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis, com as entidades de supermercados do país.
    O Programa, que visa a conscientização da população sobre uso e descarte adequados de sacolas plásticas, chegou em São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Brasília e Goiânia, conta com o compromisso dos supermercados na distribuição de sacolas fabricadas dentro das normas de qualidade. Utilizadas adequadamente, as sacolinhas de supermercado otimizam suas várias funções, as quais já incorporadas ao cotidiano das pessoas. O Programa chegará ainda este ano também,em Fortaleza (CE), Florianópolis (SC), Rio de Janeiro (RJ), Campo Grande (MT) e Belo Horizonte (MG).
    Ecobag de Polipropileno


    Para definir quando é melhor utilizar uma sacolinha ou uma ecobag de plástico, faça como a Plastivida: guie-se pela aplicação do conceito dos 3Rs – Reduzir, Reutilizar e Reciclar. As opções de sacolas são variadas para cada aplicação. O importante é que sejam usadas com responsabilidade e que, na hora de seu descarte, esse seja feito adequadamente.

    O Programa de Qualidade também confeccionou uma ecobag de plástico, não para comercializá-la, mas para demonstrar aos formadores de opinião, aos legisladores e ao público em geral as vantagens e a beleza do produto confeccionado com esse material.

    Ecobag de Polietileno
    Se cada um deve colaborar para a preservação do planeta, por que não fazê-lo com racionalidade, durabilidade e elegância? Ecobag de plástico. Compre esta ideia.

    Ecobag de PET reciclado