“Os Experimentos em Animais ATRASAM o progresso da ciência”.
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junho 21, 2010

"A moda precisa ser ética"


jornal do brasil
19/06/2010

Quem andava pela São Paulo Fashion Week, encontrava cartazes e adesivos com os dizeres: “A moda precisa ser ética. deixar em paz os animais – suas penas, seu couro e suas peles(...)”. A ação foi organizada pela ONG Move Institute, de SP, comandada pela designer Adriana Pierin. Com cinco meses de existência, a organização age em eventos grandes – na Parada Gay de SP distribuiu 30 mil flyers contra maus tratos de animais – e, na SPFW, o dedo foi colocado na ferida de quem utiliza peles, couros e penas e de empresas que testam seus produtos nos bichos. “A moda brasileira copia as tendências europeias. Não precisamos de couro e peles no nosso inverno. Os profissionais da moda têm de exigir que sejam desenvolvidos materiais ecologicamente corretos. O moda está acomodada e não procura alternativas para se adaptar”, aponta Adriana, ativista há 20 anos. O cuidado com o design das peças informativas (como a mostrada abaixo) é um diferencial da ONG, tanto que ela foi convidada a expor seus cartazes no Festival Parede, que está rolando no Centro Cultural da Justiça Federal, no Rio. O próximo passo é organizar um ensaio fotográfico com celebs que já aderiram à causa: Mari Moon e Kika, da MTV, Carlos Careqa, Guto Lacaz e Marina Dias. E é provável que a Move feche parceria com uma ONG francesa. “Agora, quero captar o interesse do poder público, porque a conscientização é a solução. Pegar animais para cuidar é enxugar gelo”, afirma Adriana, que pretende contatar Paulo Borges, o homem por trás da SPFW e do Fashion Rio, para que organizem juntos uma ação durante a próxima edição das semanas de moda.
Fonte: PROTEA

junho 14, 2010

Hoje é o dia…


Só existem dois dias no ano em que nada pode ser feito.
Um chama-se ontem e o outro chama-se amanhã, portanto, hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.


junho 09, 2010

Religião e ética

Em relação ao episódio com o oficial da Malásia que disse que deus criou os animais para ser testados como justificativa da criação de um laboratório de tortura e morte de animais em seu país, o filósofo Peter Singer escreveu o seguinte no jornal inglês The Guardian:
“O que se dizer da empresa indiana Vivo Biosciences Inc, que se aproveita de ignorância religiosa, na qual seus cientistas provavelmente não acreditam, para ganhar a aprovação de uma empreitada de £97 milhões [R$230m]. Será que a empresa vai se pôr ao lado da ciência e rejeitar a defesa do ministro do seu projeto? Provavelmente não. O comentário do ministro é mais uma ilustração da influência geralmente regressiva que a religião exerce em questões éticas – seja no que diz respeito à questões feministas, sexualidade, eutanásia, meio ambiente e animais. Embora as religiões mudem, elas mudam vagarosamente, e tendem a preservar atitudes que se tornam obsoletas e maléficas.”
Para ler o artigo completo em inglês, clique aqui. | Fonte

maio 08, 2010

The Fashion Show: desafio vegano.

A FTV Brasil estreou, dia 6, às 22h, um reality show que mostra a batalha por sucesso na indústria da moda.  Em “The Fashion Show”, 15 estilistas lutam para levar suas criações ao mercado.
...
No último desafio do mês, quinta-feira, 27 de maio, às 22h, os participantes vão estrelar no capítulo “The Shoe Must Go On”. Nesta quarta etapa, mostrarão que os sapatos são os melhores amigos de uma garota. No minidesafio Harper’s Bazaar, moda e funcionalidade são unidas por um desafio ambiental, em que os designers têm de criar uma nova marca para a marca vegan Olsenhaus (sapatos).
Fonte

