“Os Experimentos em Animais ATRASAM o progresso da ciência”.

agosto 03, 2010

Cientista da UFRJ diz ser “Quase Impossível” Deixar de Usar Animais em Pesquisa

Marcelo Morales, da UFRJ, defende mais controle sobre as cobaias. Ele falou sobre o tema durante a reunião da SBPC, que ocorre em Natal. A pesquisa precisa usar cada vez menos bichos em experimentos, mas nunca será possível abrir mão completamente dos animais no meio científico. Essa é a avaliação do médico Marcelo Morales, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que falou sobre o tema durante a reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que ocorre nesta semana em Natal.


Vai ser muito difícil, quase impossível [não usar animais em pesquisas]. Quando testamos um medicamento que pode curar uma célula de câncer, é possível fazer um frasquinho com uma célula cancerígena, tratar e ver. Mas será que quando injetado no rato, no camundongo, no ser humano, no porco, no macaco, não vai matar o organismo inteiro?”, questionou.

Morales foi um dos grandes incentivadores da Lei Arouca, regulamentada há um ano, que estabelece regras para o uso de animais em pesquisa no Brasil. Apesar de julgar importante utilizar cobaias, ele se considera um ativista em prol dos bichos. “Eu lutei para que fosse criada uma lei que protegesse os animais.”

Segundo o cientista, que é membro do Conselho Nacional de Controle da Experimentação Animal (Concea), a Lei Arouca ainda não foi completamente implantada, pois ainda falta definir qual órgão federal fará a fiscalização do uso de animais em pesquisa, além de ser necessário criar um cadastro das instituições que conduzem esses estudos.

O médico defende, também, que sejam financiadas novas pesquisas para métodos alternativos ao uso de bichos durante os testes. “Ainda há poucos laboratórios que fazem. No exterior, isso é mais avançado.”

Conscientização

Depois de conseguir aprovar a lei, pesquisadores agora se esforçam para mostrar às pessoas que precisam usar animais para fazer ciência. “Quando falo que sou pesquisador, cientista, a primeira coisa que vem na cabeça das pessoas é que eu mato ratinhos”, diz Morales.

Recentemente, um grupo de acadêmicos, entre eles a SBPC e a Associação Brasileira de Ciências (ABC) conseguiu apoio do governo federal para veicular um comercial de TV dizendo que “hoje, quase todos os medicamentos (..) são resultado de pesquisa com animais de laboratório”.
De acordo com o cientista, haverá também campanha nas escolas públicas de ensino médio, com cartilhas e cartazes. “Isso vai incitar o aluno à discussão”, defende.

Fonte: G1

Produtos básicos: O que comprar?

Tem dificuldade em escolher um produto ou uma marca?
Venha conferir no Blog Desobediência Vegana da minha amiga Ellen que adora partilhar as compras de produtos éticos.
Dicas interessantes, ideias e produtos que você encontra facilmente na sua cidade.

Recomendo: Desobediência vegana
Desobediência Vegana

agosto 02, 2010

Unilever Portugal





Composição dos produtos:
Para encontrar o produto pretendido, faça clique sobre o nome da marca a partir da lista em baixo.
AXE
BRUT
CIF
COMFORT
DOMESTOS
DOVE
GIBBS
IMPULSE
LINIC
LUX
OMO
ORGANICS
PEPSODENT
PRESTO
RADION
REXONA
SKIP
SUN
SUNSILK
SURF
VASENOL



Macarrão instantâneo ("miojo") vegano!

Mais uma excelente publicação no Blog da minha amiga Ellen  - Desobediência Vegana - informando os vegan@s, visitem!


Detalhe do tempero. O tempero se espalha bem e não fica aquela coisa colorida demais e forte.
macarrão com saladinha de repolho, temperinhos e pepininho.


Detalhe da embalagem: procure o sabor legumes!

macarrão com batata frita, pimenta biquinho e pepininho;
Até pouco tempo não poderia comer miojo, pois a maioria das marcas tem traços de ovos e leite, quando não tem gordura animal ou soro de leite.
Algumas tem carmim de cochonilha (um inseto que é esmagado aos milhões para fazer umas poucas gramas de um tipo de corante vermelho). A cochonilha é um inseto, e veganos não exploram animais.
Evitam comer este tipo de coisa. Muita gente desconhece que em biscoitos e sucos de frutas, sorvetes são adicionados milhões de insetos esmagados sob o nome enfeitado de "carmim, vermelho carmim ou carmim de cochonilha".

Encontrei nos produtos do Carrefour, um macarrão que tem corantes naturais e sintéticos, mas nenhum de origem animal. E sua massa é livre de ovos, leite. O tempero do sabor legumes não tem carne. (Pasmem, mas nas marcas Nissin, Turma da Mônica e outras o sabor legume tem caldo de carne ou galinha desidratada!) Já escrevi para a empresa, mas eles me responderam dizendo que tem opções sem carne. Só que as opções deles sem carne tem ovos e leite - vindo de animais. Mas poucas empresas sabem que existe um público imenso que não consome produtos de origem animal, seja por intolerância, saúde ou por respeito genuíno aos animais.

