“Os Experimentos em Animais ATRASAM o progresso da ciência”.
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julho 12, 2010

Glutadela - corante artificial



Entrei em contato com a Nutralim semana passada, para me certificar qual corante vermelho que contém nos ingredientes da Glutadela. Acabei de receber a resposta:



"Bom dia, agradeço por entrar em contato conosco, o corante usado na glutadela é Corante Vermelho Allura."


Sobre o Corante Vermelhor Allura 40:

Corante artificial que proporciona coloração vermelha. Sintetizado quimicamente. Usado em alimentos processados a base de cereais, balas, coberturas, iogurtes, leites, biscoitos, pós para sobremesas de flans, gelatinas, pudins, etc. (fonte)

Os ingredientes na embalagem da Glutadela refere-se apenas a corante natural, nada específico.
Não trata-se de um corante natural, e sim artificial, e ao colocarem corante natural, logo se pensa em Urucum (vegetal-semente) ou no Carmim(Cochonilha-inseto).

Levando em consideração que muitos pais precisam cuidar dos tipos de corantes que os filhos consomem, muitas crianças são alérgicas a corantes artificiais, principalmente o vermelho e o amarelho, incluindo meu filho, que precisa consumir tais corantes com moderação, e muitos vegetarianos deixam de consumir o produto achando que trata-se do Carmim, acho que está na hora de Nutralim rever suas embalagens e arrumar os ingredientes, especificando exatamente qual corante é usado, para não deixar dúvidas para seus consumidores.

Obrigada Nutralim pela atenção e fica a dica.








Glutadela - via Projeto Vegan



O Thiago do Projeto Vegan me presenteou com essas glutadelas.



Eu ficava doidinha quando visitava o blog dele e via suas receitas com glutadela, e olha, que são várias e sempre "reclamava" que aqui em Curitiba nunca acho essas coisas diferentes para comprar. E ele muito gentilmente disse que gostaria de me mandar uma, e acabaram chegando duas, só tenho que usar rapidinho, porque irão vencer no final do mês, "né Thiago, não se preocupe, não esqueci desse detalhe", tenho certeza que acabo com elas antes do final do mês, tenho 1 adolescente e um pré-adolescente em casa, que comem pra caramba e estão esperando ansiosos para "aprovar" novas receitas. =D

Thiago, em nome de toda família... Muito Obrigada!

Querem saber mais sobre a Glutadela, visitem o site: http://www.nutralim.com.br/


E acompanhem as receitas do Thiago no Projeto Vegan !!


março 15, 2010

Rotulagem dos alimentos: mais e melhor informação para os consumidores

©BELGA/ARCHIBEL


A Comissão da Agricultura do PE aprovou hoje um projecto de relatório sobre as alterações às normas de rotulagem da UE, que têm por objectivo permitir que os consumidores identifiquem melhor a origem dos produtos que consomem. A votação teve lugar na sequência da proposta de modernizar os diversos instrumentos e esquemas de rotulagem actualmente utilizados, avançada pela Comissão Europeia.





A proposta apresentada pela Comissão Europeia visa simplificar o sistema de rotulagem, através da fusão de diversas formas de rotulagem e a eventual introdução de novos rótulos, designadamente do rótulo de qualidade da UE.


De acordo com o autor do relatório parlamentar, o eurodeputado italiano Giancarlo Scotta' (Europa da Liberdade e da Democracia), a rotulagem é importante para a transparência do mercado, na medida em que permite que os produtores informem os consumidores, de uma forma regulamentada e credível, sobre a qualidade e/ou especificidade regional dos seus produtos.

O texto parlamentar rejeita a fusão das designações Denominação de Origem Protegida e Indicação Geográfica Protegida e dos esquemas actualmente existentes para vinhos, bebidas espirituosas e alimentos, mas apoia a proposta de reforço da protecção internacional das Denominações de Origem Protegida e Indicações Geográficas Protegidas, através da Organização Mundial do Comércio.

