“Os Experimentos em Animais ATRASAM o progresso da ciência”.
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março 17, 2012

Campanha Contra a Crueldade!!! - Nenhum animal precisa morrer para você se vestir.

Investigações da Swiss Animal Protection, da East International e da Humane Society of the United States expõem realidades arrepiantes nas quintas de peles da China, onde Raposas, Guaxinins, Chinchilas, Martas, Cães e Gatos, entre outros animais, vivem e morrem em sofrimento extremo para alimentarem o comércio e uso de peles na Europa e nos Estados Unidos


Quando investigadores sob disfarce da Swiss Animals Protection e da East International iniciaram, recentemente, as suas investigações em quintas de peles na província de Hebei, na China, de imediato perceberam por que razão não são permitidas visitas a estes locais. Estes investigadores descobriram que muitos animais estão ainda vivos e a tentarem libertar-se desesperadamente enquanto os trabalhadores destas quintas de peles os atiram contra o chão, por forma a que o seu dorso bata violentamente no chão, quebrando, assim, a sua coluna, ou enquanto os penduram, pelas patas traseiras ou pela cauda, em ganchos, enquanto, espetando facas na barriga destes animais e puxando, a partir daí, toda a pele dos seus corpos, os mesmos trabalhadores esfolam raposas e guaxinins (entre outros animais) vivos e completamente conscientes. Quando os trabalhadores destas quintas de peles chinesas começam a cortar a pele e o pêlo dos animais a partir das pernas destes, os animais esperneiam agonizantemente e tentam por todos os meios fugir a esta experiência extremamente dolorosa. Os trabalhadores destas quintas pisam os pescoços e cabeças dos animais que resistem mais, de maneira a que, sem conseguirem cortar-lhes o pelo e o pêlo enquanto estão vivos e conscientes, consigam, através do peso e da força que exercem sobre os animais, asfixiá-los ou quebrar, assim, o seu pescoço.
 Quando a pele e o pêlo dos animais é finalmente arrancada do corpo dos animais, por cima das suas cabeças, o seu frágil corpo, despido e ensanguentado, sem a sua pele, é atirado para um monte, onde se juntam todos os animais já esfolados. Muitos dos animais nestes amontoados de corpos estão ainda vivos, tentando respirar por entre o sangue, e pestanejando ainda. Alguns dos corações dos animais ainda batem cinco a dez minutos depois de terem sido esfolados. 
Um investigador gravou em vídeo um guaxinim esfolado por cima dos restantes corpos que, espantosamente, teve ainda força suficiente para levantar a sua cabeça sem pele e cheia de sangue, fixando o investigador e a câmara que o filmava.
Antes de serem esfolados vivos, estes animais são arrancados das suas jaulas e atirados violentamente para o chão. Os trabalhadores das quintas de peles usam barras de metal para baterem na cabeça dos animais ou limitam-se a atirar com a cabeça e o dorso dos animais contra o chão, causando-lhes inúmeras fracturas ósseas e convulsões, embora, na maior parte dos casos, sem que isso cause a morte imediata dos animais. Todos os animais nestas quintas assistem a todo este processo hediondo, vendo os outros animais a passarem por todo este sofrimento e antecipando o que de seguida lhes acontecerá. Fechados em jaulas mínimas e sujas, o seu brutal destino é esta morte arrepiantemente cruel.
Na China, a criação e morte de animais para extracção da sua pele e pêlo não obedece a quaisquer regras, uma vez que não há legislação que regulamente esta actividade. Nestas quintas, raposas, martas, coelhos e outros animais exibem distúrbios comportamentais, como movimentos repetitivos e constante abanar das cabeças, em jaulas de arame, em que os animais estão expostos à chuva, ao frio gélido, ou, noutros momentos, ao calor extremo. As mães, que ficam altamente perturbadas pelo tratamento agressivo, assim como pela impossibilidade de, ao terem as suas crias, não poderem esconder-se para o parto nem poderem proteger as suas crias, acabam por matar os seus próprios bebés, de tão afectadas que estão. Doenças e ferimentos são comuns nestes animais, que não têm qualquer espécie de assistência nem recebem qualquer cuidado, acabando estes animais por roerem as suas próprias patas e atirarem-se constantemente contra as grades das jaulas em que estão fechados.
