“Os Experimentos em Animais ATRASAM o progresso da ciência”.
Mostrar mensagens com a etiqueta crueldade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta crueldade. Mostrar todas as mensagens

junho 02, 2010

Crueldade em nome da ciência: Pai e filha unidos para torturar animais em laboratório

Por Robson Fernando   (da Redação)
Uma família unida para torturar animais em nome da ciência. Assim pode-se denominar o triste feito do cientista Maiken Nedergaard, do Centro Médico da Universidade de Rochester, no estado estadunidense de Nova York, e sua filha Nanna Goldman, de apenas 16 anos.
Foi publicada recentemente no periódico científico Nature Neuroscience uma pesquisa que estudou os efeitos da acupuntura no sentimento de dor de camundongos. Goldman participou da pesquisa como projeto de verão atribuído pelo pai.
Como descreve friamente o colunista da Folha de S. Paulo Marcelo Leite, “pai e filha se uniram para aprontar (sic) com camundongos, os bodes expiatórios de sempre em laboratórios biomédicos”.
Na experiência frankensteiniana, camundongos foram anestesiados e tiveram inseridas agulhas em uma de suas pernas, extraindo líquidos corporais que se conferiu estarem com níveis altos de adenosina. Em seguida os cientistas da equipe de Nedergaard e Goldman usaram drogas para estimular inflamações nos animais. 
Forneceram então adenosina para metade deles e compararam as reações do grupo estudado e do grupo controle a estímulos dolorosos – a velha tortura que não pode faltar em experiências de vivissecção. Entre as agressões, estava esquentar o local inflamado com raios laser. Fica evidente que os animais do grupo controle sofreram integralmente as dores infligidas pelos cientistas.
No terceiro passo da experiência, testaram a associação de agulhas de acupuntura com a adenosina e, em mais tortura, verificaram que a adenosina pode “turbinar” o efeito da acupuntura, uma vez que os animais demoravam mais para reagir à violência infligida pelos cientistas. Animais com carência de receptores químicos para a adenosina sofreram integralmente com a dor imposta por esse último passo da experiência.
O próximo passo da pesquisa é testar a associação entre acupuntura e adenosina em humanos.
Com informações da Folha Online 
Nota da redação: Além de animais torturados com drogas inflamatórias, vemos a ascensão de um jovem “talento” que, sem coração, sem compaixão pelos animais “de laboratório”, estará no futuro disposta a matar e torturar muito mais animais, quando tiver seus próprios biotérios à disposição. Eis uma menina que, desde jovem, aprende a não ter compaixão nenhuma por animais de laboratório, aprende a fazer distinção moral entre aqueles animais que devem ser respeitados e não torturados  — cães e gatos — e aqueles que podem ser maltratados e violentados livremente — os chamados “animais de laboratório”. Uma jovem que absorve desde cedo a crença de que animais “de laboratório” são autômatos escravizáveis a serviço do ser humano, meros robozinhos orgânicos cuja dor e sofrimento nada mais são que uma reações  “eletrônicas” que nada têm a ver com sentimentos e senciência. É triste saber que vivisseccionistas estão abduzindo seus filhos para se tornarem uma nova geração de torturadores.
Fonte: ANDA

Permissão para explorar vidas: Empresas terceirizam testes em animais para países com menos leis anticrueldade