Mais e melhor comercialização dos produtos europeus
Scotta apela ao desenvolvimento dos esforços de comercialização dos produtos europeus, tendo em vista aumentar a visibilidade dos diferentes rótulos existentes.







Decifrando os rótulos...

De acordo com a campanha "Educação sobre Segurança Alimentar", uma iniciativa da União Europeia, os rótulos dos alimentos "são uma segurança para o consumidor, porque permitem conhecer dados relevantes sobre o produto e, ao mesmo tempo, garantem que esse alimento foi submetido a todas as verificações que asseguram a sua salubridade".
Segundo o artigo "De leitura obrigatória" publicado na Teste Saúde N.º 31, da DECO (Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor), "os rótulos dos alimentos devem obedecer a uma série de regras, mas, mesmo assim, muitos deles são pouco claros e susceptíveis de confundir o consumidor". Devemos lembrar que se exige que a linguagem seja básica e acessível a todas as pessoas, o que nem sempre acontece.


Açúcar e gorduras
Alguns fabricantes conseguem fazer com que as quantidades de açúcar ou gorduras pareçam menores quando aparecem nos rótulos. O açúcar pode apresentar-se como glucose, xarope de glucose, fructose, dextrose, açúcar mascavado, mel ou sumos de fruta.
Com as gorduras sucede o mesmo, ou seja, a margarina pode também apresentar-se como óleo vegetal hidrogenado, manteiga, banha de porco, óleos e gorduras animais. Portanto, não deixes de verificar o quadro nutricional e de averiguar a quantidade real de gordura ou açúcar.


Sabor
A palavra "sabor" não implica que a comida tenha esses ingredientes naturais, mas "com sabor a"... deveria significar que o alimento é composto, essencialmente, pelo ingrediente principal, mesmo que não se especifique a percentagem.


Aditivos 
Os aditivos alimentares (corantes, conservantes, antioxidantes, etc.) encontram-se na maioria dos produtos da indústria alimentar. As organizações de defesa do consumidor alertam para o facto de se desconhecerem os efeitos sobre o organismo de alguns destes componentes. Quando os aditivos são tóxicos ou não recomendáveis para crianças, grávidas e pessoas com determinadas doenças, estas indicações devem ser claras e bem visíveis. É que alguns aditivos, após consumo prolongado, podem provocar problemas de saúde.


Edulcorantes
São doces e proporcionam tanta energia como o açúcar normal. Podem ser calóricos, sintéticos ou naturais, e são cada vez mais frequentes graças à expansão das bebidas de baixas calorias. Poderás identificá-los pela letra "E" (Europa), seguida de três algarismos.
Vários estudos em todo o mundo garantem que 70% dos consumidores compram alimentos que contêm edulcorantes sintéticos. Os detractores dos edulcorantes concentram grande parte das suas reclamações no aspartame (E951), o mais importante dos novos edulcorantes sintéticos. Suspeita-se que, em diversos países, este tipo de edulcorante tenha provocado convulsões e estados de coma em alguns consumidores. Isto porque se trata de um produto químico, obviamente inserido fora da sua composição natural. Pelo contrário, os edulcorantes naturais mais comuns são o sorbitol (conhecido como E420 e pouco aconselhável a quem quiser perder peso), o manitol e o xilitol.


Corantes sintéticos e autorizados
Nos países nórdicos quase todos os corantes sintéticos estão proibidos. No entanto, em Portugal apenas não são permitidos em determinados alimentos: pão, leite, frutos, açúcar, ovos, gorduras, óleos, chá, café, farinha, massas, conservas, produtos hortícolas, peixes e alimentos para bebés. Apesar de ser já uma vasta lista, ainda não engloba alguns alimentos que podem ser nocivos e que, quando envolvidos em milionários spots publicitários, (quase) conseguem convencer-nos que são fundamentais à nossa qualidade de vida!
Para os responsáveis do Comité Consultivo dos Consumidores, órgão que contempla diferentes associações europeias, "as matérias corantes constituem o exemplo perfeito do aditivo inútil. Contribui para dar aos alimentos um aspecto atraente que, de facto, constitui um logro. A coloração artificial dos alimentos é uma prática inaceitável".
Nos últimos anos, graças à pressão efectuada, muitas empresas viram-se obrigadas a rever a formulação dos seus produtos e a substituir, quando tecnologicamente possível, os corantes sintéticos por naturais.