Marca própria, ou marcas brancas como chamam em Portugal, são produtos produzidos pelas grandes redes de supermercados, farmácias e outras que visam vender um produto mais barato, não investindo tanto em propaganda e embalagens suntuosas.
Os produtos da marca Carrefour, os que experimentei são bons. Esse macarrão tem o tempero suave, com pouco corante (podem ver nas fotos que não fica um macarrão vermelho ou verde demais.) Para os que não vivem sem uma cor, podem acrescentar um molho de tomate ou colorau (urucum).
O preço é R$0,59.

OBS.: Para os que morrem se não fizerem uma crítica já vamos avisando: Vegano come sim bobagens de vez em quando... e hoje temos muito avanço nessa área da alimentação vegana. Antigamente os vegetarianos estritos e veganos eram discriminados por serem gente que comia apenas mato, capim, salada, natureba. Hoje temos uma alimentação normal, com direito a tudo. No exterior, pato assado vegano, apenas o nome lembra o animal. O gosto e a qualidade são iguais ao prato com carne.
Isso deixa algumas pessoas com muita raiva, pois estão começando a perceber que nós vivemos muito bem obrigada sem precisar ser paga pau da pecuária.
Sei que a maioria que visita meu blog não merece ler isto, mas ainda existe muito preconceito em torno de nossa base alimentar.
Tem pessoas que ficam nos monitorando e tentando achar um erro, algo para criticar, mas felizmente não conseguem. E isso explica alguns comentários raivosos que já recebi. Mas estes comentários nunca mostram um argumento, uma pesquisa. Mas eu tenho aqui diversos argumentos e pesquisas, inclusive da Associação Dietética Americana afirmando que o veganismo é a melhor dieta para a saúde humana, para os animais e para o meio ambiente.

Astronauta russo opõe-se à utilização de primatas em experimentos da NASA

Por Antoniana Ottoni (da Redação)

Célebre astronauta russo, titular do recorde mundial do Guinness Book, Valentin Lebedev é um dos mais novos integrantes da indústria aeroespacial que manifesta publicamente sua oposição aos planos da NASA de utilizar primatas em experimentos sobre radiação espacial.

Embora a Rússia tenha supostos planos em ir adiante com a utilização de experimentação animal, Lebedev manifestou sua oposição em uma carta para a Animal Defenders International (ADI) no dia 28 de junho, 2010. Lebedev descreve estes experimentos como “inadmissíveis para razões humanas”. Lebedev, que é atualmente Diretor do Centro Científico de Geoinformação e membro correspondente da Academia de Ciências Russa, alerta que estes experimentos não são necessários, porque “o conhecimento existente oriundo de inúmeras experiências com voos no espaço já é suficiente para prever a influência da radiação espacial nas pessoas”.

A Agência Espacial Federal Russa (Roscosmos) e a base holandesa da Agência Espacial Européia (ESA) recentemente empreenderam cooperação com o Projeto Marte 500, entretanto, o componente do programa que envolve futuros testes com primatas permanece em intenso debate. Na carta para a ADI de Jean-Jacques Dordain, diretor geral temporário da Agência Espacial Europeia, ele confirmou que a ESA também não apoia experimentação com primatas, explicando que a “ESA diminuiu qualquer interesse em pesquisas com primatas e não considera nenhuma precisão e utilidade para tais pesquisas”.

A presidente da ADI Jan Creamer declarou: “é uma situação lamentável que macacos estejam sendo desperdiçados em experimentos cruéis, desnecessários e injustificáveis. Isto irá aterrorizar os animais, eles irão sofrer de envenenamento radioativo, provocando câncer e danos neurológicos, em experimentos desnecessários em que os resultados já são conhecidos. Nós sabemos os efeitos da radiação. É de conhecimento de todos que a solução para a radiação espacial é a construção de escudos de proteção, e não experimentos fúteis com animais. Até os astronautas se opõem a isto”.

Fonte: ANDA

Falta órgão para punir uso abusivo de cobaias

Ainda não se se sabe quem executará a Lei Arouca, que pune quem não utiliza animais de forma ética em pesquisas científicas

Um ano depois de a Lei Arouca ter sido regulamentada, ainda não está definido quem punirá cientistas e instituições que não utilizarem animais de forma ética em suas pesquisas. A lei, criada em 2008 para regrar a experimentação animal, teve sua regulamentação publicada em julho de 2009. O texto prevê, por exemplo, que cada experimento usará o mínimo indispensável de animais, e que se deve poupá-los de sofrimento. Os testes que possam causar dor devem ser feitos com sedação.

A legislação inclui penalidades duras. A instituição pode receber multa de R$ 5 mil a R$ 20 mil, ser interditada temporariamente ou em definitivo e sofrer com a suspensão de financiamento de fontes oficiais. Já o pesquisador pode levar multa entre R$ 1 mil e R$ 5 mil, sofrer suspensão temporária e até ser proibido de pesquisar com animais.