maio 04, 2010

Resmas de papel ecológico e com embalagem ambientalista


Resmas de papel ecológico e com embalagem ambientalista
Grays Harbor Paper produz papel sulfite 100% reciclado, livre de clareadores que poluem o ambiente e certificada de acordo com os padrões internacionais. As embalagens são vendidas exclusivamente na loja virtual Frogfile e foram desenhadas pela agência canadense Change, o estúdio de comunicação que ajuda as empresas a desenvolverem planos de posicionamento dentra própria marca, de olho aos temas relacionados ao meio-ambiente.
Para as resmas de papel da Grays Harbor, a Change idealizou um pacote que sublinhasse todos os cuidados da empresa para reduzir o desperdício e poluição e que pudessem conscientizar os usuários do produto do papel importante que os mesmo podem desempenhar na economia de papel e processo de reciclagem .
Cada embalagem é na verdade um origami: basta cortar e dobrar para ver “nascer” uma árvore. As resmas ainda intactas, empilhadas, formam o desenho de um pinheiro (abeto) com direito a ninho de passarinhos e ovos. Um modo de, mesmo metaforicamente, deixar os escritórios mais verde e com a esperança de que a conscientização faça toda a diferença.

DBA Pen é a primeira caneta 98% reciclável


DBA Pen e 98% reciclavelFabricada pela empresa nova iorquina DBA, aDBA Pen é a primeira caneta feita de materiais 98% recicláveis, o que inclui a sua tinta. O processo de fabricação utiliza apenas energia eólica. Seu corpo é composto por um bio-plástico, o reservatório é feito de fibra biodegradável e a tinta também é natural.
A embalagem também segue a linha eco-friendly, sendo de papel reciclado impresso com tintas de base vegetal.
A caneta parece não ter importância diante da poluição do meio ambiente, mas um vídeo (que você pode ver após o jump) da empresa informa que, desde 1950, foram vendidas mais de 100 bilhões de canetas no mundo, (o que corresponde a 60 delas por segundo sem parar até hoje). A tinta utilizada daria para preencher cem piscinas olímpicas. Tanto o material usado nas canetas quanto nas tintas é tóxico.

Casinhas ecológicas para cães e gatos


Casinhas ecologicas para caes e gatos
O designer Luan Kehl Villas Bôas, juntamente com dois sócios, criou uma linha de produtos ecológicos para animais de estimação, a Ecobichos. Uma grande idéia que faz bem ao meio ambiente e garante conforto aos bichinos e seus donos.
São casinhas para pets, caixas de areia para gatos, “condomínios” para gatos (casinhas empilhadas), e caixa para transporte, todas feitas de papelão 100% reciclável e biodegradável.
Como se pode ver na galeria, crianças e adultos também podem decorar como quiserem as peças, pintando sobre o papelão.
Produtos da EcobichosProdutos da EcobichosProdutos da EcobichosProdutos da Ecobichos

Eco Way, uma embalagem realmente natural


Clique para ampliar
Tal Marco, designer israelense, conceituou uma embalagem, daquelas que usamos para levar a comida que compramos em restaurantes mas não queremos consumi-la no local, totalmente natural. A Eco Way é feita de folhas de bananeira e pode ser usada nos mais variados tipos de embalagem, pois além de ter uma boa capacidade de impermeabilização, é flexível e de custo baixo. Além disso, não leva cola e é 100% natural.
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O projeto de Marco fez parte da competição do site Designboom “Dinning in 2015” e seu conceito fez repensar as melhores embalagens sustentáveis da atualidade.
Clique para ampliar

Lápis e embalagem feitos 100% com papel reciclado e tinta de soja

Em branco
Ter uma consciência eco-friendly faz bem ao meiambiente, à empresa envolvida, a nós mesmos tanto no presente como no futuro. O lápis é uma “ferramenta” utilizada por 10 entre 10 pessoas, portanto, que bom se todos os lápis fossem feitos de papel reciclado.
No caso desse conjunto em particular, chamado ’stoping global warming’, tudo foi pensado a favor da preservação da natureza. O desenho da embalagem foi feito com tinta à base de soja e os pinguins estão aí para nos lembrar de conservarmos o meioambiente.
A empresa que produz o kit com 5 lápis é a Gongjang (que significa ‘artesãos que fazem as coisas com habilidade’) de uma empresa em Seoul, Coreia que projeta e fabrica produtos que têm um impacto mínimo no ambiente. 