Culturas ecológicas
Segundo o estudo "O consumidor perante a rotulagem alimentar" (1996), só 1% da população se demonstrava interessada na menção "produto ou cultura ecológica".
Quatro anos depois esta proporção atingiu os 42%. Os alimentos ecológicos, agora em alta na Europa, não têm uma rotulagem uniforme e, por isso, ainda proliferam artigos que confundem intencionalmente os termos "verde" e "ecológico". Conclusão: uma embrulhada, a que só a Inspecção Geral das Actividades Económicas pode pôr termo.


País de origem
Segundo o artigo da Teste Saúde, na maioria dos casos surge apenas "o nome e a morada do fabricante, do embalador ou do vendedor". Mas o ideal seria constar "todo o percurso do produto, para facilitar a identificação do local exacto dos problemas, caso estes surjam".


Fim da regra dos 25%
Actualmente, a normativa comunitária só obriga a mencionar no rótulo os ingredientes com mais de 25% do total do produto (a denominada "regra dos 25%"). Mas, em nome da saúde, a Comissão Europeia prepara-se para suprimir esta regra no prazo máximo de dois anos.


Problemas com as crianças
Um estudo sobre os aditivos alimentares e a sua repercussão na população infantil, publicado na revista "Medicina de Família", informa que os produtos para as crianças contêm nos rótulos pouca informação sobre o valor nutritivo. A esmagadora maioria nem indica a presença de aditivos. Este estudo diz também que o conservante mais utilizado, o E-211 (benzonato sódico), "pode causar alergias e síndroma de hiperactividade nas crianças".


Boa notícia para os alérgicos
Como as autoridades comunitárias prevêem que, em 2004, os rótulos tenham na íntegra os ingredientes que compõem cada alimento, prevê-se que os transtornos diminuam em todas as pessoas que padecem de alergias.
Nessa altura, será divulgada uma lista das substâncias susceptíveis de causar erupções, que deverão figurar com o seu próprio nome na lista de ingredientes. Segundo os dados do Parlamento Europeu, cerca de 8% da população infantil e 3% da adulta já padeceu de reacções alérgicas, devido ao consumo de alguns alimentos.

Referências:

http://netfeminina.sapo.pt/J13/357634.html
http://www.deco.proteste.pt DECO - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor
http://www.ic.pt Instituto do Consumidor
APDC - Associação Portuguesa de Direito do Consumo, Tel: 239 404 733
ACOP - Associação de Consumidores de Portugal Tel: 239 404 840 






 CONFERIR O ROTULO/INGREDIENTES                                 




GLOSSÁRIO
Conheça os ingredientes de origem animal 
http://empresastestes.blogspot.com/p/glossario_03.html

Glossário de produtos de origem animal escondidos nos cosméticos

http://empresastestes.blogspot.com/p/glossario.html

EMULSIONANTES DE ORIGEM ANIMAL

http://empresastestes.blogspot.com/p/emulsionantes-de-origem-animal.html

Substâncias & Insumos
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A legislação brasileira e a proteção aos animais

http://empresastestes.blogspot.com/p/legislacao-brasileira-e-protecao-aos.html

SUBSTÂNCIAS DE ORIGEM ANIMAL NO RÓTULO

http://www.veterinariosnodiva.com.br/rotulo.htm

Assine a petição: obrigatoriedade do rótulo avisar se o produto tem origem animal

http://www.petitiononline.com/vegano/