Uma investigação da Humane Society of the United Statestambém na China revelou igualmente que, sendo muito comum a morte de cães e gatos neste país – não só para a produção e comércio do seu pêlo como também para o comércio e consumo da sua carne –, os cães de raça Pastor Alemão são aqueles que mais são criados e mortos, uma vez que o seu pêlo cinzento e amarelo é considerado muito útil e é muito procurado para a produção de casacos e acessórios de pêlo. O pêlo cinzento é considerado melhor e é mais caro do que o pêlo amarelo, o que, segundo foi explicado aos investigadores, se deve ao facto do pêlo cinzento dos Pastores Alemães poder ser facilmente apresentado e vendido como pêlo de raposa ou guaxinim, para casacos, ou, para acessórios, lembrar o pêlo de coiotes, guaxinins e outras espécies vulgarmente usadas para a produção de acessórios de pêlo.
A globalização do comércio de pêlo faz com que seja impossível saber qual a origem dos produtos de pêlo. As peles e pêlo dos animais são artigos leiloados interncionalmente e distribuídos por fabricantes de peças de vestuário e acessórios de pêlo em todo o mundo, com os produtos finais a serem vulgarmente exportados. A China fornece mais de metade das peças finais de acessórios de pêlo importadas para comercialização nos Estados Unidos da América. De igual modo, se uma etiqueta de um casaco ou acessório com pêlo diz que esse artigo foi feito num país da Europa, os animais cujo pêlo compõem essas peças foram provavelmente criados e mortos numa parte diferente do mundo – possivelmente, numa quinta de peles da China como as expostas nesta investigação especial. Além disso, as quintas de peles nos Estados Unidos da América e na Europa, mesmo com cenários não tão extremos como os das quintas de peles da China, são unidades onde os animais, depois de terem tido vidas miseráveis, são mortos por quebra do pescoço, asfixia, afogamento, envenenamento com gás ou electrocussão anal ou vaginal.
Quem usa um casaco de pêlo ou qualquer acessório que tenha pêlo de algum animal, é cúmplice deste comércio horrivelmente cruel. Quem comercializa estas peles e as promove, como é o caso da estilista Fátima Lopes, é primeiramente responsável por esta barbaridade inimaginável.
Actualização da Campanha de Protesto contra Fátima Lopes, a“Estilista da Morte”
Inicialmente, a estilista Fátima Lopes, em declarações ao “Correio da Manhã” (ver CM, 28-02-2005 <http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=151631&idCanal=133 >), quando lhe foi perguntado se usava peles sintéticas, respondeu “Não há nada falso. É tudo verdadeiro desde as raposas aos visons. Nunca disse que era contra as peles verdadeiras. Pelo contrário, sou a favor.” Estas declarações vergonhosas foram imediatamente contestadas através de muitas centenas de e-mails e faxes de protestos que, no seguimento de uma campanha de protesto da ANIMAL, a estilista recebeu de pessoas de todo o país e mesmo de fora de Portugal. Além de nunca ter respondido a estas mensagens de protesto, dias depois, o jornal “24 Horas” noticiou: “Fátima Lopes voltou a dizer que é a favor do uso de peles de animais” (in “24 Horas”, 05-03-2005), tendo a estilista, na mesma entrevista, garantido que “a fase contra as peles já acabou”, além de ter classificado os protestos dos defensores dos direitos dos animais como “um disparate”, ainda em declarações a este jornal.
No dia 28 de Março, a ANIMAL lançou o vídeo “ANIMAL apresenta Fátima Lopes (clique aqui <http://animal.org.pt/fatimalopes.wmv > para ver o vídeo),acompanhado do apelo para que fosse o vídeo mais visto e divulgado na internet, com o objectivo de denunciar o consciente e deliberado apoio de Fátima Lopes à crueldade extrema contra animais na abominável indústria das peles. Neste curto mas revelador vídeo, vêem-se imagens da estilista com citações das suas lamentáveis declarações (acima referidas), intercaladas com imagens de raposas e guaxinins a serem esfolados vivos numa quinta de peles, como prova daquilo que, ao comercializar e usar pêlo de animais e ao defender esta actividade, Fátima Lopesapoia, sendo, portanto, activamente cúmplice desta crueldade absoluta.