Porém, até agora não está claro quem vai controlar a questão. "Neste momento, não sabemos quem vai punir", admite o médico Marcelo Marcos Morales, que integra o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea). O Concea, criado para controlar a experimentação animal do País, passou a existir oficialmente em dezembro do ano passado e faz parte do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT).

Morales, que é pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), deu uma conferência sobre a Lei Arouca ontem durante a 62.ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Ele explicou que a lei apenas "indica" os responsáveis pelo trabalho, citando os "órgãos dos Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, da Saúde, da Educação, da Ciência e Tecnologia e do Meio Ambiente, nas respectivas áreas de competência". Segundo ele, o assunto terá de ser discutido no Concea.

Fonte

Será que está próximo o fim das pesquisas científicas com animais?

O uso de animais como cobaias em pesquisas não é mais necessário na chamada era do genoma. A afirmação é da presidente da Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa), Izabel Cristina Nacimento. Segundo ela, é preciso que o Brasil invista em métodos alternativos, como estudos in vitro e com células.

Nesta semana, o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, informou que dará início ao cadastro de todas as pesquisas que usam animais.

Em entrevista à Agência Brasil, a presidente da Suipa lembrou que a Lei de Crimes Ambientais já prevê punição para o abusos e os maus-tratos a animais e destacou ainda que a legislação brasileira só permite o uso dos de animais como cobaias quando não há possibilidade de outros métodos.

Izabel Cristina lembra que 'o animal tem sentimento, está mais do que comprovado. Eles sentem medo, angústia, tristeza, depressão'.

De acordo com a Suipa, países europeus, além do Canadá e dos Estados Unidos, conseguiram reduzir de forma considerável o uso de animais como cobaias. Nesses países,os medicamentos e produtos feitos em laboratório informam o rótulo se foram testados em animais.

Por que o Brasil continua tão atrasado?

Fonte

SAC Vegano


*** Verifique a LEGENDA ! ***

Condor - Creme dental

Informo que toda nossa linha de Géis Dentais (tanto adultos e infantis) NÃO CONTÉM nenhuma matéria-prima de origem animal. Os produtos são os seguintes:
- Gel Dental Condor Fresh Sensation Menta Vermelha (adulto)
- Gel Dental Condor Fresh Sensation Menta Azul (adulto)
- Gel Dental Condor Baby - Sem Flúor - para bebês a partir dos 6 meses (infantil)
- Gel Dental Condor Kids - 500 ppm Flúor - para crianças de 2 a 5 anos (infantil)
- Gel Dental Condor Júnior - 1100 ppm Flúor - para crianças a partir dos 6 anos (infantil)

Já em toda nossa linha de Cremes Dentais brancos há apenas uma matéria-prima utilizada de origem animal: a GLICERINA BI-DESTILADA. Segundo informações do fabricante, a Glicerina Bi-Destilada é produzida a partir de uma matéria bruta que é um intermediário do processo produtivo de sabonete. E os sabões são produzidos a partir de gordura animal. Na verdade depois de todo processo produtivo a glicerina quase não tem mais resquício animal, porém não podemos negar que a origem da matéria bruta é animal. Os produtos com esse material de origem animal são os seguintes: Creme Dental Condor 100% Branco, Creme Dental Condor Menta Ice, Creme Dental Condor Hortelã Fresh e Creme Dental Condor Eucalipto Power. Informo que já estamos em estudo para utilização da Glicerina Vegetal.

Sugerimos, então, que opte pelos nossos Géis Dentais que são livres de matérias-primas de origem animal.

Agradecemos o vosso contato e ficamos a vossa disposição.

Atenciosamente
Marli Lang Rosenscheck
Condor S.A.



Ajude-nos a conseguir mais informações, envie um e-mail para o SAC de alguma empresa solicitando informações se os produtos são feitos com insumos animais ou se são testados em animais, encaminhe a respostas para o e-mail 

julho 31, 2010

Pesquisa com animais não é mais necessária na era do genoma, diz presidente da Suipa