Fonte

abril 23, 2010

Óleo de cozinha usado - Alternativas sustentáveis

Todo mundo sabe que não é bom jogar óleo de cozinha utilizado pelo ralo.


Sabe porque?
  •  Porque é altamente poluente, 1 litro de óleo é capaz de poluir 20 mil litros de água;

  •  Causa entupimentos e refluxo de esgoto;

  •  Enchentes, sim, enchentes! Pois impede a passagem da água para dentro da terra; 

  •  Cria uma fina película na água que impede a sua oxigenação, ou seja, os animais que vivem ali morrem por falta de oxigênio;

  •  .. Entre milhões de outros motivos.


  • Mas o que fazer com aquele monte de óleo de cozinha que foi utilizado?
    São três alternativas, bastante simples. E, de bônus, duas alternativas podem ser rentáveis! :)

    1) O óleo de cozinha utilizado pode se transformar em sabão, que é ótimo para a limpeza doméstica. Há lugares que você pode levar o óleo que depois será recolhido e doado (Em sp, eu levo no mercado Hirota).

    2) As ongs Trevo (atua na Grande São Paulo) e Instituto Trângulo (atua em Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul) fazem o trabalho de recolher e reciclar doóleo de cozinha utilizado. Eles mesmos dão o equipamento de e depois vão buscá-lo quando estiver cheio.
    A ong Trevo ainda paga R$0,20 por litro de óleo utilizado.


    naa-veggie

    abril 20, 2010

    Cadernos Sustentáveis e feitos a mão – Entrevista Corrupiola





    Navegando pela internet encontrei a Corrupiola , uma empresa que produz caderninhos super bacanas e que possue uma proposta de negócio bem interessante. Toda a produção dos caderninhos é feito manualmente e vários modelos empregam materiais sustentáveis.
    O modelo que mais gostei foi o Dos-à-dos Fibra de Bananeira que é feito com com papel artesanal ecologicamente correto e com a  capa  feita de fibra de bananeira.
    Gostei tanto que bati um papo com os sócios Leila e Aleph que me contaram tudo sobre a empresa , leia abaixo:
    1) Ola amigos, o que é a Corrupiola?
    A Corrupiola é  o resultado das experiências e dos trabalhos crafts de Leila Lampe (artista, designer gráfica, crafiteira e amante de gatos) e Aleph Ozuas (escritor, webdesigner, crafiteiro e amante de gatos), ambos ancorados em São José, a 7 km de Florianópolis, Santa Catarina. A Corrupiola surgiu do nosso desejo de vender um produto próprio, trabalhando em casa e controlando nosso próprio tempo. Em dezembro de 2008 lançamos nossa primeira coleção de cadernos num Bazar craft em Florianópolis e logo em seguida montamos uma loja virtual no blog. Depois disso, a Corrupiola está acontecendo e estamos sempre lançando novidades
    2) Que tipo de produtos vocês vendem?
    O Corrupio clássico é o nosso principal produto. Corrupios são pequenos cadernos exclusivos e costurados manualmente, geralmente no formato 9×14cm, com papéis refinados  como Canson, Fabriano e  Color Plus 240gr nas capas, e com miolo de 64 páginas em papel pólen 80gr.
    Para nós, a Corrupiola está apenas engatinhando. Lançaremos em breve cadernos com outros formatos e pretendemos criar outros produtos em papelaria, sempre utilizando o processo manual. Em dezembro montamos um atelier, que para nós foi um grande passo, pois utilizávamos nosso apartamento como local de trabalho. Integramos o processo de serigrafia e tipografia aos nossos cadernos e buscamos sempre renovar as antigas tecnologias, como por exemplo, uma máquina de tricot que pertencia à mãe de Leila e estava prestes a ir para o lixo. Ano passado resgatamos a máquina, pesquisamos quem pudesse restaurá-la e fomos a Blumenau fazer um curso para aprender a manuseá-la. O interessante é que por ela ser antiga (fabricada em 1970), parece ser mais difícil de manuseá-la e estamos tentando utilizá-la de forma criativa mesmo com todas as suas limitações por ser bem ultrapassada. Foi uma situação inusitada, pois a professora não queria nos ensinar a tricotar numa máquina tão antiga e tentava nos convencer a comprar uma máquina mais nova, mas com muita insistência e resistência, completamos todo o aprendizado e nosso objetivo.
    3) De onde veio o nome Corrupios?
    Corrupio em português significa brincadeira. Mas “Corrupiola” é uma palavra inventada pelo Aleph. Então, Corrupiola pode ser divertimento, ou fazer brincadeiras ou o que for relacionado!!