As últimas reacções de Fátima Lopes são reveladoras da sua total falta de carácter e de sentido de ética. Em declarações a “O Independente” (ver “O Independente”, 01-04-2005 <http://www.oindependente.pt/ >), Fátima Lopes, a “Estilista da Morte”, alegou que esta campanha é uma “manipulação”, afirmando que a verdadeira questão coloca-se na “forma horrível como os animais são mortos”, deixando claro o seu apoio à exploração e morte de animais simplesmente para o uso do seu pêlo na moda, supostamente desde que sejam mortos de forma indolor, tentamos concluir. Ora, é objectivamente sabido que, nas quintas de peles, os animais são mantidos nas piores condições possíveis, desenvolvem graves distúrbios comportamentais e emocionais, e acabam sempre por ser mortos de uma maneira extremamente cruel, seja por quebra do pescoço, asfixia, envenenamento, afogamento, concussão (à paulada) ou electrocussão anal ou vaginal, sendo comum os animais serem esfolados enquanto estão ainda vivos e conscientes – sendo que a prioridade não é preservar os animais de qualquer sofrimento, mas sim preservar o valor das suas peles. Fátima Lopes sabe disto, mas finge não saber. É também sabido que é impossível manter e matar os animais com este fim de uma maneira não cruel, além de ser claro que é eticamente errado fazê-lo, mesmo que tal fosse possível de maneira menos cruel. Dando provas da sua necessidade de afirmação, Fátima Lopes afirmou ainda que é “uma estilista de nome internacional” e que, “tal como 99 por cento dos criadores internacionais, usa peles de animais”, do que se conclui que Fátima Lopes justifica os erros que comete com o facto de outros cometerem erros. Além disso, essa afirmação é falsa. Na verdade, muitos e prestigiados estilistas internacionais recusam-se a usar peles de animais, como é o caso de Stella MacCartney, Calvin Klein, Vivian Westwood, Mark Bouwer e Todd Oldham, entre outros, além de, também em declarações a “O Independente”, reputados estilistas portugueses, como Ana Salazar, Miguel Vieira e Luís Buchinho se terem afirmado contra o uso de pêlo de animais.
Em declarações ao jornal “Destak” (in “Destak”, 31-03-2005),Fátima Lopes disse “ser 100% contra estes actos de barbárie”,referindo-se à maneira como os animais são mortos, defendendo-se dizendo “não sou nenhuma assassina”, enquanto afirma que as organizações de direitos dos animais deveriam protestar contra os criadores e produtores de pêlo de animais e não contra os estilistas que, como ela, usam peles. Mais uma vez, defendeu-se com o exemplo de estilistas internacionais que usam peles, acrescentando que este mercado existe “porque existe público a querer comprar”. Conclui-se novamente que Fátima Lopes não tem responsabilidade moral – na verdade, a “estilista da morte”apresenta justificações absurdas e falsamente ingénuas, esperando que alguém as tenha como sérias, querendo fazer crer que quem tem responsabilidade é apenas quem cria e mata animais com este fim e quem compra e usa casacos e peças com pêlo de animais, e nunca os estilistas que desenham, fabricam e comercializam casacos e acessórios com pêlo de animais, além de apoiarem este comércio abertamente, como ela o faz. Além de ir buscar exemplos de imoralidade e de cumplicidade na crueldade contra animais a outras pessoas para justificar a sua própria imoralidade e cumplicidade neste horror, Fátima Lopesfaz questão de dizer, ainda em declarações ao “Destak”, que “há hipocrisia” na campanha da ANIMAL, depois de produzir as declarações mais hipócritas que alguém poderia conceber. Não contente com os absurdos que alega a seu favor, Fátima Lopesatira ainda contra “as autoridades competentes que deviam apostar no controlo e fiscalização”, ficando claro que, para esta estilista, não importa quanto sangue, sofrimento e morte de animais sejam necessários para que as suas peças sejam feitas e vendidas por ela – a culpa do sofrimento hediondo por que passam os animais é sempre e exclusivamente de quem os cria e mata, de quem compra os casacos e os veste, das autoridades que não fiscalizam, e até das organizações que denunciam, criticam e que protestam contra estes males. Nunca é da própriaFátima Lopes, que faz moda do pêlo de animais que choraram enquanto este lhes foi arrancado.