O uso de animais como cobaias em pesquisas não é mais necessário na chamada era do genoma, afirma a presidente da Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa), Izabel Crsitina Nacimento. Segundo ela, é preciso que o Brasil, sobretudo, invista em métodos alternativos, como estudos in vitro e com células.
O Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, informou que vai dar início no próximo mês ao cadastro de todas as pesquisas que usam animais.
Em entrevista à Agência Brasil, Izabel afirmou que o uso de animais como cobaias é “paradoxal”, uma vez que os bichos são usados por serem organismos próximos ao ser humano, mas, ao mesmo tempo, são vistos como seres sem direito de escolha em relação ao sofrimento a que são submetidos durante os experimentos.
Se eu quiser ser uma cobaia humana, tenho que assinar um compromisso, mas podem fazer estudos com o animal porque ele é inferior?”, questionou.
Izabel lembrou que a própria Lei de Crimes Ambientais prevê punição para o abusos e os maus-tratos a animais. Ela destacou ainda que a legislação brasileira só permite o uso de animais como cobaias quando não há possibilidade de outros métodos. “Mas os pesquisadores acham que são deuses”, criticou.
A Suipa considera antiquada a Lei Arouca, que traz as normas para o uso das cobaias em experimentos. Criado há pelo menos 20 anos, o texto foi sancionado apenas em 2008 e prevê que os animais podem ser usados como cobaias somente após o experimento em células. Em seguida, humanos estão liberados para participar dos testes.
O animal tem sentimento, está mais do que comprovado. Eles sentem medo, angústia, tristeza, depressão”, afirmou. Izabel citou o exemplo do medicamento talidomida, responsável por deformações em fetos humanos mesmo depois de ter sido testado em cães e gatos.
A experimentação científica está muito atrasada no Brasil”, completou. De acordo com a Suipa, países europeus, além do Canadá e dos Estados Unidos, conseguiram reduzir de forma considerável o uso de animais como cobaias.
Outro avanço, segundo Izabel, é que, nesses países, medicamentos e produtos feitos em laboratório informam no rótulo se foram testados em animais. “Lá eles dão a opção de não usar aquilo, mas o brasileiro não tem noção, falta cultura, conhecimento”, concluiu.
via ANDA

julho 29, 2010

As bebidas de soja e iogurtes...

As bebidas de soja e iogurtes...
Sendo de soja são Vegetarianos MAS nem todos são VEGANOS pq as marcas testam em animais.
Organizando:

Leites vegetais são Vegetarianos!


Marcas:
- Elegê Veg Original (Olvebra)(#)
- Soy (Olvebra)(#)
- Ades (Brasil Foods Donos da Perdigão, Unilever) (*)
- Naturis (Batavo- Brasil Foods Donos da Perdigão, Unilever) (*)
- SoyMilke (Olvebra )
- Yoki Mais Vita(*)
- Soylait (em pó da Jasmine)
- Sollys (Nestlé - testa**)
- Gold Nutrition
- Soy Fibrasmil (em pó)
- Soyos (em pó)
- DelValle (em pó)
- Shefa
- Su Fresh (em pó)

(*)Empresas que dizem não testar em animais, porém, possuem ingredientes de origem animal em alguns de seus produtos

(#)Melhor opção para veganos e os mais baratos

A Jasmine tem quase toda alinha de produtos inteiramente Vegana, com exceção de alguns biscoitos com mel.
http://www.guiavegano.com.br/vegan/alimenticios/jasmine


A Nestlé:**
- Utiliza soja trangênica
http://www.greenpeace.com.br/transgenicos/
- Está na lista de empresas que testam em animais.
http://www.guiavegano.com.br/vegan/alimenticios/nestle-brasil-ltda


Marcas e preços
http://www.twenga.com.br/dir-Alimentos-Bebidas,Laticinios,Leite-de-Soja http://www.nacional.com.br/nac_SubCategoria.aspx?Categoria=C12&SubCategoria=C1219



SAC VEGANO


TEM DÚVIDAS???
Escreva pro SAC da empresa!

julho 27, 2010

Veleiro de plástico atravessa o Pacífico - Barco de garrafas PET cruza Pacífico

Barco de garrafas PET cruza PacíficoUm veleiro construído a partir de 12.500 garrafas de plástico recicladas e um mastro feito com uma tubagem de alumínio, chegou a Sydney, na Austrália, na passada segunda-feira, depois de uma viagem de quatro meses através do Pacífico, chamando a atenção para os perigos do desperdício das embalagens de plástico.

A odisseia do Plastiki - baptizado em homenagem à balsa de junco Kontiki, do explorador Thor Heyerdahl, que atravessou o Pacífico em 1947 - foi descrita como "uma viagem do lixo ao triunfo", pelo embaixador norte-americano na Austrália, Jeffrey Bleich, à chegada do veleiro. O Plastiki partiu de São Francisco, no dia 20 de Março, percorrendo um total de 8.800 milhas náuticas e enfrentando tempestades, ventos de 62 nós e temperaturas de 38 graus centígrados.

A tripulação de seis membros, capitaneados por uma mulher, Jo Royle, integrava David de Rothschild, de 31 anos, descendente da conhecida família britânica de banqueiros, que teve a ideia de construir este veleiro depois de ler um relatório sobre poluição das Nações Unidas, em 2006, alertando para a ameaça que paira sobre os oceanos, nomeadamente, os resíduos de plástico.

O objectivo inicial do projecto visava a reciclagem do Plastiki após a sua chegada a terra, mas o catamarã de 18 metros será preservado e usado como veículo de demonstração do poder da reciclagem. "Muita gente olhou para nós e disse-nos que éramos malucos, mas o Plastiki provou-nos que tudo é possível", declarou David de Rothschild. As garrafas que constituem o seu duplo casco foram coladas com uma cola orgânica à base de açúcar de cana e caju e toda a energia utilizada a bordo foi captada a partir de painéis solares e geradores eólicos.