    4) Achei bem interessante o processo de fabricação manual dos Corrupios, conte-nos mais.
    O processo de fabricação da Corrupiola não é industrial, não terceirizado (exceto a faca da caixa para Corrupio Clássico e as matrizes para serigrafia e tipografia) e não utiliza mão-de-obra barata. Todos os nossos produtos são cuidadosamente feitos à mão, uma unidade por vez, garantindo o máximo de qualidade e personalização.
    O papel é  um material 100% reciclável, a não ser quando é plastificado ou coberto com outro substrato que interfira e dificulte o processo de reciclagem, mas dificilmente nosso trabalho poderá ser 100% sustentável, pois teríamos que acompanhar todo o processo, desde a extração da matéria prima, por isso procuramos nos ater principalmente ao final do ciclo e a disposição das aparas. Estamos sempre pesquisando novos materiais e aprimorando as etapas do nosso processo de fabricação para obter o menor impacto possível no meio ambiente. Em nossa busca, pesquisando na internet e conversando com nossos fornecedores, descobrimos que os papéis vendidos como 100% reciclados utilizam apenas 25% de aparas pós-consumo. Por isso, além do marketing gerado pelo “100% reciclado” são necessários cuidados adicionais, pois mesmo utilizando esses papéis é importante gerar o mínimo possível de aparas, e assim não deturpar o selo de “ecologicamente correto”.
    Dentro da nossa pequena produção, podemos nos preocupar com todos esses detalhes relativos ao aproveitamento de materiais, mas sabemos que em uma produção em escala industrial o processo se complica, mas com boas iniciativas tudo é possível.



    5) Existe algum Corrupio produzido com matéria prima sustentáveis?
    Nossos cadernos são costurados com papel pólen – offwhite e acidfree – um papel amarelado que leva menos banhos ácidos do que o papel branco durante sua fabricação. É um papel largamente utilizado no mercado editorial. A cada coleção buscamos utilizar novos materiais verdes em nossas peças, como o papel Kraft nas capas. Nosso mais novo produto, o Corrupio Dos-à-Dos com folha de bananeira (http://corrupiola.com.br/dos-a-dos/3583/dos-a-dos-fibra-de-bananeira.html) tem capas  com 100% de fibra de bananeira, produzidos artesanalmente. Na fabricação deste papel utiliza-se 70% de água e 30% de pasta da fibra da bananeira. A água é tratada após a utilização e devolvida para a natureza sem nenhuma adição de ácidos, ou seja, este processo não afeta o lençol freático. Todo este processo é feito por uma artista no Estado de Goiás.
    Procuramos também somar nossas próprias ações ao nosso produto, que vão desde a procedência de nossa matéria prima, escolha de fornecedores que estão perto de nós, até o envio das encomendas, indo a pé ou bicicleta ao posto dos Correios, andando de ônibus e aproveitando quase 100% dos materiais que adquirimos para produzir nossos cadernos. Das sobras dos papéis criamos cartões, embalagens, cintas e caixas. Este box, por exemplo (http://corrupiola.com.br/promocao/3807/box-corrupiola.html) foi feito a partir de caixas coletadas em nosso próprio prédio. Além disso, pegamos também aparas de diversos papeis em algumas gráficas que conhecemos.
    Também produzimos pequenas tiragens de nossos materiais e recusamos qualquer oferta de produção em massa. Já o nosso lixo produzido no processo de serigrafia é todo separado e por enquanto é o máximo que podemos fazer, já que o Brasil ainda não possui tintas ecológicas como à base de soja, que são empregadas nos EUA e Europa. Mas, mesmo esta tinta à base de soja também é muito questionável pela forma como é plantada, destruindo campos verdes para levantar plantações transgênicas.
    Sabemos que nossas ações são pequenas diante de todo o lixo que é produzido no planeta, mas procuramos fazer o nosso melhor. Acreditamos que a atividade Craft no Brasil ainda é pouco conhecida e tende a avançar cada vez mais entre o público. Craft não é somente compra e venda de produtos artesanais, é também uma filosofia de vida, tanto do criador como do comprador/consumidor. Somente com boa imaginação é possível sobreviver no mundo em que vivemos hoje, onde o tempo parece não mais nos pertencer, pois é disputado e negociado pela atenção das grandes e despersonalizadas corporações. Precisamos da inovação para alcançar o equilíbrio e redescobrir nosso papel em um planeta sustentável.