Confrontada pelo “Jornal de Notícias” a respeito desta questão,Fátima Lopes voltou a tentar justificar-se (in “Jornal de Notícias”, 04-03-2005): “não posso ser responsabilizada por uma coisa de que não tenho culpa. Não sou nenhuma entidade fiscalizadora, nem sou o Governo para assegurar que os animais morram de uma maneira indolor e rápida. Como se mata, e quem mata, não é responsabilidade minha. Eu também não sou a favor daquela barbárie.” Novamente, Fátima Lopes quer convencer o público de que não tem qualquer responsabilidade quanto ao modo como os animais são tratados e mortos, apenas porque ela não participa nisso. Simplesmente, usa o pêlo desses animais que foram tratados miseravelmente e cruelmente mortos para as suas criações, que vende e promove, dizendo alegremente que é “a favor das peles”. Chega ao absurdo extremo de dizer, “Os peixes também não morrem sufocados nas redes? E também não comemos carne de vaca? É melhor deixar de comer carne e peixe também.” Ou seja, ironicamente, Fátima Lopes acaba por reconhecer que, de facto, os animais são usados, explorados e mortos em muitas áreas diferentes, que isso lhes provoca sofrimento e viola os seus direitos, e que deveríamos tornar-nos vegetarianos. Mas a sua mente retorcida inverte a questão, apresentando todos estes males como justificação para o mal que é criar e matar animais exclusivamente para utilização do seu pêlo. A teoria de Fátima Lopes é tão perigosa quanto isto: para a“estilista da morte”, porque os animais já são vítimas de violência e exploração, então por que razão limitá-la à alimentação? Deve-se, isso sim, explorar e matar animais em todos os casos imagináveis, simplesmente porque, em muitos casos, isso (infelizmente) já acontece. Analogamente, pode-se dizer que as consequências da argumentação de Fátima Lopes, se aplicadas à guerra, levariam a que, se há actualmente guerra no Iraque e no Sudão, ou seja, se há alguma ou muita guerra no mundo, então é aceitável promover a guerra em qualquer circunstância e em todos os casos imagináveis. Felizmente,Fátima Lopes não tem este poder de decisão, tendo, embora, o poder de decidir se milhares de animais são barbaramente torturados ou não em nome da sua “moda da morte”.
Em face de tudo isto, a denúncia e os protestos devemcontinuar. Por favor, divulgue junte de todos os seus contactos o vídeo “ANIMAL apresenta Fátima Lopes”. Por um lado, devemos aos animais que foram esfolados vivos e cujo sofrimento este vídeo ilustra conhecer esta realidade chocante e fazer algo contra este horror. Por outro lado,devemos combater esta “tendência da moda” que Fátima Lopes defende e levá-la, através da exposição, crítica e protestos públicos, a abandonar completamente o uso e comércio de peles de animais
Leia esta notícia inteira na edição de hoje do jornal semanário “O Independente”, em www.oindependente.pt <http://www.oindependente.pt/ >.
Este foi um passo histórico na defesa dos direitos dos animais em Portugal. Pela primeira vez no nosso país, uma quinta de peles (no caso, de chinchilas) foi exposta e, se o objectivo da ANIMAL era denunciar uma quinta de peles como algo de imoral, esta investigação conjunta da ANIMAL com “O Independente” revelou que esta quinta é também ilegal, tendo, no seguimento desta investigação, sido encerrada na tarde de ontem, pelo Ministério da Agricultura e pela GNR. Em consequência disto, a criação, exploração e morte de milhares de chinchilas nesta quinta, em Peso da Régua, tiveram ontem um fim definitivo.