Durante os 128 dias que durou a viagem, a tripulação teve de partilhar uma cabina de seis por 4,5 metros, tomando banhos de água salgada e alimentando-se de comida desidratada e enlatada, complementada ocasionalmente por alguns vegetais cultivados a bordo. O Plastiki fez diversas escalas nas ilhas do Pacífico, nomeadamente, nos arquipélagos de Kiribati e Samoa, e no Estado de Queensland, depois de vencer mais uma tempestade junto à costa australiana.

julho 24, 2010

Investigadores fazem tecido que não se suja

ÓTIMA NOTÍCIA? SE NÃO FOSSE EM COURO!!!

Projectos do Centi em parceria com empresa prestes a chegar ao mercado.

Investigadores fazem tecido que não se suja Um tecido "à prova" de café, vinho ou azeite que será transformado em toalhas de mesa e guardanapos; um couro livre de cheiros desagradáveis e tingido com substâncias amigas do ambiente; e um ladrilho que é também um interruptor de iluminação. São estas as mais recentes inovações do Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes (Centi), em Famalicão, que, em breve, estarão no mercado.
Segundo o director do Centi, António Vieira, estes produtos foram pensados para "facilitar o dia-a-dia das pessoas, protegendo o ambiente e poupando recursos". Um bom exemplo é o easyclean , um tecido que repele a sujidade e que a empresa Têxteis Penedo transformará em toalhas de mesa e guardanapos, fruto da parceria com o Centi e o Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário (Citeve).
Além de não se sujar, este produto têxtil, sem substâncias nocivas para o ambiente, é fácil de limpar. E por isso não precisa de ser lavado com frequência, reduzindo a factura da electricidade, da água e dos químicos dos detergentes.

O segredo está na fórmula química que os cientistas desenvolveram com nanomateriais que não deixam as substâncias aquosas e oleosas penetrar no tecido. António Vieira diz que "a tecnologia, com ligeiras adaptações, poderá ser aplicada noutros tecidos de algodão para várias aplicações".
Também para melhorar o dia-a-dia e proteger o meio ambiente, e um "baixo risco de reacções alérgicas", o Centi criou couros biocoloridos, reflectores de luz e antimicrobianos - "livres de odores desagradáveis". O projecto Nanoleather foi desenvolvido em parceria com o Centro Tecnológico das Indústrias do Couro (CTIC) e a empresa Curtumes Rodrigues.
Os investigadores desenvolveram uma formulação química, com recurso "a tecnologias de funcionalização à nanoescala e ecológicas", que permite que o couro seja tingido com um produto amigo do ambiente.

Trata-se de "gerar cor in situ na matriz de colagénio do couro, pela utilização de enzimas e agentes naturais adequados, em condições preestabelecidas de pH e temperatura", diz Vieira. Os cientistas fizeram ainda um "revestimento no couro à nanoescala reflector de luz", que permite, por exemplo, que o estofo do carro forrado com este material aqueça e assim envelheça menos quando é exposto ao sol.
Também a pensar no consumidor, a indústria de cerâmica Dominó para a criação de um ladrilho interruptor de iluminação. Trata-se do Sensortile, um produto de última geração que controla a "intensidade de emissão de luz de cargas luminosas". A inovação surge através da aplicação de um material inteligente na cerâmica que responde ao toque, "através da incorporação de LED para iluminação identificativa".
No final, consumidor e empresas envolvidas ficam a ganhar. A empresa Têxteis Penedo, por exemplo, conclui o director do Centi, "poderá facturar, nos próximos um a dois anos, um a dois milhões de euros com as toalhas e guardanapos". Por sua vez, a empresa Dominó espera "que, dentro de dois a três anos, o ladrilho represente cerca de 10% do seu volume de vendas", conclui.
Fonte

Destrinchando a Gordura Trans

Sorocaba - Muito se fala sobre o excesso de gordura ingerido pela população, sobretudo a ingestão de um tipo de gordura: o tipo trans.

A gordura trans é uma gordura modificada industrialmente. Em alta pressão e temperatura, adiciona-se hidrogênio às moléculas de gordura, transformando-a em uma gordura mais consistente e mais durável, que no alimento traz várias vantagens, como: aumento da validade dos produtos, substitui óleos feitos com gordura animal (atendendo vegetarianos e outras culturas onde a gordura de porco não é permitida) e necessita menor refrigeração do produto.

Tal gordura também pode ser encontrada em pequenas quantidades naturalmente, no leite e carne de animais ruminantes, pois a flora intestinal desses animais hidrogena uma parte da gordura ingerida por eles.

A trans, segundo estudos recentes, é a gordura que mais contribui para a formação de placas nas artérias e para o aumento da pressão arterial e dos riscos de infarto ou derrames, pois aumenta o LDL (colesterol ruim) e ainda toma espaço do ômega 3 e do ômega 6 (gorduras vitais que não são produzidas pelo nosso organismo).

A Organização Mundial de Saúde recomenda que a ingestão de gordura trans não ultrapasse 1% do valor calórico da dieta (equivalente a 2g).