Por Giovanna Chinellato e Raquel Soldera (da Redação)
A indústria farmacêutica indiana Vivo Biotech planeja construir um laboratório multimilionário de testes em animais em Malaca, Malásia. A instituição testará medicamentos pioneiros em primatas, cães e pequenos mamíferos.
foto de um primata confinado para ser usado em pesquisas
Foto: Reprodução/Animal Concerns
Muitas companhias estão aumentando a terceirização de testes em animais para a Ásia em razão de custos menores e menos leis anticrueldade. A Índia tem regulamentos específicos para testes em animais; e crueldade com animais é crime na Malásia, mas não existem leis que protejam animais de laboratório.
A Vivo Biotech planeja importar beagles da Holanda e tenta obter primatas domésticos para os testes. Esse parece ser o conflito com uma lei de 2008 da Malásia, que proíbe exportação de animais para fins de pesquisa científica. Se a Malásia quer parar com testes em animais em seu país, por que permitirá que uma companhia estrangeira use animais para testes em seus territórios?
Companhias farmacêuticas irão alegar que o teste em animais é necessário para o bem da medicina, mas muitos profissionais garantem que testes em animais são bárbaros, incertos e inseguros.
Um porta-voz da Malaysia’s Society for the Prevention of Cruelty to Animals (sociedade da Malásia de prevenção à crueldade contra animais) expôs essas preocupações: “Nossos primatas serão roubados das florestas para virarem cobaias de quê? Testar em animais realmente não leva a lugar nenhum.”
Crueldade em nome de Alá
O chefe do Estado de Malaca, na Malásia, Rustam Ali, justifica a construção de um laboratório para pesquisa com animais vivos, porque, na sua opinião, os animais foram criados por Alá para “servir ao homem”.
Imagem: EFE/ ABC.es
“No Islã, Alá criou os animais para serem consumidos e utilizados pelo homem. Se você não usar animais em pesquisas, vai usar os seres humanos? “, disse Ali, um muçulmano, assim como 60% dos malaios.
As autoridades de Malaca indicaram que os protocolos apropriados serão seguidos e que outras agências poderão fiscalizar para que não se cometam maus-tratos contra os animais.
Ali disse que alguns grupos também consideram cruel que se comam animais, mas isso não impede que animais continuem sendo mortos para o consumo humano. No entanto, seus argumentos não convenceram a Sociedade Malásia para a Prevenção da Crueldade aos Animais, que considera que o laboratório irá causar “um imenso sofrimento e a morte” de milhares de animais.
Christine Chin, porta-voz da Sociedade Malásia para a Prevenção da Crueldade aos Animais, criticou que os laboratórios tiram proveito de países como a Malásia, onde não existe legislação para proteger os animais. Chin declarou que as alegações de Ali são impróprias para um governador.
No ano passado, uma farmacêutica francesa propôs a construção de um laboratório de pesquisa com animais no Estado de Johor, no sul da Malásia, mas o projeto foi cancelado após protestos de grupos ambientalistas.
É hora de a população erguer a voz novamente. Uma empresa farmacêutica que terceiriza testes em animais num país com poucas restrições de crueldade não tem interesse no bem-estar nos animais. A crueldade não deve ser terceirizada.
Com informações de ABC.es e Animals Change
via ANDA

maio 16, 2010

Pelo fim da barbárie: Graças à pressão mundial, massacre de focas deixa de ser rentável no Canadá


Um dia depois que a Ministra da Pesca canadense, Gail Shea, anunciar a extensão da temporada de caça de focas até o dia 31 de maio, a porta-voz do Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal (em inglês, IFAW), Sheryl Fink, disse que, segundo suas informações no momento, há apenas um barco caçando focas.
Desde que teve início a temporada de caça às focas em março, pouco menos de 100 barcos participaram da caçada, quando em anos anteriores, foram mais de 500 barcos.
Foto: AnimaNaturalis
Sheryl explicou que a principal razão para a fraca participação na caça para este ano é o preço baixo que os pescadores recebem através da venda da pele de focas, que atualmente está em 21 dólares. Embora o preço seja maior do que em 2009, Sheryl disse que a caça não é rentável para a maioria dos pescadores se o preço das peles fica abaixo de 25 dólares.
Sheryl disse também que o anúncio da prorrogação da caça às focas feito pela ministra Gail Shea é fictício, porque a legislação canadense prevê que a época de caça termina em 15 de junho e não 15 de maio, como disse o Ministério das Pescas.
Este ano, o Canadá teve um aumento do contingente de focas que poderiam ser capturadas pelos pescadores canadenses, porém, segundo a revista “Embaixada”, a associação de caçadores de focas tinham solicitado uma redução deste número.
Os pescadores canadenses mataram este ano cerca de 67 mil das 380 mil focas que “poderiam” caçar, de acordo com Sheryl Fink. Mesmo os próprios pesquisadores do Ministério das Pescas disseram que para respeitar o plano de manejo da espécie deveria haver uma redução de “pelo menos 175 mil animais”.
Sheryl disse que o aumento da cota da caça e o anúncio da prorrogação para 31 de maio é uma “manobra política do governo canadense para ganhar votos”, bem como uma tentativa de reerguer-se diante dos países europeus, que proibiram a importação de produtos oriundos da matança de focas.
“Existe a impressão de que parte disto tudo é provocar a União Europeia em resposta à proibição, mas que não beneficiam nem o Canadá nem o setor da caça às focas”, disse Sheryl.
Sheryl também comentou sobre a tentativa do Ministro da Economia canadense, Jim Flaherty, de que seus colegas do G7 comessem carne de foca durante a reunião que o grupo realizou na cidade do Ártico canadense, Iqaluit, em fevereiro.
Embora Flaherty tenha feito o convite Flaherty, nenhum dos ministros quis experimentar a carne de foca, o que Sheryl Fink interpreta como um sinal de rejeição à postura canadense.
Esperamos que o Canadá se conscientize que a matança de animais é uma prática cruel ultrapassada, cada vez menos aceita pela sociedade mundial.
O número de pessoas que se recusa a consumir peles ou qualquer outro produto oriundo da matança de focas é cada vez mais crescente. Sem dúvida, a pressão da sociedade contribuirá para que o Canadá ponha um fim a esta barbárie de uma vez por todas.
Com informações de AnimaNaturalis
via ANDA

maio 09, 2010

Neste domingo (9) Programa Animal Press e a Manifestação Antivivissecção

programaanimalpress_8

Na edição nº 8 do Programa Animal Press você acompanha a reportagem sobre o Dia Mundial contra a Vivissecção, manifestação que aconteceu em São Paulo contra a utilização de animais vivos para fins científicos ou pedagógicos.
 