    6) Vocês participam da Comunidade Craft, qual é a ideologia deste movimento?
    A comunidade Craft é um movimento que abraça artistas, designers, arquitetos, ilustradores, fotógrafos, film-makers dentre outras profissões. O Craft une o know-how da profissão do criador com suas habilidades manuais para criar beleza e originalidade em cada peça. Os participantes dessa comunidade compartilham idéias e incentivo através de websites, blogs, lojas, galerias e feiras. Juntos, eles forjam uma nova economia e estilo de vida baseado no respeito, criatividade, determinação e trabalho em rede.
    Simultaneamente a forma como se trabalha com o Craft é uma maneira de minimizar o nosso impacto sobre o planeta. É um equilíbrio entre formas de reciclagem, redução, reutilização e, ao mesmo tempo, a criação de um produto original. O Craft está sempre se reinventando e não há a reprodução em massa. É um movimento interessado em humanizar o consumo, prezando pela autoria do produto. O comprador craft sabe quem fez o produto, confia na origem da matéria prima e preza pela exclusividade e originalidade da peça adquirida. É um mercado emergente, na contramão da produção em massa e contra a exploração da mão-de-obra.
    7) Como posso comprar o meu Corrupio?
    Pelo site www.corrupiola.com.br/shop, nos locais de revenda da Corrupiola ou em eventos dos quais participamos, como feiras e bazares.
    8 ) Muito obrigado pela entrevista e parabéns pelo trabalho.
    Parabéns pelo Coletivo Verde que contribui para um mundo melhor! Agradecemos pela oportunidade de contar aqui um pouco mais sobre nosso trabalho. E se o leitor tiver dúvidas e mais perguntas sobre nosso trabalho, há um canal direto para perguntas com o público em nosso site e também o contato por email. Abraços verdes

    abril 14, 2010

    Moda Ética e Consciente


    Consumo consciente é o melhor estilo


    Nunca compre produtos de couro. Procure pelos sintéticos.  Justifique que você não usa peles de animais. Couro sintético é a melhor opção para o estilo social. No casual ou fashion tudo fica mais divertido! Abuse de materiais orgânicos, super em alta, como os das ecobags, (algodão cru), bem natural. As bolsas super coloridas e transadas em patchwork, com várias estampas de tecidos de algodão também são opções maravilhosas! Em relação ao plástico, tome cuidado, procure saber se a empresa usa materiral biodegradável e se recicla os produtos de coleções passadas.
    Agora me diga, com tanto material tecnológico e tanta criatividade, para quê usar restos de animais?!
    Definitivamente, a mulher moderna, descolada, antenada, ativa e urbana, que esbanjam autoconfiança, são adeptas da moda ética e consciente!
    Nylon, verniz, lona, algodão cru, microfibra, poliéster, PVC, etc... Escolha qualquer um desses materiais, nunca a dor, exploração e morte. Você têm opção.