Por esse motivo, desde o dia 31 de julho de 2006, as empresas são obrigadas a discriminar a quantidade de trans nos rótulos dos alimentos. Com medo de perder consumidores, as indústrias usam uma brecha técnica para continuar a vender produtos com gordura trans e ao mesmo tempo utilizar selos e "splashes"(destaques) em embalagens declarando-os com "0% de gordura trans".

A brecha técnica funciona da seguinte maneira: se o produto contiver até 0,2g de gordura trans por porção, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) permite que a embalagem estampe a alegação "Não contém...", "Livre de...", "Zero..." ou "Isento de..."

Isso permite que o próprio fabricante escolha qual o tamanho de 1 porção de seu produto que fique abaixo de 0,2g. Um fabricante de biscoitos, por exemplo, pode imprimir em sua tabela nutricional que os valores de 1 porção equivalem a 1/2 biscoito, e assim induzir o consumidor a acreditar que esse produto não contém nenhuma gordura trans. Ou seja, se o consumidor comer 1 biscoito, já terá consumido mais de 0,2g de gordura trans.

Uma maneira segura de comprovar a adição de gordura trans é a leitura da lista de ingredientes do alimento. Se contiver gordura vegetal hidrogenada, ou gordura vegetal, certamente contém gordura trans.

A Anvisa não exige mais que os fabricantes grafem gordura vegetal hidrogenada por extenso nas embalagens, permitindo que ela seja indicada apenas como gordura vegetal. Então, outra maneira de verificar a presença de gordura trans é verificar a lista de ingredientes impressa nas outras línguas - se disponível.

A recomendação é que se consuma o mínimo possível de gordura trans, não existindo quantidade mínima recomenda por dia, qualquer quantidade por menor que seja, é prejudicial.

Nível de gordura trans em alguns produtos:

Produto.....................................Quantidade.........Gordura Trans

Biscoito água e sal............2 unidades (30g)...........1,0 g
Biscoito recheado..............2 unidades (30g)...........1,5 g
Biscoito tipo waffer.............4 unidades (30g)...........5,0 g
*Sorvete de creme..............1 casquinha (81g).........1,4 g

*com recheio de doce de leite coberto com chocolate ao leite

Alimentos ricos em gorduras trans:

• Alimentos fast-food
• Salgadinhos
• Batata frita e outras frituras
• Pratos congelados
• Massa folhada
• Margarina
• Biscoitos
• Sorvetes
• Bolos recheados prontos
• Cookies
• Chocolates em barra e bombons
• Pipoca de microondas
• Maionese
• Donuts
• Sopas e cremes industrializados

Fonte: Nicole A. A. M. Pontes é Nutricionista Clínica e Estética

HÁBITOS E HABITAT


Este site é uma ferramenta para divulgar informações ligadas ao vegetarianismo, meio ambiente e direitos animais. O projeto começou com o documentário Hábitos e Habitat, um vídeo voltado para o público que está entrando em contato com o movimento do vegetarianismo. Mostra as diversas consequências do seus hábitos alimentares tanto no meio ambiente, quanto na sua saúde e nos maus tratos aos animais.
Tem como objetivo inicial a conscientização ambiental e também mostrar como a arte pode ser uma ferramenta para a difusão de valores e ideais.
Uma proposta para repensar o consumo!

gabriela_veigaZy9bh2i(1).jpg
Gabi Veiga é Bacharel e Licenciada em Ciências Biológicas. Trabalhou no Instituto de Botânica de São Paulo por dois anos, onde desenvolveu diversas pesquisas ligadas à plantas bioindicadoras de poluição.
Morou por 5 meses no Amazonas, em uma comunidade chamada ABRA 144, onde estudou permacultura e educação ambiental.
Atualmente faz parte de um grupo chamado O Teatro Mágico, que integra diversas expressões artísticas: música, circo, dança, sem deixar de mostrar críticas sociais. Gabriela procura fazer com que a arte seja fonte de informação e de conscientização ambiental.


Desenvolveu o projeto Hábitos e Habitat para difundir seus ideais ligados ao vegetarianismo e ao meio ambiente.

Ministério da Ciência e Tecnologia lança campanha para defender uso de animais em pesquisas científicas

Opositores do método criticam duramente o "desprezo ao sofrimento" das cobaias
De um lado, o argumento de que animais sofrem, têm sentimentos como medo e angústia e que portanto têm direito a manter sua integridade física preservada. De outro, a questão de que para o desenvolvimento de novos tratamentos médicos são necessários testes prévios em animais. No centro, o dilema: é ético utilizar cobaias em pesquisas científicas? Pelo menos para boa parte da comunidade científica, a resposta é sim. Para mostrar à população esse ponto de vista, o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) está promovendo uma campanha nos principais veículos de comunicação com a mensagem: sem animais, não há pesquisa.

Para o coordenador da campanha, o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e presidente da Federação Latino-americana de Biofísica, Marcelo Morales, as pessoas precisam compreender a necessidade da experimentação animal. A ideia é conscientizar a população sobre a importância do uso de cobaias para o desenvolvimento de medicamentos e tratamentos. “O Brasil já é o 13º país do mundo em produção científica, especialmente na área médica, por isso a necessidade de uma campanha que esclareça ao cidadão comum que a maioria dos tratamentos só é possível graças a esse tipo de pesquisa”, afirma.