O programa irá ao neste domingo pela TV Aberta de São Paulo às 9h30 da manhã, e no site www.programaanimalpress.com.br a partir da próxima Quarta (12).
 
Entrevistas com Nina Rosa, Silvana Andrade, Mauricio Varallo, Christian Sabóia e George Guimarães.
 
 
 
TV Aberta da Cidade de São Paulo(somente transmissão a cabo no perímetro urbano de São Paulo)
pela NET sitema analógico ou digital - canal 9
pela TVA sistema analógico - canais 72 ou 99 (dependendo do bairro)
pela TVA sistema digital - canal 186

DOMINGOS - 9h30  

abril 26, 2010

Histórias reais de verdadeiros monstros - Socialmente aceites

Dr. OZ tirou um curso de cirurgião e tornou-se vedeta televisiva, adepto de estranhas práticas pseudomédicas como as chamadas "terapias energéticas", que defendem a existência de de uma energia viva que anima os seres vivos. Numa ocasião, manteve durante 29 dias um cão de peito aberto, submetido a uma ablação por radiofrequência, que consiste em extirpar parte do sistema de condução eléctrica do coração (uma tecnica para tratar arritmias). Após ficar paralisado e sofrer dores intensas nas patas traseiras e quando urinava, foi submetido a eutanásia, segundo consta do registo, escrito um dia depois de Oz ter anotado que o cão estava "animado, atento e receptivo" - http://www.columbiacruelty.com/feat-pupkillings.asp

Em nome da acupunctura um macaco rhesus participa num estudo sobre a eficácia da acupunctura no alivio da dor. Para conhecer o reacção do símio ao tratamento, Hongchien Ha, da Universidade Médica da China, em Taichung, implantou-lhe eléctrodos no cérebro - http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2516110/pdf/anesthprog00133-0004.pdf :: http://www2.cmu.edu.tw/~cmcshow/English_intro.htm

Em estudos sobre a privação, efectuados no Yerkes National Primate Research Center, em Atalanta, entre 1940 e 1960, a crueldade dos estudos é manifesta. Por exemplo, mantinham durante três anos chimpazés recém-nascidos num ambiente de total escuridão, e colocavam a outros ligaduras nos pés e nas mãos para imobiliza-los durante dois anos. Tudo isto para demonstrar algo tão evidente como o facto de um animal social se for privado de companhia começar a desenvolver comportamentos patológicos -http://www.yerkes.emory.edu/

Harry Harlow, psicólogo da universidade do Wisconsin em Madison, em 1970, recorreu a crias de macacos rhesus para lhes provocar depressão clinica. Durante seis semanas, deixava os símios bebés numa gaiola vertical de paredes escorregadias, baptizada pelo próprio psicólogo como "o buraco do desespero": passados alguns dias os pequenos macacos ficaram quietos, encolhidos a um canto. Depois de libertados, manifestaram inadaptação social e um comportamento violento; a maior parte nunca consegui recuperar por completo -http://www.muskingum.edu/~psych/psycweb/history/harlow.htm

Em 2003 tornaram-se publicas as experiências do neurocirurgião E. Sander Connolly da Universidade de Columbia, que simulava ataques cerebrais em babuínos retirando-lhes os globos oculares para poder, dessa forma, perfurar uma artéria do cérebro. Depois, dava-lhes um medicamento neuroprotector e mantinha-os vivos durante vários dias nesse estado de degradação, justificando a barbárie alegando que podia "obter resultados revelantes" - http://www.columbiacruelty.com/deathSquad_Connolly.asp

Referências: Revista Super Interessante - http://www.assineja.pt/Detalhe/tabid/111/itemID/SI/IdTipoItem/1/GrupoID/10/Default.aspx - Março 2010

"Médicos que defendem a vivissecção não merecem nenhum reconhecimento na sociedade, pois sua brutalidade é aparente não apenas durante os experimentos, mas em sua vidas, na prática médica. São homens que não se deixam deter por nada, para satisfazer seu desejo implacável e insensível de receber honras e ganhos." - Dr. med. Hugo Knecht, Otorrinolaringologista, Linz, 5 de Outubro de 1909

Independentemente destes casos extremos, que chegaram ao nosso conhecimento, a grande questão é: "Evolução" a QUALQUER preço?

A minha resposta é, convictamente, NÃO. (Por muito amor que tenha à vida, prefiro morrer uns anos mais cedo a sacrificar seres vivos a tais brutalidades. Até porque a população humana está a aumentar desmesuradamente e se continuarmos neste ritmo acabaremos por nos asfixiar a nós próprios por não haver “ar” que chegue para tanta gente)



Fonte: Susana Pereira