    Onde encontrar:


    Sapatos:
    - Picadilly http://www.varejopiccadilly.com.br
    A empresa não trabalha com couro, as matérias-primas possuem rápida decomposição (em até 5 anos) e não deixam resíduos químicos.
    O farelo obtido nesse processo pode ser utilizado como adubo.
    Ainda há a linha de bolsas ECO feitas a partir de lona de outdoor.
    Para os não adeptos à busca por sapatos em lojas, ou para aqueles que já conhecem os produtos, mas não encontraram a cor ou tamanho que procuravam, a dica é comprar direto na loja virtual:
    picadilly
    Picadilly
    - Melissa http://www.lojamelissa.com.br
    - Havana (social masculinos)
    havana1
    Havana
    - Azaléia http://www.hotsiteazaleia.com.br
    - Alfa Calçados
    Empresa Vegana. Está localizada em Portugal. Mas pode ser comprado aqui no Brasil pelo site www.guiavegano.com.br
    alfacalcados
    - Beira Rio www.beirario.com.br
    A Beira Rio não é mais uma empresa de “sapatos para o lazer” como indica o nome da marca. No site, podem-se encontrar botas, scarpins, sapatilhas, etc.
    beira_rio_2
    - Grendha www.grendha.com.br
    Marca da empresa Grendene, a mesma empresa-mãe da Melissa.
    - Goóc www.gooc.com.br
    Calçados, bolsas e acessórios e lona e borracha. Masculinos e femininos.


    Bolsas e acessórios
    - Chenson www.chenson.com.br (Encontre também na NetBolsas  www.netbolsas.com.br)-
    “A Bolsa Chenson que você usa, além da qualidade e do estilo que você  conhece, carrega também uma história de sucesso ao redor do mundo. Chenson é a marca de bolsa de mão mais vendida no Brasil e no mundo. Sensibilidade, design, tecnologia na criação e também em todo o processo de produção para garantir qualidade superior em seus produtos, que são recicláveis, em respeito ao meio ambiente. E mais, a Chenson também faz projetos de desenvolvimento sustentável junto às comunidades, com resultados admiráveis, o que proporciona uma satisfação a mais na hora de usar sua Chenson.” Site da marca.


    - Kipling www.kipling.com.br
    - Vani (Encontre também na NetBolsas  www.netbolsas.com.br)
    - Mítrol (Encontre também na NetBolsas  www.netbolsas.com.br)
    - Sêneca (Encontre também na NetBolsas  www.netbolsas.com.br)
    - Lighthouse (pasta executiva masculina) (Encontre também na NetBolsas  www.netbolsas.com.br)
    - TNG www.tng.com.br (Encontre também na Bagaggio  www.bagaggio.com.br)
    TNG

    - Bagaggio www.bagaggio.com.br
    Mas cuidado! Na loja ou no site, você encontra bolsas de diversas marcas e materiais. O bom é que o site possui um sistema de busca em que você pode clicar no material que deseja e refinar sua busca aos produtos apenas naquele material. Nas opções têm “couro” , “couro sintético”, “nylon”, “poliéster” e “tecido”. As opções renunciando o couro são bem maiores.
    Pucca
    Betty Boop
    Snoopy
    - Hello Kitty
    Penélope Charmosa
    Everlast
    Timberland
    - Alexandre Herthovitch (Encontre também na Bagaggio  www.bagaggio.com.br)
    - Goóc www.gooc.com.br
    Calçados, bolsas e acessórios e lona e borracha. Masculinos e femininos.
    - Matiz (Encontre também na Le Postiche  www.lepostiche.com.br)
    Cuidado! Possui produtos em couro, tanto a Matiz quanto a Le Postiche!
    - Mario Prata www.marioprata.com.br
    Venice
    Moo_shoes
    Moo Shoes

    Site e lojas de roupas Veganas no Brasil
    - King 55
     www.king55.com.br
    Camisetas e jeans. Sustentabilidade e luta contra a exploração animal.
    Rua Harmonia, 452 – Vilas Madalena – São Paulo – SP
    (11) 3032 1838
    - XBloodlineX ClothingProdutos livres de crueldade Animal. Vendas pela internet e entregas em todo o país.
    www.myspace.com/xbloodlinex www.xbloodlinex.com.br
    - Tree Tap www.treetap.com.br
    Couro Vegetal da Amazônia!
    Av. Rui Frazão Soares, 80 Sala 218- Alpha Barra, barra da Tijuca – Rio de Janeiro - RJ