Essa discussão, antiquíssima, voltou à tona depois que foi sancionada, no fim de 2008, a Lei nº 11.794, conhecida como Lei Arouca. Pela nova norma, todos os centros de pesquisas que utilizam animais como cobaias precisam criar núcleos internos para autorizar esse tipo de experimento, denominados Comissões Éticas no Uso de Animais (Ceuas). Essas comissões devem avaliar se os resultados esperados pela pesquisa justificam sua execução, além de questões como o grau de sofrimento a que esses animais serão submetidos e a quantidade de cobaias a serem utilizadas.

Morales defende que esse tipo de estudo é essencial para o avanço nos tratamentos médicos. “Esse é o processo utilizado no desenvolvimento e no controle de qualidade de qualquer medicamento ou vacina. Primeiro, os testes são feitos em células. Se aprovados, são aplicados em animais e, só então, em seres humanos”, explica Marcelo. Para ele, a nova lei garante a segurança e o controle dos experimentos. “A legislação estipula as condições nas quais a experimentação animal pode acontecer, quantos e quais animais podem ser utilizados, além de estipular que eles devem ser sedados e não podem ser submetidos a sofrimento”, completa o pesquisador.
Direito à vida
Já para o advogado e professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) Daniel Lourenço, o uso de cobaias, mesmo para pesquisas de medicamentos, não é correto. Ele defende a adoção de normas que assegurem os direitos básicos aos animais. “Temos aí uma questão ética. Se os animais são tão parecidos com os seres humanos ao ponto de pesquisas com eles validarem estudos de tratamentos para os homens, não dá para tratá-los como tão diferentes ao ponto de negar-lhes o direito à vida e ao não sofrimento”, conta.

Ele questiona a validade do modelo de ciência que utiliza pesquisas com animais. “Temos vários exemplos de pesquisas que foram testadas nos animais e que, quando foram aplicadas em seres humanos, causaram grandes problemas”, opina. Para Daniel, novas formas de pesquisas que não utilizam cobaias devem ser desenvolvidas. “Acho perigoso esse tipo de pensamento de que os fins justificam os meios. É consenso que os animais sentem dor, medo e angústia, e submetê-los a esse tipo de situação em nome do nosso bem-estar é, no mínimo, eticamente duvidoso”, completa o advogado.

Para ele, a solução estaria em utilização de protocolos científicos que dispensem as cobaias. “Existem várias alternativas para pesquisar remédios, por exemplo, sem os testes em animais, o que a comunidade científica precisa fazer é utilizá-los”, afirma Daniel Lourenço. “Os protocolos que não utilizam cobaias ainda precisam ser testados e comprovados, portanto até que isso aconteça a única forma de realizar determinados experimentos é por meio de animais”, rebate Marcelo Morales.

A legislação estipula as condições nas quais a experimentação animal pode acontecer, quantos e quais animais podem ser utilizados, além de estipular que eles devem ser sedados e não podem ser submetidos a sofrimento”
Marcelo Morales, presidente da Federação Latino-americana de Biofísica
 - ()

julho 23, 2010

Stella McCartney criará os novos chapéus da guarda real inglesa

A estilista vegana e ativista pelos direitos animais Stella McCartney deve criar os novos chapéus dos guardas da rainha da Inglaterra, segundo o jornal The Telegraph.

Foi realizada hoje (22) uma reunião com Peter Luff, ministro de equipamentos de defesa, para discutir a mudança dos chapéus cruelmente confeccionados com pele de urso, conhecidos como Bear28, para a versão de fibra plástica. Após quatro anos de desenvolvimento e testes rigorosos de repelência a água, os novos modelos estão prontos para serem usados.

“Historicamente a Inglaterra tem um grande respeito pelos animais, por isso faz todo o sentido que sejam adotados os novos materiais nos chapéus da guarda real”, disse McCartney.

Fonte: ANDA





Unbearable Cruelty Coming to an End?

The list of celebrities who have been spotted wearing Stella McCartney's luxe animal-friendly fashions reads like a Hollywood who's who: Jada Pinkett Smith. Kate Winslet. Charlize Theron. Could the Queen's Guards be next?

We hope so. After a faux-fur prototype of a Queen's Guard's bearskin cap was presented during a meeting earlier this week with several Ministry of Defence (MoD) officials, we're encouraged by the possibilities. Stella, who collaborated with Canadian eco-designer Atom Cianfarani on the prototype, has been working with PETA UK for several years to develop a faux-fur hat that will pass the MoD's rigorous water-resistance tests.

"Historically, England has a very high regard for animals, so it makes perfect sense that the MoD should continue shedding ceremonial furs from uniforms," she says.

The new material is lighter and more breathable than bear fur, is less expensive, and of course, no bears were killed to make it. Currently, one bear is killed for every hat that's produced.