novembro 09, 2010

julho 04, 2010

Pele não é um símbolo de status, mas sim um símbolo de crueldade




A cultura pop, principalmente o hip hop americano, infelizmente tem dado um passo atrás na ética e incorporado peles como símbolo de status, opulência e riqueza. Esse é o caso de Kanye West, Mary J. Blige e agora a nova sensação da música manufaturada, Rihanna (foto).

A estrela do hip hop está para sair em turnê e segundo relatos, uma de suas exigências para o seu camarim é um tapete de pele de animais, além de uma lista que inclui outras exigências absurdas que não é possível avaliar se são verdadeiras ou parte de um plano de relações públicas.

O fato é que Rihanna já usou peles em público antes e é muito preocupante que uma cantora ainda adolescente e popular comece a glorificar a crueldade como símbolo de status e, no seu caso, símbolo de sexualidade, que é o principal produto da sua máquina de marketing.

Peles, assim como couro, lã e seda, são o resultado da escravização, tortura e morte de animais. Ao contrário do que a indústria diz, esses produtos não são glamurosos, mas sim violentos. Apoiar financeiramente dessa indústria é financiar a tortura e morte de animais.

junho 25, 2010

Documentário americano 'Comércio de Pele' quer mostrar as crueldades dessa indústria








A indústria peleira sempre quer mostrar como as peles são sexies, bonitas, sensuais e luxuosas. Dizem ainda que as peles são amigas do meio ambiente, com a desculpa de que esses animais são criados para consumo e têm suas peles "aproveitadas" para a confecção de casacos, estolas, etc.



Esse tipo de campanha é para fazer com que pessoas apóiem as atrocidades feitas contra esses animais.

Conheça através do documentário americano "Comércio de Pele" (Skin Trade, em inglês) -- dirigido e pela diretora Shannon Keith -- tudo o que acontece por dentro dessa indústria. São centenas de horas de entrevistas com estudiosos, estilistas e celebridades.

"Este filme quer dar voz àqueles que têm suas peles arrancadas enquanto ainda estão vivos", disse Shannon. Entenda a selvageria dessa indústria e como essa realidade pode mudar.

O video está a venda no site oficial do documentário, por $ 27,50.


Assista ao trailer do documentário

junho 21, 2010

A VERDADE SOBRE PELES...


Clique sobre a imagem para ampliá-la.


PEDIMOS AO PAPA BENTO XVI QUE NÃO USE PELE DE ARMINHO...
Por favor, clique no link abaixo e assine a petição:

http://www.petitiononline.com/FauxFur/petition.html

Para saber mais sobre o sofrimento dos animais na retirada de pele, por favor acesse o documentário.
As imagens neste link podem ser muito fortes para alguns, então por favor esteja atento:
VÍDEO:
http://www.animal-protection.net/furtrade/movie.htm
RELATÓRIO:
http://www.animal-protection.net/furtrade/report_fur_china.pdf

ESCREVER UMA CARTA, E EMAIL:
http://www.antifursociety.org/POPEvsFUR.html



PEDIMOS AO PAPA BENTO XVI QUE NÃO USE PELE DE ARMINHO E NEM DE QUALQUER OUTRO ANIMAL...

TEXTO TRADUZIDO DA PETIÇÃO EM PAUTA:

Querido ser humano Compassivo,

O Papa Benedict XVI tem usado um chapéu aveludado vermelho feito com pele de arminho branco. Esse chapeu é conhecido como "camauro". O chapéu era comumente usado por Papas no período medieval para manter a cabeça deles aquecida durante eventos ao ar livre nos meses de inverno. Em ocasiões especiais, como audiências oficiais com os chefes de Estado, o atual Papa Bento XVI usa também uma capa vermelha enfeitada com pele branca.

Talvez sua Santidade, o Papa, não saiba que os animais sao esfolados vivos para a retirada da pele. Assinando esta petição, você estará pedindo à sua Santidade, o Papa, para não usar pele de verdade. Há falsa pele de raposa de qualidade excelente que pode ser usada para o equipamento oficial dele sem acarretar na crueldade que vai além da decência humana. Ou ele pode escolher não usar nenhuma pele.