    - Vegan Pride www.veganpride.com
    Acessórios livre de crueldade
    Sites de sapatos veganos no exterior:
    Se você busca variedade, irá se surpreender com os sites de calçados, roupas e acessórios
    veganos existentes no exterior. Apesar do custo de envio, a boa notícia,é que sim, eles entregam no Brasil!!
    http://www.vegetarian-shoes.co.uk
    http://www.mooshoes.com
    http://www.alternativeoutfitters.com (Vegan Boutique)
    www.herbivoreclothing.com


    Outras Opções:
    Lojas populares e de departamentoLojas populares de calçados, como aquelas existentes no centro das grandes cidades, são uma ótima opção, pois muitas trabalham com modelos sintéticos, para bolsas também.
    Em lojas de departamento como Renner, C&A, Riachuelo, Marisa, Leader, etc. você deverá encontrar modelos sintéticos com freqüência. Em algumas redes eles até facilitam a busca e colocam uma etiqueta enorme escrito “COURO LEGÍTIMO” nos modelos não vegans, deixando bem claro o que devemos evitar.
    Fontes:www.provegan.com.br
    www.netbolsas.com.br (Cuidado! Há produtos de origem animal.)
    www.bagaggio.com.br (Cuidado! Há produtos de origem animal.)
    www.revistavegetarianos.com.br Ano 2, número 16, p.48-51
    Veja também:
    - Blusas e EcoBags em patchwork e recicladas:
    http://gatacanjica.blogspot.com
    - Natalie Portman lança grife de sapatos veganos:
    http://www.guiavegano.com.br/vegan/veganismo-e-libertacao-animal/natalie-portman-lanca-sapatos-veganos-em-nova-york-2
    - Saiba mais sobre a indústria do couro:
    http://www.uniaolibertariaanimal.com/faces-da-exploracao/vestuario

    Fonte

    abril 03, 2010

    Stella McCartney


    Filha do Beatle Paul McCartney e de Linda Eastman. Aos 15 anos, começou a trabalhar com o estilista Christian Lacroix - o ano era 1987, ele abria sua Maison, e lançava sua primeira coleção de alta costura. A seguir, transferiu seu estágio para Savile Row, famosa rua londrina pelas suas alfaiatarias de qualidade reconhecida em todo o mundo. Assim começou a estudar moda no Central St Martins College of Art & Design, em Londres. 

    Ao formar-se, em 1995, pesou o estigma de ser filha de quem é: em seu desfile de graduação, estavam na primeira fila da platéia Paul McCartney e Linda Eastman, e na passarela as modelos Naomi Campbell e Kate Moss. A apresentação foi notícia no mundo todo, porém seu talento era questionado nas entrelinhas. Mas a coleção foi comprada por uma loja, e no mesmo ano ela lançou sua própria marca. Dois anos depois assumia um posto de indiscutível prestígio: tornava-se a substituta do estilista Karl Lagerfel na marca Chloé.
    Houve quem acreditasse que sua contratação não passava de um belo golpe publicitário do Grupo Vendôme, dono da Chloé. Mas a primeira coleção que assinou para a marca finalmente dissipou todas as dúvidas: Stella foi saudada com elogios por toda a imprensa especializada, pelas suas roupas sensuais, românticas, muito inventivas e executadas com perfeição. Na coleção seguinte, além de tudo isso, ela provou que podia gerar bons lucros para a Chloé.
    Mais tarde a Gucci ofereceu uma proposta irrecusável: lançar a grife Stella McCarney no mundo todo, no segmento de moda de luxo, com a garantia de que todas as decisões seriam suas. A marca Chloé ficou sob a direção de sua principal colaboradora, Phoebe Philo, e ela começou sua carreiro solo.
    Com um vestido desenhado por ela mesma, Stella McCartney casou-se no final de 2002 com Alasdhair Willis, editor da revista Wallpaper, com quem tem um filho.