The MoD officials were impressed by PETA UK's prototype and have greenlighted further testing. Check back here for updates.

Written by Paula Moore
Posted by PETA






They're changing hats at Buckingham Palace to save the black bear


http://www.visitingdc.com/images/buckingham-palace-picture-4.jpg

The Guards may be about to swap their traditional bearskins for a humane version designed by Stella McCartney

By Rachel Shields
Sunday, 31 August 2008

They have perched atop the heads of straight-faced soldiers for almost 200 years, been photographed by millions of tourists and generated countless protests, but now the controversial bearskin hats worn by the Buckingham Palace Guardsmen finally seem likely to be replaced with a more modern, humane alternative.

The imposing Guards Regiments may soon be topping off their red jackets with natty Stella McCartney or Vivienne Westwood creations, after a meeting next week in which senior MoD officials will consider a range of alternative hats created by leading designers.

Baroness Taylor, the minister for defence procurement, who is responsible for acquiring all of the Army's equipment, will meet with the animal rights group People for the Ethical Treatment of Animals (Peta) to review the designs on Tuesday.

"This meeting is hugely significant for our campaign to save North American bears," said Robbie LeBlanc, director of Peta. "If she has a heart and can see the PR nightmare of the MoD continuing to support the Canadian bear slaughter, she can wield her influence and push the MoD to scrap the bearskin caps sooner rather than later."

An MoD spokesperson confirmed that a private meeting would be taking place next week, and insisted that the MoD is open to alternatives to the traditional bearskin hats.

"The MoD is not opposed to the use of synthetic materials as an alternative to bearskins, provided such materials meet the requirement for a high-quality product that performs adequately in all weather conditions. Regrettably, a suitable alternative continues to prove elusive."

The British designer Vivienne Westwood has been asked by Peta to produce an "innovative" new design, while Stella McCartney and the US designer Marc Bouwer have both agreed to produce caps if commissioned by the MoD.

"I can't imagine a more distinct honour than to be asked to redesign the Royal Guard's bearskin hats with the luxurious faux fur I have used in my collections," said Mr Bouwer, whose fur and leather-free designs have been worn by celebrities including Angelina Jolie and Sarah Jessica Parker.

"I would be delighted to take on this challenge and am confident the outcome would be a wonderful hat that carried on the Guards' tradition, but in a modern way that doesn't involve the taking of bears' lives," he added.

The Queen's five regiments of foot guards need between 50 and 100 new caps every year " each of which is 18ins tall and takes the entire skin of a black bear to make. In March, it was revealed that the MoD has spent more than £321,000 on bearskins in the past five years.

During the meeting, Lady Taylor and her colleagues will be shown undercover video footage of bears being baited, shot and skinned by Canadian hunters, a recording that will be available on Peta's website.

"We are hoping that we can finally agree on a way forward which displays the will and compassion of the British people and display to the world that we are a caring nation," Mr LeBlanc said.

The hats were first worn by British soldiers in 1815, following the defeat of Napoleon's French Imperial Guards at the battle of Waterloo. The French grenadiers wore bearskins to appear taller and more intimidating, and Britain adopted the towering hats for soldiers in ceremonial duties and guarding royal residencies as a symbol of their victory.

Previous attempts to replace the ceremonial hats with a synthetic fabric have failed. Officers claimed that they were not as durable as the traditional bearskin and that they do not look the same as the originals, which are famous around the world.

"The armed services are probably going through a pretty challenging time " it is the beginning of the 21st century, and the way the Army works is changing. In these circumstances, there is a lot to be said for the importance of tradition, of ceremony, of wearing the same hat that your grandfather wore," said Professor Paul Kennedy, historian at the London School of Economics.

Peta staged a naked demonstration outside Buckingham Palace in 2006 to protest against the bearskin hats, and next month members launch a new campaign, which is being backed by a host of celebrities including the singers Morrissey and Pink, the designer Sadie Frost and the actor Sir Roger Moore.

The comedian Ricky Gervais last week wrote to Gordon Brown, to ask him to replace the bearskin hats with synthetic alternatives. "I understand and appreciate the importance of uniforms, but continuing to use real fur in the 21st century is inexcusable, regardless of tradition," he wrote.

www.Peta.org.uk You can join the debate at ios.typepad.com

The bear truth: What they say about the hats

50-100 - new bearskin caps are needed every year

£321,000 - is the minimum amount that the Ministry of Defence has spent on bearskins in the past five years

1 - black bear is needed to make one hat for a guardsman

1815 - was the year that bearskin hats were first worn by the Grenadier Guards following the Duke of Wellington's victory at the battle of Waterloo

600,000 - Black bears currently live in North America " a number thought to have fallen from two million

To have your say on this or any other issue visit www.independent.co.uk/IoSblogs

http://www.geo.uu.nl/fg/berendsen/pictures/photography/alaska/Bear.jpg

I'm glad to hear it - about time
Bad enough trying to keep a straight face out there - let alone with naked protesters in ya face!
(i should imagine)