Uma vez informado, a sua Santidade seguramente concordará que animais são as criaturas de Deus e merecem ser tratados com compaixão, o dogma mais sagrado dos ensinos de Cristo. Você também pode escrever a ele pedindo, com suas próprias palavras, que ele deixe de usar pele. Este seria um sinal para que as igrejas católicas ao redor do mundo possam refletir e preservar a santidade de todas as criaturas de Deus.



Por favor, assinem e ajudem a divulgar, nada justifica a maldade cometida contra esses animais, já existem muitas opções que não pele de animais.

Obrigada,

A SOCIEDADE ANTI-PELES
www.antifursociety.org

Imagem: arminho preso na armadilha, para posteriormente ser esfolado vivo...

junho 18, 2010

Campanha contra o uso de pele invade a Bienal

Nesta temporada em que coletes e casacos peludos viraram hit entre os fashionistas, uma campanha contra a utilização de peles de animais como matéria-prima para roupas apareceu nos banheiros neste último dia de evento.

Alguns cartazes foram colados nas portas dos toaletes com os dizeres: “A moda precisa ser ética. Deixar em paz os animais, sua penas, o couro. Deixar de ser cruel. Criar e exigir alternativas. Entender que o consumo ético é uma forma de sobrevivência”.  A campanha é encabeçada pelo 
Move Institute.

Sobre a campanha, Gloria Kalil comentou: “enquanto estivermos usando sapatos, bolsas e cintos de couro feitos a partir de animais criados para este fim, não tem porquê vir com essa hipocrisia. Ou pára com tudo ou não tem porquê matar vaca e não coelho”.

E você, o que pensa sobre o tema? Deixe seu comentário abaixo.  







Cartaz da campanha contra a utilização de peles de animais como matéria prima para roupas, colado na porta do banheiro feminino da Bienal
Fonte

junho 03, 2010

Brooke Shields: a nova garota propaganda da indústria de peles



A atriz americana Brooke Shields, que ficou conhecida mundialmente nos anos 80 pelo seu papel no filme A Lagoa Azul e pelas peças publicitárias para a Calvin Klein, tornou-se a nova garota propaganda da indústria de peles dinamarquesa.

During uma visita à cooperativa de produtores de peles Kopenhagen Fur em março, a atriz disse que desenhar seu próprio casado de peles era seu “sonho de garotinha”. Na ocasião a atriz disse também que defenderá o uso de peles para sua geração e as mais novas e que ela usará o seu casaco no dia a dia, inclusive para dormir.

A notícia atraiu a atenção de ativistas dos direitos animais, inclusive da PETA (Pessoas Pelo Tratamento Ético dos Animais), que disse em seu blog: “Eu não sonhava em eletrocutar analmente animais em fazendas de peles, mas aparentemente era isso o que Brooke Shields fazia”.

O Twitter também está repleto de comentários negativos sobre a decisão da atriz de aceitar dinheiro de uma indústria que vive da tortura e morte de animais selvagens e criados em cativeiro. Um comentário diz: “Brooke Shields trocou sua decência por um casado de pele”.

Clique aqui para assistir a um vídeo sobre como as fazendas de peles operam.  (em inglês)
by Lobo Pasolini 

CRUELDADE por MEDIDA!

maio 21, 2010

Daslu dá um show de horror durante desfile recheado de peles e couros de animais




Casacos de pele recheiam a Revista Daslu #42


Na última terça-feira (18.05) a boutique de luxo Daslu, localizada em São Paulo, foi palco do lançamento da coleção de alto inverno da loja. Durante o desfile de apresentação das roupas, as "lulus" -- como são chamadas as fanáticas pela Daslu -- puderam acompanhar um verdadeiro show de horror.

No inverno 2010, a boutique aposta pesado nas peles e couro de animais. Os looks vêm compostos por peles de coelho, raposa, entre outros animais, e os preços são exorbitantes, ultrapassando facilmente os R$ 10 mil.

A Daslu também possui uma revista que circula entre seus clientes a cada troca de estação. A edição de inverno é a de número 42 e também vem cheia de modelos vestindo casacos, jaquetas e estolas de pele. Chega até ser bizarro, quando na matéria "Lady in Fur" (Dama em Pele, em português), há uma modelo usando shorts e uma outra usando mini saia e ambas vestindo uma jaquetinha de pele. Combinação "ideal" para o nosso clima tropical, não é, Daslu?

Acompanhe algumas fotos abaixo:

maio 13, 2010

Casaco de pele!?!?!?!?!?!?!?



Você imagina a crueldade com que esta pele é extraída??? 
A moda(?) de transformar animais em casacos é do século XIX. Os vestidos de festa cobriam pouco o corpo das mulheres e eram fracos para enfrentar o inverno europeu. Para cobrir os ombros, as senhoras da sociedade começaram a usar peles macias de animais como raposas, martas, lebres, chinchilas e visons. As peles eram reluzentes e combinavam com o estilo de tecidos nobres usados naquele tempo. O hábito de usar peles se consagrou no século XX, que provocou uma devastação sem precedentes, com muitos animais, entre eles filhotes, sendo mortos até a quase extinção.
Pensando nisso, resolvi fazer uma pequena referência gráfica do que é 
UM CASACO DE PELE 7/8(até o joelho). Cada uma dessas imagens lotadas de animais equivale a quantidade necessária -segundo tabelas internacionais - de animais para fazer apenas um único casaco.

Entre 24 e 30 raposas são assassinadas para fazer um casaco como este:




Entre 65 e 70 visons são usados para um único casaco de pele. Vison é o bichinho preferido da Iris Bruzzi.



Entre 10 e 12 Filhotes de foca que nem desmamaram ainda são usados para cobrir celebridades descartáveis e fúteis, como Jennifer Lopez:



Um casaco de lontra consome entre 30 e 40 animais para decorar Paris Hilton.




Já um casaco de pele de lebre ou coelho, mata cerca de 40 a 50 animais.

Celebridades bizarras que surgem da noite para o dia adoram tirar onda com casacões de pele. Essas pessoas acreditam que usando peles de animais elas parecerão mais bonitas, mais finas, mais elegantes e chiques. A foto abaixo desmente esta ilusão.


O casaco de chinchila consome cerca de 200 animais. São duzentos bichinhos a menos só para enfeitar pela-sacos como o rapper 50 cent. (que não vale nem metade disso)



O casaco de pele de marta é um dos mais valiosos e extermina 60 animais por peça.

Pessoas com conteúdo duvidoso acreditam que caprichando na embalagem terão mais chances. Abaixo vemos a Gisele Bunchen desfilando ao custo de um milhão de dólares os casacos feitos com peles de animais. Questionada sobre sua atitude, ela disse que não via nada de mais nisso.


A matança mais sinistra que tem é a dos esquilos. São 400 e poucos deles para um único casaco.



Agora eu entendo porque o casaco de pele é tão caro. Mas entendo ainda mais por que o show da Madonna custa 600 pratas o ingresso. É pra Madonna poder comprar casacos de pele pra ela e pro monte de bacuris que ela adota por aí.

Pense nisso. 

Enquanto houver quem pague, esses animais continuarão morrendo.

maio 11, 2010

A linha (tênue?) entre o fetiche e a necessidade...

Em uma discussão entusiástica entre um amigo e eu, como de costume, ouvi mais do que falei, é que preciso aprender mais sobre o veganismo, sobre a ética animal, não porque pessoas que respeito teriam forte poder de influência sobre minhas atitudes, mas porque é algo que me importo deveras.
Li a Ética Prática (Peter Singer) e captei o ponto de vista, sábio e demasiadamente sensato. Somos iguais, eu e o frango porque ambos sentimos dor e prazer, temos assim iguais interesses na cadeia do viver, logo merecemos o mesmo direito à vida.
De onde vem a necessidade de comer animas (irracionais?)?
E de onde vem o fetiche de usar a pele de avestruz para fabricar bolsas, sapatos, etc?
Ambos construídos socialmente já que, naturalmente, não precisamos comer animais (irracionais?) para continuar vivendo. A prova são os vegans e os vegetarianos, que vivem muito bem. E também não precisamos da animal para nos manter protegidos do frio e do calor.

Parar de usar roupas, cintos e bolsas de pele de Jacaré é obviamente mais fácil já que temos ainda uma vasta variedade dessas mercadorias que não são feitas de pele animal. O algodão (sem querer entrar no mérito do direito vegetal, ainda) é abundante, usá-lo na fabricação de roupas tem menor custo e é mais popular.
Parar de comer galinhas já não me parece coisa que possa ser transformada no hábito alimentar do brasileiro, por exemplo, assim como parar de comer peixe no Japão.
Não seria importante relevar as condições de vida humana, especialmente quando milhões de nós não temos a garantia de sequer comer diariamente? A nossa dignidade não poderia ser levada em conta? É que a fome e a miséria não me parecem ainda coisas que devam ser tratadas como fatos isolados ou hipóteses. Não existe uma hipótese de que agora alguém em bairro miserável de Aracaju não tem o que pôr na boca para se alimentar. Isso não é suposição, É fato. Alguém ainda duvida? Preciso provar matematicamente?
Aqui eu gostaria de TENTAR distinguir fetiche de necessidade.
Fetiche é o poder puramente simbólico exercido e absolvido então como necessidade. Comprar uma bolsa porque se precisa guardar objetos enquanto se locomove não é o mesmo que comprar uma bolsa pelo fato de ela ser de couro e possuir a etiqueta da Louis Vuitton. O que o fato de ela ser de couro e possuir uma etiqueta da Louis Vuitton vai interferir na primeira utilidade da bolsa?
Necessidade é a falta de algo indispensável. Comer galinha é indispensável? É evidente que não! Pode-se substituir uma galinha por uma moqueca de soja, tranquilamente. Mas é nessa afirmação que a ética começa a me escapar entre os dedos. Estou tentando segurá-la, creio que perceberam. Posso exigir de mim tal atitude quando, embora eu, não tão tranquilamente, mas sim possivelmente, possa fazer essa substituição? Com esforço conseguirei.
Mas o que é mais importante para o ciclo da vida do qual eu e o frango fazemos parte? Deixar de comê-lo ou permitir que esse ciclo continue como há centenas de anos continua? O que é menos destrutivo para nós dois? (NÓS DOIS) que eu deixe de comer animais (irracionais?), que eu lhes permita a vida a todos sem nenhuma interferência? que eu me reconheça igual nos interesses, portanto participante da mesma cadeia alimentar, portanto participante do mesmo ciclo da vida?
É a toa que leões comem cervos? Será mesmo por que, supostamente ou hipoteticamente, ele é irracional? Ou será porque isso que comumente chamamos de natureza está a anos luz de nossa importantíssima, porém ainda obscura filosofia?
Quanto mais tento explicar meus pensamentos mais dúvidas emergem! Seria assim se não fôssemos humanos? (rsrs)
Apropriamos-nos do tempo, nosso e de todos os nossos irmãos naturais!
E para que propósito?
Para atendermos a URGÊNCIA dos nossos Fetiches!! E não das nossas Necessidades!!
ISSO NÃO SERIA MAIS DESTRUTIVO?
Mas quanto a nossa DIGNIDADE, (embora culturalmente concebida) pode deixar de ser importante para o ciclo da vida?

Nosso grande problema, creio eu, queridos amigos, não é comer animais mas destruí-los aos milhares pelo prazer de nossos fetiches, assim como destruimos a nós mesmos, aos milhares, pelo mesmo prazer.

Tento ser sensato. Não creio que estou tendo uma idéia reducionista e simplista, muito pelo contrário. A natureza, toda ela, me incluo e vos incluo... é impossível de ser tratada como intocável. Não estaria aí o reducionismo do ideal veganiano?

Quero saber, preciso conhecer as opiniões. Porque estudar o meio ambiente não é algo digno de expressão de nojo. Porque se negamos o meio ambiente, negamos a nós mesmos. E aí, caríssimos, nunca saberemos do que estamos falando!